Preacher 1×07: He Gone

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Depois do fantástico sexto episódio, Preacher põe um pé na sua estrada de costume e nos traz um episódio pateticamente morno. Felizmente não uma tragédia como a maioria do que já vimos, mas também longe de ser tão empolgante quanto Sundowner. Estávamos todos torcendo para que a série preservasse o ritmo e a energia de semana passada, e embora não tenha sido bem o que aconteceu, ainda tivemos alguns momentos tão legais quanto.

No papel, He Gone provavelmente foi escrito como uma história sobre culpa. A clássica queda do protagonista, o momento em que tudo parece perdido. Mas o problema, que dificultou essa nobre intenção por parte dos roteiristas, é o que todos já sabemos: esse Jesse Custer está longe de merecer a nossa simpatia. Então, He Gone torna-se um episódio ainda mais complicado de se descrever, porque ele mostra que as pessoas ao redor de Custer são suas vítimas da mesma maneira que as vacas e bois de Odin Quincannon são as suas.

E o preocupante? Isso não é proposital.

O Bom,

Olha, pra início de conversa, acho que estou começando a amar essa abertura. A entrada musical parece cruzar bem com qualquer cena e me arranca um arrepio, por mais que a sequência, o episódio ou a série não mereçam exatamente essa estima. Ainda acho que ela não traduz Preacher tão bem quanto poderia, mas quando inserida no ponto certo (como foi o caso do episódio passado), ela consegue transmitir muito bem o que Preacher é.

Toda a tensão envolvendo o mistério do paradeiro do Eugene e a dúvida sobre o que o garoto está sofrendo foi fantástica. Agoniante mesmo. Passei o episódio roendo as unhas imaginando o que estava acontecendo com ele. A comida no forno pegando fogo justamente quando eles começam a falar sobre o menino, numa óbvia analogia ao que está acontecendo com ele no inferno, foi excelente. Uma sacada bem orgânica e extremamente engraçada, além de cruel.

No auge do episódio, quando Cassidy encara o Sol para atacar o Jesse, o SFX é terrível, mas a concepção artística foi ótima. A carne aquecendo ao ponto de formar bolhas e estourar foi nojenta e combinou com a pegada mais mundana dos vampiros de Preacher. A única coisa que me deixa bem desapontado com a releitura do Cassidy são os olhos. Os óculos sempre foram parte do charme do personagem e esconderam os seus olhos demoníacos o tempo todo sem sequer sabermos que havia algo de errado neles. É triste saber que eles são apenas um adereço na série, mas podia ser pior.

O Mau

OK, por onde começar?

De todas as deficiências narrativas de Preacher, a maior delas é, de longe, a sua incompetência em construir relações que pareçam verdadeiras. Jesse e Cassidy são, supostamente, melhores amigos, mas em momento algum nós entendemos porque o vampiro irlandês se identifica com Jesse. Ele já está vivo há centenas de anos e certamente já encontrou gente mais interessante e amigável do que o reverendo, até porque é difícil não encontrar alguém que se encaixe nesse perfil a cada esquina. Mas além desta, o romance de Jesse e Tulip é ainda mais artificial. Eu já tinha reclamado aqui da decisão preguiçosa de fazer o casal se conhecer desde a infância, mas a coisa só se agravou nesse episódio.

A magia da relação dos dois estaria precisamente na sua mundanidade. Um homem e uma mulher se conhecem durante a sua vida adulta e apesar de todas as maluquices e desafios nas suas vidas, eles ficam juntos até o fim do mundo. Aqui não é o caso. Qualquer um consegue reconhecer a preguiça por trás da terrível relação dos dois na série. Os roteiristas não conseguiram expressar sentimentos genuínos que os personagens nutrem um pelo outro e a única saída foi fazer uma origem épica e sentimentaloide para eles, que só enfraquece o amor que nem parece existir. A coincidência, o absurdo do destino reunir dois indivíduos tão perfeitos um para o outro (que aqui não são), toda a beleza da normalidade num universo tão esquisito, nada disso existe. Nós temos um romance escrito da forma mais porca possível e somos obrigados a comprá-lo e acreditar que Tulip por algum motivo amaria Jesse porque os dois cresceram juntos. Fácil, não é?

Ainda falando sobre a infância de Jesse, temos outra evidência de que os roteiristas não têm a menor ideia do que planejam fazer com o personagem. Ao mesmo tempo que querem introduzi-lo como um sujeito local, que cresceu naquela cidade feia, eles querem escrevê-lo a partir do arquétipo do outsider. O cara enigmático que chega numa cidadezinha estranha e intriga todo mundo. Mas não é o caso. Jesse aparentemente cresceu ali, deu o pé e depois voltou. Não há nenhum motivo para a comunidade estar tão atraída pelo que aconteceu com o reverendo nesse tempo fora porque, por lógica, eles nem deveriam ter qualquer pista do que ele fez, a menos que ele tenha contado publicamente. Tulip certamente não falou nada sobre as aventuras que eles viveram juntos. Ou seja, os roteiristas querem ter tudo duma só vez: alguém que cresce numa cidade e ao mesmo tempo um forasteiro que ninguém conhece.

Outro backstory que faz ainda menos sentido, e esse de uma maneira completamente incontestável, é o de Eugene. Algum tempo atrás eu respondi um comentário de um leitor e dei o meu pitaco sobre a nebulosa história de Eugene e Tracy Loach: o garoto teria acidentalmente causado a quase morte da garota, talvez num acidente ou algo do tipo, e em seguida teria tentado acabar com a sua própria vida. Para quem se encanta com a inocência característica do Cara de Cu, essa teria sido uma origem perfeita, não é? Mas não é o caso. Descobrimos essa semana que Eugene atirou na garota após ser rejeitado e depois tentou se matar. Só há um pequeno problema: isso não faz qualquer sentido, aqui ou na Lua. Por que diabos Eugene não estaria preso?! Eu sei que existe apologista pra tudo e que vão encontrar alguma forma de defender essa estupidez, mas ser filho do xerife não isentaria o Eugene de culpa legal. E nós nunca ouvimos ninguém mencionar algum tratamento psiquiátrico que o garoto teria recebido. Ou seja, pelo jeito ele não recebeu qualquer punição por tentativa de homicídio! Vou além: como diabos ele ainda está vivo? Querem que a gente acredite que ninguém numa cidadezinha tão rancorosa ninguém teria tentado matar o Eugene pelo que ele fez?

Caraca, o Cassidy se tornou o herói da série. E isso é muito, muito errado. Não porque eu estava torcendo para que ele fosse tão babaca quanto era nos quadrinhos, não. Esse episódio adicionou uma camada ao personagem e quebrou um pouco o seu ar de mero bobo da corte. É errado porque a consequência disso pra série é irreversível: não importa o quanto o personagem melhore no futuro, nós nunca vamos esquecer de um ano inteiro o odiando e compreendendo todos que estavam contra ele. O problema não está no caráter do personagem. Todos nós sabemos que estamos vivendo a era dos anti-heróis. Quem não adorava sentir rancor do inesquecível Don Draper por ser um grande dum babaca? Jesse é odiável porque ele é… mal escrito. Lembram do Locke de Lost? Ele também era cegamente convicto às suas crenças espirituais e era um dos sobreviventes mais memoráveis da ilha. Jesse é o pior personagem da série e não tem mais volta pra ele. Pelo menos não na minha ficha. Não vou conseguir esquecer a canastrice do Dominic Cooper e as completa falta de moralidade do reverendo. Ele não é um anti-herói, ele é tão vilanesco quanto o próprio Odin Quincannon.

e o Feio

Essa birra do Cassidy com O Grande Lebowski rende uns momentos bem divertidos, não só porque o personagem é engraçado, mas por ser tudo tão irônico. Todas as reclamações do vampiro se aplicam com muito mais força à própria série. Puro estilo e zero substância. Mas como eu disse, o protesto do Cassidy durante o jantar foi hilário. Melhor cena do episódio, talvez (o que diz muito sobre ele).

Espero não ter sido o único a gargalhar quando o Odin apareceu totalmente curado da influência do Jesse. Fez sentido? Nenhum. Forçado? Forçadíssimo! Foi por isso que eu ri.

Que dor no coração me deu ver o Cassidy fumando num vaporizador.

E o prêmio de fanservice mais idiota do ano vai para… Tulip revelando que o ator preferido de Jesse é o John Wayne. O Jesse da série não tem literalmente nada em comum com a filosofia do Wayne. Muito pelo contrário, aliás. Pelo que já mostraram, acho que o Jesse da série se identificaria mais com o Silas Malafaia. Ah, e também ri bastante quando o Cassidy sugeriu que fosse o Ryan Phillippe. Meu primeiro texto aqui no SM foi sobre uma estreia horrível com ele.

… e a sentença é…

Este tribunal declara o episódio culpado e o condena a 2 semanas de serviço comunitário. O serviço consiste em recolher e destruir todas as cópias das imagens do Dominic Cooper comendo. O gancho desse episódio foi ótimo, então vamos fazer as nossas preces para que o próximo entregue algo de excitante. Caso não aconteça, pelo menos vamos poder agradecer por só faltarem mais dois episódios para o fim da temporada. Se os boatos estiverem certos, Jesse, Tulip e Cassidy caem na estrada e no segundo ano essa série se transforma em Preacher.

  • Fabio Kazim

    Rapaz, não podemos elogiar muito, pq merda sempre acontece, risos.

    O Cassidy e suas tiradas cinematográficas é um deleite na série, já a Tulipa à mexicana dramalhona perdidona com o Jesse Custer? Pelos deuses de Kobol!! Para onde este povo tá caminhando com estes personagens?

    Jesse mais para Silas Malafaia, adorei, ri muito. E tb me diverti muito com Odin, em especial com seu motim contra Jesse Custer e suas terras.

    Agora, o Jhon Wayne? Alô AMC que não tá nem aí para quem não é fã, e apenas quer fazer masturbação mental com os fãs? Obrigado, risos. Gente! Preacher de longe, já é a série mais descaracterizada de todos os tempos ever. Mas tamo junto, que ela ainda nos diverte, mesmo sabendo que ela poderia ser melhor e a série do momento.

    • Sr. Hericles

      É realmente muito engraçado ver o Cassidy fazendo essas referências. Mas como eu disse, foi ainda mais engraçado ver que tudo que ele reclamava sobre O Grande Lebowski, a série faz bem pior.

      Tá bem idiota mesmo a Tulip só pensar no Jesse. Não tem NADA pra amar nesse cara. Tipo nada MESMO.

      A AMC não sabe se quer encantar os fãs ou se quer cuspir na cara deles. Na maioria das vezes é o segundo. E concordo contigo, essa série de Preacher só tem o nome. SÓ.

      P.S: os lordes de Kobol são uma farsa, só existe um Deus verdadeiro.

      • Gabriel

        E seu nome é…

        https://www.youtube.com/watch?v=enMReCEcHiM

        Foi mais forte do que eu.

        • Fabio Kazim

          Muito bom, kkkk, a galera sabe zoar, legal.

      • Fabio Kazim

        Ainda não sou uma máquina desperta, risos, então não sei se só existe um “deus verdadeiro ou vários lordes de kobol”, risos.

        Rapaz vc me fez lembrar de Caprica com meus irmãos maquínicos se juntando na igreja para adorar aquele Deus… Quase chorei com aquilo de tão bom que foi ver minha família questionando a vida, a fé, e até a seguindo se preciso.

        • Sr. Hericles

          Te contar a real, eu achei 60% de Battlestar Galactica um PORRE. Mas a quarta e última temporada foi absolutamente espetacular.

          • Fabio Kazim

            A série não é a perfeição em FC, sim a quarta e última temporada foram espetacular.

            Tb vou te contar uma real, kkk, mas o que me fazia ficar encantado como criança com a série, era os meus primos Cylons, sempre torcia por eles, seja na série antiga ou na nova.

          • Sr. Hericles

            Eu quase quebrava meu monitor toda vez que alguém pensava numa forma de exterminar os cylons e vinham bobocas como o Helo arranjar desculpinha moral. Além disso, a série também era visualmente terrível (mas aprendi a lidar com isso com séries, The Shield era a mesma coisa e era ridiculamente boa). Enfim, a quarta temporada calou a minha boca, não teve um único episódio que não fosse fantástico, e me fez ficar de vez do lado dos cylons (ou pró-cylon, pelo menos).

          • Fabio Kazim

            Sobre máquinas e moralidades. Hoje tanto aqui como lá fora, feministas e gays com bastante moralidade, estão defendendo uma ideia que cobiçar um android ou uma boneca ou boneco de silicone é opressão, e que isto terá ser criminalizado no futuro por rebaixar a existência de ambos.

            Todas vez que me deparo com isso me lembro das Cylon’s se, já q para eles, robôs não devem ser usados como objetos sexuais. Não tá fácil nem pra os robôs, rs.

          • Gabriel

            Que pena. Eu achei uns 99% muito legais. Só não gostei da segunda metade do último episódio.

  • Fabio Kazim

    Rapaz, não podemos elogiar muito, pq merda sempre acontece, risos.

    O Cassidy e suas tiradas cinematográficas é um deleite na série, já a Tulipa à mexicana dramalhona perdidona com o Jesse Custer? Pelos deuses de Kobol!! Para onde este povo tá caminhando com estes personagens?

    Jesse mais para Silas Malafaia, adorei, ri muito. E tb me diverti muito com Odin, em especial com seu motim contra Jesse Custer e suas terras.

    Agora, o Jhon Wayne? Alô AMC que não tá nem aí para quem não é fã, e apenas quer fazer masturbação mental com os fãs? Obrigado, risos. Gente! Preacher de longe, já é a série mais descaracterizada de todos os tempos ever. Mas tamo junto, que ela ainda nos diverte, mesmo sabendo que ela poderia ser melhor e a série do momento.

    • Sr. Hericles

      É realmente muito engraçado ver o Cassidy fazendo essas referências. Mas como eu disse, foi ainda mais engraçado ver que tudo que ele reclamava sobre O Grande Lebowski, a série faz bem pior.

      Tá bem idiota mesmo a Tulip só pensar no Jesse. Não tem NADA pra amar nesse cara. Tipo nada MESMO.

      A AMC não sabe se quer encantar os fãs ou se quer cuspir na cara deles. Na maioria das vezes é o segundo. E concordo contigo, essa série de Preacher só tem o nome. SÓ.

      P.S: os lordes de Kobol são uma farsa, só existe um Deus verdadeiro.

      • Gabriel

        E seu nome é…

        https://www.youtube.com/watch?v=enMReCEcHiM

        Foi mais forte do que eu.

        • Fabio Kazim

          Muito bom, kkkk, a galera sabe zoar, legal.

      • Fabio Kazim

        Ainda não sou uma máquina desperta, risos, então não sei se só existe um “deus verdadeiro ou vários lordes de kobol”, risos.

        Rapaz vc me fez lembrar de Caprica com meus irmãos maquínicos se juntando na igreja para adorar aquele Deus… Quase chorei com aquilo de tão bom que foi ver minha família questionando a vida, a fé, e até a seguindo se preciso.

        • Sr. Hericles

          Te contar a real, eu achei 60% de Battlestar Galactica um PORRE. Mas a quarta e última temporada foi absolutamente espetacular.

          • Fabio Kazim

            A série não é a perfeição em FC, sim a quarta e última temporada foram espetacular.

            Tb vou te contar uma real, kkk, mas o que me fazia ficar encantado como criança com a série, era os meus primos Cylons, sempre torcia por eles, seja na série antiga ou na nova.

          • Sr. Hericles

            Eu quase quebrava meu monitor toda vez que alguém pensava numa forma de exterminar os cylons e vinham bobocas como o Helo arranjar desculpinha moral. Além disso, a série também era visualmente terrível (mas aprendi a lidar com isso com séries, The Shield era a mesma coisa e era ridiculamente boa). Enfim, a quarta temporada calou a minha boca, não teve um único episódio que não fosse fantástico, e me fez ficar de vez do lado dos cylons (ou pró-cylon, pelo menos).

          • Fabio Kazim

            Sobre máquinas e moralidades. Hoje tanto aqui como lá fora, feministas e gays com bastante moralidade, estão defendendo uma ideia que cobiçar um android ou uma boneca ou boneco de silicone é opressão, e que isto terá ser criminalizado no futuro por rebaixar a existência de ambos.

            Todas vez que me deparo com isso me lembro das Cylon’s se, já q para eles, robôs não devem ser usados como objetos sexuais. Não tá fácil nem pra os robôs, rs.

          • Gabriel

            Que pena. Eu achei uns 99% muito legais. Só não gostei da segunda metade do último episódio.

  • thiago

    Suas resenhas são a razão pela qual eu assisto a série, sério. Kkkkk
    Se um dia você escrever um livro, eu vou comprar sem nem perguntar o assunto.

    • Sr. Hericles

      Poxa, valeu, Thiago!

      Se um dia eu acabar ele, te dou uma cópia de graça, haha.

    • Fabio Kazim

      Eu tb já disse que gosto do que ele escreve, pq ele sabe debochar no tom certo, risos, e muitas vezes melhor que a série.

  • thiago

    Suas resenhas são a razão pela qual eu assisto a série, sério. Kkkkk
    Se um dia você escrever um livro, eu vou comprar sem nem perguntar o assunto.

    • Sr. Hericles

      Poxa, valeu, Thiago!

      Se um dia eu acabar ele, te dou uma cópia de graça, haha.

    • Fabio Kazim

      Eu tb já disse que gosto do que ele escreve, pq ele sabe debochar no tom certo, risos, e muitas vezes melhor que a série.

  • Ricardo

    O pior de tudo é que eu gosto do Dominic Cooper. Ele é um bom ator! “Dublê do Diabo” e “Agent Carter” comprovam isso. Mas nessa série ele tá muito no piloto automático. Não sei se é só porque foi mal escrito ou se o ator não tem muito interesse nesse personagem, mas tá muito estranho. Em nada lembra o Jesse dos quadrinho. Pior que ele só Ruth Negga como Tulipa, que além de atuar mal é a personagem mais insuportável da série!!! Também detestei a resolução que deram ao cara de cu, vulgo Eugene.
    Só uma correção ao texto: Eugene não chegou a matar a garota. Ela está viva, mas em coma!

    • Sr. Hericles

      Eu não duvido que ele seja. Acho que já vi ele num papel ou outro e ele estava bem. Comentei lá atrás que devia ser culpa de quem está dirigindo os atores mesmo. Ele está MUITO ruim em Preacher.

      E discordo sobre a Tulip, não tenho tido problemas com ela. E isso é difícil de acreditar, porque eu ODIAVA a Ruth Negga em Misfits e estava com medo de detestar ela ainda mais aqui.

      Ah, e eu não disse que ela estava morta. Me refiro ao acontecido como ‘quase morte’ aqui: “o garoto teria acidentalmente causado a quase morte da garota”.

      Abração, rapaz.

      • Ricardo

        Opa! Realmente tinha entendido errado no texto. Li que a menina tinha sido morta pelo Eugene. Obrigado pela correção! Um abraço.

  • Ricardo

    O pior de tudo é que eu gosto do Dominic Cooper. Ele é um bom ator! “Dublê do Diabo” e “Agent Carter” comprovam isso. Mas nessa série ele tá muito no piloto automático. Não sei se é só porque foi mal escrito ou se o ator não tem muito interesse nesse personagem, mas tá muito estranho. Em nada lembra o Jesse dos quadrinho. Pior que ele só Ruth Negga como Tulipa, que além de atuar mal é a personagem mais insuportável da série!!! Também detestei a resolução que deram ao cara de cu, vulgo Eugene.
    Só uma correção ao texto: Eugene não chegou a matar a garota. Ela está viva, mas em coma!

    • Sr. Hericles

      Eu não duvido que ele seja. Acho que já vi ele num papel ou outro e ele estava bem. Comentei lá atrás que devia ser culpa de quem está dirigindo os atores mesmo. Ele está MUITO ruim em Preacher.

      E discordo sobre a Tulip, não tenho tido problemas com ela. E isso é difícil de acreditar, porque eu ODIAVA a Ruth Negga em Misfits e estava com medo de detestar ela ainda mais aqui.

      Ah, e eu não disse que ela estava morta. Me refiro ao acontecido como ‘quase morte’ aqui: “o garoto teria acidentalmente causado a quase morte da garota”.

      Abração, rapaz.

      • Ricardo

        Opa! Realmente tinha entendido errado no texto. Li que a menina tinha sido morta pelo Eugene. Obrigado pela correção! Um abraço.

  • Gabriel

    Estranhei um pouco que a voz de comando da Gênesis não conseguiu fazer o Cassidy voar por poder obrigar alguém a fazer algo que não era capaz mas enviou Eugene para o Inferno. Se o garoto ao menos tivesse se matado antes acho que faria mais sentido. Do jeito que ficou me pareceu que se Custer o mandasse para a Lua ele também iria.

    • Sr. Hericles

      Cacete, muito bem observado. Não faz sentido mesmo.

  • Gabriel

    Estranhei um pouco que a voz de comando da Gênesis não conseguiu fazer o Cassidy voar por não poder obrigar alguém a fazer algo que não era capaz mas enviou Eugene para o Inferno. Se o garoto ao menos tivesse se matado antes acho que faria mais sentido. Do jeito que ficou me pareceu que se Custer o mandasse para a Lua ele também iria.

    • Sr. Hericles

      Cacete, muito bem observado. Não faz sentido mesmo.

  • ROGER JANSEN BASCHI

    #voltaeugene

    • Sr. Hericles

      Duvido muito que ele não volte, viu? Só não sei como.

  • ROGER JANSEN BASCHI

    #voltaeugene

    • Sr. Hericles

      Duvido muito que ele não volte, viu? Só não sei como.

  • Junito Hartley

    Entendo que tenham que mudar, porque HQ é uma coisa e serie é outra, mais acho que tem coisas que nao deviam ser mudado, tipo a origem do pai do Jesse, que na HQ é muito importante pra ele e a origem da tulipa ser quem ela é quando adulta, outra coisa, na hora que o Jesse usa o Genesis, a produção podia colocar os olhos dele vermelho, acho que ia ficar mais foda do que a voz possessa, to vendo a serie por ver mesmo, mais nao to empolgado nao.

  • Junito Hartley

    Entendo que tenham que mudar, porque HQ é uma coisa e serie é outra, mais acho que tem coisas que nao deviam ser mudado, tipo a origem do pai do Jesse, que na HQ é muito importante pra ele e a origem da tulipa ser quem ela é quando adulta, outra coisa, na hora que o Jesse usa o Genesis, a produção podia colocar os olhos dele vermelho, acho que ia ficar mais foda do que a voz possessa, to vendo a serie por ver mesmo, mais nao to empolgado nao.

  • Gi

    queria acompanhar a série mas pelos comentarios que ouço não ta valendo a pena. Estou baixando só os episódios que eu vejo aqui que vc gostou ou viu algo que valeu a pena. Pelo visto setimo nao vai ser um deles. Vamos torcer pro oitavo ser melhor. Vc escreve muito bem. Seja forte, talvez a série melhore ainda.

  • Gi

    queria acompanhar a série mas pelos comentarios que ouço não ta valendo a pena. Estou baixando só os episódios que eu vejo aqui que vc gostou ou viu algo que valeu a pena. Pelo visto setimo nao vai ser um deles. Vamos torcer pro oitavo ser melhor. Vc escreve muito bem. Seja forte, talvez a série melhore ainda.

  • NowSilva

    Foi legal conhecer a história da Tulipa.

  • NowSilva

    Foi legal conhecer a história da Tulipa.