Supergirl 2×04: Survivors

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Survivors foi um episódio com pouca Supergirl, mas com muito coração.

Tirar sua protagonista do plano central nem sempre funciona. Mas quando se tem um time de ótimos coadjuvantes, essa pode ser uma ótima ideia. Em um episódio menos centralizado em sua heroína, Supergirl fez muito mais do que o esperado, entregando interações válidas, muita discussão importante e o melhor de tudo, o padrão consistente de ótimas histórias sendo contadas da melhor forma possível.

A série já começou com ótimos pareamentos, e o destaque especial ficou com Winn e Mon-El, além do relacionamento entre Megan e Jon. Começando com o bromance, o mais interessante de ter um alienígena já adulto, porém imaturo quanto a si mesmo, é vê-lo interagir com Winn. Mesmo que o flashback em Daxam não tenha nos oferecido muito, além de certa tensão entre o príncipe e Mon-El, a proposta da série já ficou bem clara. Supergirl deverá lidar com seu vizinho de sol da mesma maneira que sempre pretendeu lidar com o primo, como tutora. E ter um homem com comportamento de adolescente e poderes de um deus, interagindo com Kara/Supergirl, é simplesmente ótimo.

Do lado dos marcianos, porém, ainda ficou faltando um pouco mais de vulnerabilidade por parte de M’gann. Compreendo que o episódio tenha sido centralizado em J’onn, mas ainda preciso de mais da personagem para poder criar uma avaliação completa. Por enquanto Sharon Leal ainda está dentro da média, mas emocionalmente eu seu que o papel oferece bem mais – se a série souber trabalhar. Deixar a alienígena restrita a uma cena de luta clichê não é a melhor maneira de aprofundar sua personalidade, mas ajuda bastante na compreensão de quem o Marciano realmente é, fora do DEO.

Claro que Supergirl, mais uma vez, repetiu o que fez em seu último episódio e decidiu trabalhar uma temática pertinente ao mundo atual, através de suas alegorias. Em Survivors, o que pode ser considerado uma sequência direta da temática de Welcome to Earth, a mensagem é bem mais pesada e mergulha de vez na proposta de alienígenas como imigrantes/refugiados. Existe uma força muito grande na montagem das cenas de Survivors, especialmente quando os alienígenas se juntam para defender a Roulette. Como parte de um mesmo tipo de povo, o refugiado, aqueles alienígenas sabem muito bem como funciona o mundo humano, que os reconhece, mas não os aceita. Parafraseando a vilã, as pessoas se importam mais com seus cachorros do que com o que acontece com alienígenas nas ruas. Tire alienígenas e insira imigrantes e refugiados, você tem nas mãos o período que estamos vivendo, com pessoas sendo jogadas, literalmente, da fronteira para fora.

Supergirl --- Survivors
Supergirl — Survivors

E por falar em Roulette, preciso tirar um momento para elogiar a maravilhosa Dichen Lachman. Lachman, que já esteve em Agents of S.H.I.E.L.D. foi a escolha perfeita para a vilã do episódio. Novamente a série está demonstrando quão importante é para a representatividade em produções oriundas de histórias em quadrinhos, impondo a cada episódio um panorama maior de mulheres poderosas e diversas. O papel de Roulette poderia ter facilmente caído dentro do ridículo, mas cada fala empregada por Dichen conseguiu passar exatamente o tipo de discussão cabível para o momento histórico que vivemos, além de imbuir uma carga dramática maior para a série, que está incrível em seu alcance, até agora.

Supergirl está fazendo algo que nem mesmo suas irmãs de canal conseguiram fazer. Enquanto Arrow, Flash e em menor grau Legends of Tomorrow, se preocupam com problemas próprios, Supergirl está mostrando realmente o que é ser uma super-heroína, passando em seu segundo ano uma mensagem bem mais forte e uma identidade melhor aproveitada. E manter uma temática assim não é algo difícil de fazer, afinal, a produção não está relegando a vida pessoal de sua protagonista em detrimento de sua função como defensora de National City.

Infelizmente nem tudo conseguiu prender minha atenção durante o decorrer de Survivors, e o grande problema tem nome, Snapper Carr. Um episódio tão dividido quanto esse e que quase não foca em sua grande personagens, Supergirl/Kara Danvers, não precisa da CatCo. Quer tenha sido através da Kara cometendo o pior erro jornalístico de sua carreia ao usar a Supergirl como fonte de sua grande história, ou a falta de envolvimento dentro deste núcleo, a quebra no ritmo não cooperou muito, especialmente porque o episódio já estava bem dividido entre tramas menores.

Supergirl --- Survivors
Supergirl — Survivors

E as tramas menores foram mais agradáveis do que aquelas dentro do ambiente jornalístico. Apesar de amar como a produção conduz a vida dupla de sua protagonista, em Survivors não era necessário desviar tanto. Entre Maggie e Alex, Winn e Mon-El, J’onn e M’gann, o tempo perdido com Snapper quase não se justificou e ainda entregou uma cena pouco graciosa para a nova jornalista da série.

Obviamente não vou deixar de comentar do relacionamento entre Alex e Maggie, e como Supergirl está conseguindo escrever um texto tão bom e natural para as duas. Quando paro para pensar que ambas as personagens estão lidando com um clube da luta clandestino com alienígenas, mas mesmo assim conseguem interagir de maneira natural, eu só consigo me regozijar pelo roteiro tão bem escrito da série, mérito de Paula Yoo e Eric Carrasco.

Entretanto a parte das lutas neste episódio, que deveriam ser o chamariz, foram um pouco decepcionantes e bem rápidas. Talvez a explicação seja a presença de James Bamford como diretor, ao lado de James Marshall. Bamford é o coordenador de dublês de Arrow, e bom, seu trabalho lá nunca foi o melhor apresentado. Também não me agradou ver a luta da Supergirl terminando tão rápido, ou com o padrão já estabelecido até agora. Talvez a série ainda tenha um pouco mais de tempo para queimar a dinâmica de cair, levantar e bater mais forte, mas eu já começo a ver um padrão que está esgotando rápido.

Mesmo com alguns pequenos problemas, Survivors é mais um forte episódio para uma temporada já tão poderosa. O que sempre percebo quando estou escrevendo minhas críticas da série é que por mais alguns detalhes me incomodem, a parte boa é excepcionalmente interessante e com mais peso. O texto de Supergirl transborda sentimento e consegue elevar a carga dramática consideravelmente a cada capítulo. Contudo o que me faz voltar para a série semanalmente é meu apego a personagens tão bem construídos e tão carismáticos. A série pode ainda estar se descobrindo em seu novo canal, mas uma coisa não posso negar, a alma permanece a mesma.

> Veredito da 3ª temporada de Black Mirror!

Easter eggs e outras informações

– Finalmente tivemos o nome Miss Marte sendo pronunciado. Como já mencionei na sessão de easter eggs e outras informações da crítica passada, esse é o codinome de M’gann como heroína. A série também seguiu o padrão estabelecido nas histórias em quadrinhos, em que a personagem é uma marciana branca e não verde. Logo, podemos assumir que a história contada se atribui a ela e não a uma guarda benevolente.

– Roulette, nome da personagem interpretada por Dichen Lachman, foi criada por Geoff Johns e Rag Morales, em 2001. Ela começou como vilã da Sociedade da Justiça, grupo introduzido em Legends of Tomorrow. A personagem também já apareceu em Liga da Justiça Sem Limites e Smallville.

– Draaga, o alienígena que lutou com a Kara no começo e final do episódio, já interagiu com o Superman. No final, o brutamontes terminou como aliado do último filho homem de Krypton.

– Para quem não sabe, no começo o Superman não podia voar, apenas saltar grandes prédios com um salto – fazendo conexão com a fala do Winn a respeito do Mon-El e a Era de Ouro do Super.

– Esse foi o episódio da série que eu mais senti potencial para múltiplos casais gays. Mon-El e o príncipe de Daxam, Maggie e Alex, Kara e Lena, Winn e Mon-El. Que Vale é esse? Já posso começar a escrever fanfiction, certo?

– Mais um episódio sem o James. Não é um bom sinal para o personagem.

– Alex decepcionada porque a Maggie tem namorada. É a vida, miga.

  • Lais

    Dichen Lachman tbm esteve maravilhosa em The 100

    • Ainda não comecei The 100, Laís. Pretendo e agora que sei que tem Dichen, fiquei com mais vontade ainda.

      • Sthefani Cordeiro

        Comece Diego… Se vc quer ver um reduto de mulheres fortes, esta é The 100. Aliás, eu gosto muito dessa série.

        • Lais

          Clark, Lexa, Octavia, Raven <3

      • Lais

        Simmmmm, assista! The 100 é maravilhosa. Vc vai adorar.

    • Sthefani Cordeiro

      Ela também esteve em The Last Ship… Essa mulher trabalha viu kkkk

    • Diogo

      Sim, como o Diego disse, ele não viu a série, mas na hora que a vi em Supergirl, logo já pensei em como ela foi fodona em The 100.

  • Bel Ribeiro

    Que bom que eu não sou a única a reparar nesse clima entre Lena e Kara. Não sei se é da atriz, mas parecia que ela estava flertando descaradamente com a Kara.

    • Naiara Alessandra Marques

      Sei que não vai rolar, mas to adorando, as duas tem uma química muito gostosa de assistir.
      Realmente não da pra saber se são os roteristas sondando o público ou se é da atriz mesmo.

    • Todo aquele flerte é proposital, não é possível.

  • Edilson Clemente

    Me senti de volta a Smallville com essa “amizade” entre Kara e Lena

    • SIM! Tem todo um clima Clark e Lex nas duas primeiras temporadas de Smallville.

  • Jackson Douglas

    Mon-el é demais! Chris Wood pula de uma série pra outra na CW, mas está sempre bem.

    • De bruxo vingativo para alienígena safadão. Gosto assim.

  • Mariana Moraes

    Uma coisa que Diego não comentou é que as tatuagens da Roulette estão ali apenas para esconderem as costuras de Jiaying, a mãe da Daisy sobreviveu.

    Estou já com as placas na mão:
    QUERO LENA & KARA! QUERO MAGGIE E ALEX! QUERO WINN E MON-EL!

  • lcp21

    a audiência dessa série está tão ruim, até para os padrões da CW.

    • @filipebraga

      Na verdade não, muito pelo contrário! os 0.6 apresentados essa semana corresponde a 100% da média do canal, junto arrow e legends of tomorrow. Flash é a única que ainda supera a média. De qualquer forma, te garanto que todas essas serão renovadas. Na verdade aposto até na renovação das outras séries que não são do universo DC e dão metade da audiência. E outra, CW fechou contrato em uma parceria com Netflix, ou seja, acho que eles já não estão levando mais em consideração a audiência em números tanto assim certo? O que conta agora é a publicidade, sobretudo nas redes sociais.

    • Vamos estudar um pouco mais, porque ruim a audiência não está. Ao contrário, é uma das melhores do canal, com média de 0,89, até agora, ficando atrás apenas de The Flash.

  • Fábio Santos

    “Mais um episódio sem o James. Não é um bom sinal para o personagem.”
    Que continue assim!
    Dichen Lachman = <3
    Alex e Maggie até acho possível. Agora, Winn e Mon-El? Kara e Lena? Vocês estão enxergando demais. rsrs

    • Winn e Mon-El, Kara e Lena é só sonho, Fábio kkkkkk

  • Ronaldo

    Não vi nada entre Lena e a Kara mas o Winn e o Mon-El confundiu mas ele tem química com a Kara, então vamos ver da onde vai surgir casal já que é CW né galera.

    • Lena é toda trabalhada na sedução. Desde a conversa entre as duas no sofá eu sinto um forte cheiro de tensão ali sim.

  • Kara Lee Danvers

    Esqueceu de mencionar que a Supergirl é chamada de dama do poder nos quadrinhos e a Roulette a chamou assim. O Mon-El ter poderes reduzidos, ser bem menos forte que a Kara e sem os outros poderes dos kryptonianos, é um erro muito grave, os daxamitas são kryptonianos e na terra eles tem TOTALMENTE os mesmo poderes do kryptonianos que vieram de Krypton, fora que tem a cagada dele ser chamado de Mon-El, Mon-El é um apelido que o superman na época de Superboy dele deu a ele pois ele estava com amnésia, o nome real dele é Lar Gand, essa série alterou demais a origem do personagem, ele tá mais para Superboy (clone do Superman) do que Lar Gand, apenas ridículo isso.

    • Mon-El ter poderes reduzidos foi a maneira que a série encontrou para separar o Superman e a Supergirl do personagem, criando assim uma nova abordagem, algo totalmente normal até mesmo para as histórias em quadrinhos. Não podemos esquecer que no passado a Supergirl já foi, por exemplo, uma Matrix. Ele ter os mesmos poderes que tinha nas histórias em quadrinhos, mas apenas a fraqueza diferente, não funciona para uma série que está construindo a identidade de sua protagonista e explorando seus poderes, menos ainda quando consideramos que já havíamos lidado com kryptoníanos na temporada passada, que possuem os mesmos poderes de Kara. É preciso existir essa separação sim, e ela não é maléfica, ao contrário, funciona bem. Quanto ao salto, é uma referência a frase “leap tall buildings in a single bound”, clássica do Superman da Era de Ouro, além de se conectar diretamente ao Superman de 1941.

      • Kara Lee Danvers

        O Lar Gand é da equipe da legião de super heróis que já foi referenciada no episódio 1×15 de Supergirl, quando ela está na fortaleza da solidão do Superman, ela vê o anel da LSH, dando a entender que ele foi um legionário na época do Superboy, o fato do “Mon-El” ter poderes reduzidos, deve-se ao fato que a CW, ou quem quer que tenha controle sobre a mitologia das séries da DC nesta canal, tenha alterado em cima da hora a mitologia de sg, para essa parte cortada migrar para o arrowverse (NOJO).
        Tem MUITAS inconsistências das informações do episódio crossover que corroboram com o que eu escrevi, a primeira é que seria um crossover em 4 partes, começaria no universo da Supergirl, depois eles modificaram isso para um evento em 3 partes, depois anunciaram que a Supergirl irá fazer uma visita no arrowverse, depois revelaram que irão adaptar um arco dos quadrinhos da LSH “Invasion” com os dominadores (vilões da LSH) como vilões deste arco também, como nos quadrinhos, porém eles são vilões da LSH, LSH só existe na terra S de Sg, mesmo que seja no século 30, mas…. eles modificaram isso para valorizar The Flash e Arrow, e subvalorizar a mitologia da Supergirl, tanto que esse Mon-El (mas parece um parente legítimo da casa de El) tem o mesmo poder do Superboy da fase com poderes kryptonianos reduzidos, pelo menos até agora, portanto ele não será a versão do Superman na LSH, pois ela nem deve existir mais no universo S e ele não é o Lar Gand, espero queimar a minha língua e dedos (falando e escrevendo respectivamente :3 ) e que tenha sido um erro meu, devido a informações escassas, mas acho MUITO improvável que eu tenha errado infelizmente.

        • No universo de Supergirl só existe o anel da Legião, mas não mencionaram em nenhum momento o nome de qualquer personagem conectado ao time, abrindo precedente para o surgimento de qualquer um deles. O fato do Mon-El na série ser chamado de Mon-El, não significa que mais para frente não será revelado que ele também atende por Lar Gand. Essas mudanças que você menciona não funcionam para rebaixar nenhuma série, ou engrandecer Arrow e Flash, tenho certeza absoluta que é só uma impressão que você tem. Não existem motivos para que eles prejudiquem as próprias produções, o interessante para a CW é que todas, sem exclusão, façam muito sucesso.

          • Kara Lee Danvers

            Eles cortaram a série da Supergirl do evento do crossover, a personagem irá aparecer nas outras séries, fora que estão introduzindo alienígenas no universo do arrowverse, alienígenas os quais estariam no universo dela, mas eu realmente estou torcendo que seja só uma má interpretação minha, isso é bem desconfortável.

          • Mas segue a linha de pensamento – Supergirl é a única que está fora do universo padrão das séries do Arrowverse. Faz mais sentido levar ela para as outras séries do que carregar todo mundo para National City. Seguindo a linha de raciocínio de “levar” coisas que são da série dela, para outras séries, Supergirl estaria em desvantagem, já que em Invasão foi o Flash que teve sua revista solo como tie in e não Supergirl. Na verdade, Invasion teve Flash, Nuclear, Superman, Átomo, Marciano… Ou seja, quem pertence ao outro universo que não é o da Kara. Eu ainda acho que você está interpretando de maneira errada, já que o importante aqui é unir todo mundo de maneira coisa.

          • Kara Lee Danvers

            Oremos

    • Menino Erick

      Eu não sou lá muito expert em HQ’s, mas se eu não me engano é explicado que o Superman é mais forte do que a Kara, por que ele passou mais tempo na Terra e absorveu mais radiação do sol (o que dá origem aos poderes dos Kr) , acho que a mesma explicação se daria para a situação de Mon-E não?

      • Kara Lee Danvers

        Estou rezando para ser isso e ele desenvolver os outros poderes no decorrer da série, apesar da Supergirl criança na temporada passada já ter tido todos de uma vez :/

  • Sthefani Cordeiro

    Texto excelente como sempre. Eu gritei com a referência à Lisbeth Salander pela Lena kkkkk…

  • Gui Oliveira

    “Que Vale é esse?” Pensei que só eu tinha sentido esta energia “gracinha” no episódio. Estava vendo a hora que os ursinhos carinhosos iriam aparecer na série e disparar arco-iris no povo todo. Enfim estou amando esta temporada e numa expectativa danada para o encontro com as outras séries do universo DC/CW.

  • #MarcoosHenryque

    A temporada tá muito boa, arrisco dizer que tá sendo a melhor serie(DC/CW) dessa Fall Season!! Tbem senti uma bela quimica entre Winn e Mon-El/ Kara e Lena. Só fiquei com pena da Alex, por a crush já ter namorada, bem vinda ao clube. Alguém pode me explicar oque foi que a Miss Marte se tornou no final??

  • Marcos Bastos

    Amei o Mon-El com o Winn haha

  • Cibelle de Oliveira

    gente por que estão falando Cara/Lena? Cara ñ é gay, seria legal ter um romance entre elas, mas a personagem se mostrou tão resolvida nesse ponto. E quanto ao Win sempre achei ele aquele amigo gay que ta sempre do lado pra ajudar. Quanto a Alex, vê a decepção dela quando a namorada da maggie apareceu deu dó.

  • Graziela F

    do Winn não digo nada, mas acho que não consigo imaginar um personagem com menos vocação pra gay do que o Mon-el, a srta Tessmacher concorda…

  • Maria José Tagarro

    Um episodio sem James é sempre um ótimo episódio.
    Não confio na Lena Luthor. Esse negócio dela fazer um favor pra Kara e falar que na hora certa a Kara irá apoiá-la não cheira a coisa boa. Não existe Luthor bonzinho.
    Mon-El e Winn me fez rir muito, adorei a amizade deles! E o Winn parecia meio jogado até então lá no DOE, foi bom ter mais cenas dele.
    Shippo Mon-El e Kara? Sim, não consigo me controlar hahaha!
    Gostei do epi como um todo, realmente a parte do chefe da Kara foi meio chatinha, porque ele já é naturalmente chato, sinto muito falta da Cat *lágrimas*.
    Acho que a qualidade da série só vem melhorando, to me surpreendendo positivamente com Supergirl na CW, quando anunciaram que a série mudaria pra esse canal já esperava que se tornasse um desastre tipo Arrow, mas até agora está muito bem, obrigado.

  • Anny

    Sinceramente, acho que os olhares da Kara e Lena uma para outra, são bem profundos é eu sinto cheiro de algo a mais ali sim. Talvez seja coisa é da minha cabeça, mas as vezes rola um climinha kkk