RuPaul’s Drag Race All Stars 2×03: HERstory of the World

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As meninas fogem do jogo fazendo pactos, mas para nossa sorte existe sempre alguém disposto a quebrá-los.

Quando as pessoas entram em realities de convivência, costumam fazer de tudo para fugirem da responsabilidade do voto. O uso de jargões, inclusive, é parte do processo. Vota-se por afinidade, vota-se porque fulano perdeu a prova, vota-se “pelo grupo”. Geralmente, a fuga parte do princípio de que o posicionamento estratégico faz feio aqui do lado de fora. Isso em parte é verdade, já que o reality show é o formato que o ser humano usa para se validar como criatura superior. Porém, em alguns casos, posicionar-se pode ser o verdadeiro pulo-do-gato.

RuPaul’s Drag Race não é um reality de convivência, essencialmente. Contudo, a preocupação com o que se pensa aqui fora é válida, já que contratos para shows são mais escassos quando a trajetória da menina não foi positiva. Phi Phi e Roxxxy estão ali para provar isso e retornaram com o propósito maior de reverter esse quadro, para ganharem a chance de viajarem o mundo da mesma forma que fazem drags como Alaska, Adore, Alyssa e tantas outras. O problema é que o formato do novo All Stars coloca sobre elas o poder do julgo e isso pode acabar atrapalhando a redenção. Em busca de proteção, a maioria delas firmou o pacto de mandar embora aquela menina que já tiver sido a mais criticada pelos jurados.

HERstory of the World é um daqueles episódios que mostram a força da Drag Race por duas razões muito simples: é artisticamente poderoso e traça uma narrativa ajeitadinha no seu conteúdo. Por exemplo, começamos com uma edição que mostrou quem é a nova vítima de Miss O’hara. No decorrer do episódio, Phi Phi pontuou em vários momentos as suas tentativas de diminuir a participação de Alyssa. Tudo isso porque os editores já sabiam que seria ela, Alyssa, quem trairia o pacto da eliminação, fazendo com que Phi Phi tivesse mais um contra-argumento em episódios futuros. Até Alyssa fazer isso, Phi Phi podia ser a louca que tenta minar alguém sozinha. Agora, o cenário pode acabar desfavorecendo Alyssa de alguma forma.

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Sei que já reclamei disso cinquenta vezes, mas vou continuar reclamando: voltamos ao maldito formato de 41 minutos de episódio e acho que já sabendo disso, Ru até cortou a vinheta de apresentação do desafio e entrou direto para falar com as meninas. Com um Emmy na conta, acho que o LogoTV poderia começar a pensar que episódios de 60 minutos são o MÍNIMO necessário para se contar uma boa história. O desafio de HERstory of the World, por exemplo, era bastante complexo e teria sido bem melhor ver um pouco mais das conversas entre elas durante toda a preparação.

A edição teve que correr e mostrar logo como Katya estava se sentindo insegura com seu look. Pelo que entendi, elas já sabiam quem iam interpretar nesse desafio antes de entrarem e o tempo justificou a forma como quase todos os looks estavam muito bem montados. Ao mesmo tempo, a princesa Diana não tinha uma personalidade marcante e isso também atrapalhou Katya. Se havia ou não uma forma de superar isso, a participante não soube exemplificar e por esse aspecto, o bottom acabou sendo minimamente justo.

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Alguns de vocês devem ter visto que Phi Phi foi para  o twitter reclamar que a edição estava tentando prejudicá-la de novo. No entanto, se você diz na entrevista “acho que Alyssa só está preocupada com quantas camisetas vai vender” tem que esperar que o trecho será usado. A edição não inventa nada, ela só escolhe os ângulos. Se você não quer que um ângulo seu seja mostrado, trabalhe para evitá-lo. Não é o que Phi Phi vem fazendo… Quanto mais desacredita Alyssa, pior fica para ela. Alyssa amadureceu e aprendeu a canalizar seu humor para TUDO que tem feito. Virou uma estrela incomparável e um ícone como Phi Phi jamais vai ser. Sobretudo porque, a cada semana, os veneninhos que O’Hara sai plantando nas colegas resultaram efetivamente em eliminações. Tatiana percebeu, Ginger percebeu… E as duas foram embora.

No ateliê, Alaska começou a falar sobre como Phi Phi era na quarta temporada, enquanto nós aqui de fora, acompanhamos evidências de que ela continua sendo. Descobrimos que Detox tinha sido uma grande hater da colega naqueles tempos e nos pegamos pensando como ela vai reagir quando souber dos jogos mentais que O’Hara continua fazendo. É realmente impressionante que mesmo tendo passado por tudo aquilo, Phi Phi não tenha aprendido a lidar com a inveja e a maledicência. Me arrisco a dizer que ela está pior do que antes, justamente porque o modo sorrateiro pode ser muito mais eficiente que o modo agressivo.

15 minutos de episódio e já estávamos no palco. Vou comentar agora um pouco da performance e do look futurista de cada uma.

Alaska: Estava PERFEITA. No desafio usou uma peruca incomum para ela e na passarela apareceu com um look polido, pensado e coeso. Não sei o que raios Michelle viu de errado ali. Michelle às vezes dá nos nervos.

Phi Phi: Pegou a parte mais chata do lipsync: o heavy metal. E me perdoem, mas aquela roupa de cosplay sendo elogiada pra mim foi o FIM. Não estamos em RuPaul’s Cosplay Race.

Ginger: Sumiu na multidão e aquele vestido que não acendia era super boring. Ginger brilhava muito na sétima temporada porque, enfim, era a sétima temporada. Com esse time de meninas ela ficou na poeira.

Detox: No que diz respeito a looks, é a mais provocativa. Veio com uma Maria Antonieta transgressora, mas coerente; e a passarela inspirada em O Quinto Elemento foi de tirar o fôlego mesmo.

Alyssa: Roubou a cena, vestiu personagem e apareceu na passarela com brilho dos pés a cabeça. Foi elogiadíssima pelos jurados (com exceção de Michelle, que estava ranzinza nesse dia) e a edição não perdeu tempo: focou na cara de bunda de Phi Phi.

Roxxxy: Fez uma Evita digna, mas o look estava um pouco básico. Pra sorte dela, Katya foi bem pior.

Katya: RuPaul colocou bem que a personagem de Katya tinha questões problemáticas, mas o look de passarela, que poderia salvá-la, estava odioso. Feio era a palavra mais gentil para ele.

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Então, enquanto Ru fazia manicure (hahahaah), as deliberações começaram com uma coisa bem definida: Katya tinha tido críticas um pouco piores que Ginger e pelo pacto firmado por elas, já era certo que a primeira iria embora. Contudo, colocando em perspectiva o que se vira até aqui, Katya brilhara mais, acontecera mais que Ginger. Isso é um fato. O problema é que manter Katya demandaria coragem de “trair” o pacto e entre Detox e Alyssa (as duas do top) Phi Phi encontrou a brecha para continuar seu trabalho de difamação: Alyssa tinha colhões suficientes para tomar uma decisão por si mesma.

E foi o que ela fez. O lipsync não foi dos mais empolgantes, mas as estripulias de Alyssa lhe deram a vitória. Confiando no próprio instinto, ela eliminou Ginger. No episódio dessa quinta saberemos se Detox votou com o pacto e se tiver votado, todas as atenções se voltarão para Miss Edwards, que se for parar no bottom, não poderá exigir de ninguém que compartilhe de pacto algum, caso suas críticas não sejam tão duras quanto as da oponente.

Ginger ainda terá sua chance de voltar (o que espero que não aconteça), mas já adiantou que sua mira será vingar-se de Alyssa. Sendo assim, graças a Miss Edwards, temos adiante uma real possibilidade de que o jogo de eliminações ganhe uma perspectiva mais agressiva. Se a edição All Stars já é incrível, pode, com isso, se tornar um dos maiores sucessos da história da corrida. Potencial para tanto já vimos que ela tem. E com todos os louvores.

Beast: Katya reclamando que tinha que dizer aquela fala chata do dia seguinte ao da eliminação, hahahha. Maravilhosa.

Beast 2: Camiseta da Alyssa no ensaio: Beyoncé não foi construída em um dia. Hahahhaahah

Beast 3: Ginger reclamou que as luzes de sua roupa não apareciam, mas quando ela foi eliminada e entrou no ateliê, vimos que funcionavam. Exceto um dos lados do peito, que estava queimado, rsrs.

THE REAL BEAST: Depois de dizer numa entrevista que preferia um enema que um Emmy e que a Drag Race nunca seria mainstream, RuPaul ganhou o Emmy de melhor apresentador de reality, superando Jane Lynch, Ryan Seacrest e até Heidi Klum. No discurso claramente emocionado, ofereceu o prêmio a todos os jovens ao redor do mundo que se sentem diferentes e encorajou-os a se orgulharem disso.

Quero dizer que mesmo não conhecendo Ru, senti um orgulho imenso, como se ele fosse da minha família (“ele “ mesmo, porque ele estava de menino). Esse prêmio representa uma vitória para a comunidade LGBT que jamais deve ser subestimada. O que a corrida fez pela arte drag curou ao menos um pouquinho, a ferida segregativa provocada pela marginalização dessas meninas. Orgulho… Orgulho mesmo. Chorei juntinho, Ru. CONDRAGLATIONS, MY QUEEN.

  • Germano

    Desculpa, tenho que discordar. O look da Phi Phi estava o máximo, fiquei de boca aberta. Se você não gostou do look, tudo bem, é seu direito, mas chamar de cosplay enquanto está elogiando a Detox, que também foi de cosplay, usou os elementos da personagem do filme? Hello?

    • henriquehaddefinir

      Hello?? Detox fez uma RELEITURA, usou uma influência. Isso é completamente diferente. E sim, tem total razão, eu DETESTEI o look, achei uma bosta, no sentido de incoerência mesmo. Se fosse RuPauls Cosplay Race, ela seria o top.

  • Marcos Gouvêa

    kkkkkk nossa nada imparcial sobre a Phi Phi vc eim? Parece que to lendo aqueles haters dos grupos de RPDR

    • henriquehaddefinir

      Review não é para ser imparcial.

  • xtrmntr28

    phi phi eh podre como pessoa. ” A edição não inventa nada, ela só escolhe os ângulos. Se você não quer que um ângulo seu seja mostrado, trabalhe para evitá-lo.”

  • Clébio Cabral

    Me incomoda o uso incessante da palavra “menina”.
    O trabalho da Phi Phi como cosplay é interessantíssimo, ela mesma fala em todos os episódios que mudou seu estilo de drag. Eu acho o máximo! Ela fez um série agora se montando de personagens de Pokemon que estava incrível! Você tem o direito de não gostar mas cagar regra igual Michelle é um pouco demais…
    Também morro de rir com os venenos que ela lança. Todos ali são adultos. Acho lindo se abraçarem e se verem como amigas mas ter uma drag maledicente no grupo só fortalece a dinâmica do programa.
    Para mim a final deveria ser Katya, Alaska e Alyssa. Mas se os spoilers do ex da Alaska estiverem certas…

    • henriquehaddefinir

      Vou desenhar: cosplay e drag são coisas diferentes.
      E regras são assim mesmo, para serem seguidas ou cagadas.

      • Clébio Cabral

        Não precisa desenhar, sei bem o que é a definição de drag e de cosplay. Vc pode não gostar como eu disse. EU acho o máximo essa junção. Até pq a Phi Phi só fez isso nessa prova.

  • Dinael S.

    Pelo que sei, antes do início das gravações, elas recebem uma lista com temas possíveis e já vão com os looks preparados. Pra elas, a surpresa, foi só quem ia fazer qual personagem.

    • Dante

      Não, elas ja sabiam qual personagem fariam. Tanto que elas levaram as roupas prontas, só não sabiam que seria um desafio de dança.

  • kathy

    A review tá ótima, mas sinto falta daquele detalhamento todo que costumavam ter. PhiPhi não tem mais jeito, aceita que você é biscate, miga e para de culpar o outros.
    Eu to achando muito bom e muito chato ao mesmo tempo, porque tudo leva a coroação da Alaska, e sinceramente eu a acho ótima, de verdade, mas não entendo o hype nela, eu não aguento o “hieeeeeeeeeee” e nem a acho excepcional como a colocam, mas seu look foi o meu preferido, sem dúvidas, o acabamento da Detox na cabeça não tava muito bom, caso contrário na minha visão, seria melhor.
    Alyssa fez a decisão que achou melhor, e certeza ela vai pagar caro por isso. Katya cagou duplamente, e merecia bottom mesmo, o que foi aquela roupa? E ouvir ela comentando “nunca me senti tão linda” ou algo assim, era de doer. No mais, Ginger já tava fazendo hora extra mesmo, e Roxxxy apagou total.
    Ps.: Alias, que lipsync horrível, a música também não ajudou em nada.

  • Evandro Roberto

    Review tava indo mais ou menos até chegar na parte sobre o estilo de drag da PhiPhi.
    O programa tá na décima edição e AINDA tem gente querendo definir e limitar o que é ser drag ou não. PREGUIÇA de pessoas com pensamento como o seu e da Michelle.

    • Paulo Frank

      assino embaixo. It’s just drag gurls!

    • henriquehaddefinir

      Então vale colocar qualquer coisa no corpo e tá valendo como drag? Preguiça de quem tem um pensamento assim como o seu.

      • Capitã Marvel

        Se colocar coisas no corpo que criam uma imagem feminina, obviamente que sim! Que micão essa ignorância.

        • henriquehaddefinir

          Olha a cilada em que você se colocou: Quer então que quando Milk apareceu de Boy Ru ele não era drag??
          Que micão essa ignorância de não entender que o título de DRAG não justifica tudo.

          • Capitã Marvel

            O que a Phi Phi fez ta mais pra definição geral de drag do que o que a Milk de Rupaul. Primeiro porque aquilo ali não é nem um cosplay propriamente dito, porque o significado de cosplay é se fantasiar como um personagem e agir como ele, não um estilo de estética, não sei o que tem de diferente da montação da Detox nesse mesmo episódio. E como eu disse no meu outro comentário que não sei se voce leu, drag e cosplay são sim coisas diferentes, mas que podem ser juntadas, e que não tem motivo nenhum pra simplesmente deixar de ser drag.

      • Evandro Roberto

        Alaska veste saco de lixo e é drag. Courtney Act veste sutiã e calcinha e é drag. Agora a Phi Phi usa uma roupa criativa, trabalhada e bem elaborada, que ela mesma fez, e não é drag?

        Então Alaska essa semana de Lil Poundcake também é cosplay.
        E Sharon Needles de zumbi, no look que revolucionou o mundo das drags, não é drag pra você, né? Cosplay de The Walking Dead.

        • henriquehaddefinir

          Lil Pound Cake era uma MINI DRAG, lembra? E dizer que Sharon era cosplay de The Walking Dead é forçar TODAS as barreiras.
          Vou repetir o que disse ali embaixo: o título de DRAG não justifica qualquer coisa. Not at all.
          By the way, Phi Phi antes era uma pageant queen e agora virou cosplay, duas formas válidas e justas de expressão artística, mas que precisam ser emolduradas com um traço pessoal muito bem marcado. Não vejo nada disso nela.

  • Mateus

    Bom, esse desafio foi meio fraco, muito desiguais os papeis de cada queen, Alyssa tinha um papel muito mais interessante do que qualquer outra, mas mesmo assim ela foi maravilhosa e quebrou tudo.
    Sobre Phi Phi: adorei a runway, não ligo se foi cosplay, só não quero uma repetição de looks, mas dessa vez ela foi ótima. Ela provavelmente está sendo sabotada pela edição? Com certeza, mas ela também não faz nenhum favor para a sua imagem e fala mais do que devia em um tom péssimo.
    Sobre o bottom: Katya foi mal mesmo, merecia ter ficado entre as piores, não tem desculpa para ela, o look e a apresentação não foram bons, ponto. Já Ginger fez uma apresentação ótima, não sei por que raios colocaram ela e não a Roxxxy lá, que fez um trabalho decente, mas muito sem brilho. O look de Ginger tava cagado, mas não acho que tenha sido motivo justo para ela ir para o bottom.
    No final, o lipsync da Alyssa foi bem mais interessante de se ver e foi ótimo ela mostrando personalidade e não ficando presa as opiniões (muitas vezes incoerentes e decorrente de visão limitada) dos juízes, mostrando uma puta coragem.

    Meu Ranking:
    6 – Phi Phi – Não foi mal no desafio, mas sua personalidade não é agradável e ela não se destaca entre as outras
    5 – Roxxxy – Vem se apagando desde o primeiro episódio espetacular e não está fazendo falta agora
    4- Detox – Mostrou a que veio, performou bem, o look tava muito bom e fez um lipsync interessante. Ainda não sinto nela uma frontrunner como Alaska, mas ela sabe como reverter expectativas
    3 – Katya – Ela é uma favorita, mas a performance foi fraca. Ela tem muitos talentos, mas o nível da competição é bem diferente do da sétima temporada e se ela não melhorar nos looks corre o risco de ficar para trás
    2 – Alaska – Ainda é a favorita, mas foi uma performance meh. O look tava sensacional, mas eu vejo ela como alguém que não quer se desgastar nem com o público de fora nem com as outras queens e acho que isso tira um pouco do brilho dela na competição.
    1 – Alyssa – Destruiu o challenge, vem sendo bastante consistente e engraçada, mostrou um movimento bem legal no lipsync e foi muito coerente com o que achava. Isso pode de fato ser arriscado para ela dentro do programa, mas fora dele ela mostra que tem personalidade e é inteligente. Que as outras busquem subir ao nível dela.

    Ginger – Uma pena ter saído, sua presença no bottom para mim foi injusta. O look estava péssimo, o pior de todos e eu sinto que ela não conseguiu mostrar todo o seu talento. O problema é que numa competição menor e de nível mais alto, é importante trazer seu melhor jogo todos os dias e ela teve azar em ser pareada com a Katya em um episódio bastante morno (exceção da sua eliminação).

  • Paulo Frank

    Gente, alguém poderia me explicar de onde surgiram e o q são essas gírias BEAST, Monster, Gila-monster, etc??
    Juro q boiei qdo falaram disso no episódio

  • GustavoFM

    O look da Phi Phi foi elogiadíssimo por todos os jurados e pela maioria dos espectadores. Até Raven e Raja disseram que foi o melhor no Fashion Photo Ruview. Esse look não funciona só como cosplay e estava super bem elaborado e acabado. Isso é implicância sua e olha que eu nem gosto muito dela. No desafio ela foi ótima também, incorporou bem a personagem.
    A Ginger foi maravilhosa no desafio, mas pecou na passarela. Ainda assim, eu acho que o desafio deveria contar mais e Roxxxy ou Alaska deveriam ter sido bottom no lugar, pois depois de Katya foram as performances mais normais (apesar de boas).
    Foi um episódio difícil de julgar, pois achei todas ótimas.

  • Capitã Marvel

    “Não estamos em Cosplay Drag Race” Meu filho, se o cosplay é feminino, de qualquer forma que seja, estamos sim! Drag tem que ser apenas se vestir de mulher como si mesmo sem poder representar um conceito ou personagem?

    Eu não entendo porque tem pessoas que colocam na cabeça que uma coisa exclui a outra. Drag, como foi definido no programa ao menos, é ilusão de feminilidade. Um homem fazendo cosplay de mulher é quase que a mesma coisa que isso, e no caso da Phi Phi que faz isso obviamente num estilo drag, principalmente, é como a Chad fazendo a Cher, só que no caso da Phi Phi, nem era um personagem definido, então nem se classifica como cosplay propriamente.

    Ou esse autor é muito ignorante ou ta arrumando mais motivos pra falar mal da Phi Phi. Não precisa se preocupar, a personalidade dela péssima e manipuladora ja ta o suficiente, não precisa envolver a arte nisso.