Oscar Maníacos 2×12: Os principais candidatos a Melhor Filme

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Você pode até pensar que não, mas muitos cérebros pensantes de Hollywood já estão concatenando ideias para garantir seu espaço no Oscar 2017. Após fortes polêmicas e mudanças consideráveis na configuração dos membros da Academia, a trinca de festivais Telluride-Toronto-Veneza em breve começará a anunciar seus títulos.

Alguns filmes da competição já foram vistos, como os que estrearam em Sundance e Cannes. Outros, apesar de não terem sido lançados oficialmente, já foram testados por aí e alguma coisa se sabe a respeito deles. Tudo ainda é instável e incerto, mas é perfeitamente possível olhar para o papel e fazer algumas previsões bem informadas sobre eventuais favoritos na categoria principal do Oscar.

Muitos dos filmes aqui já foram abordados anteriormente na coluna. No caso de novidades, dedicarei mais tempo para apresentá-los.

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Billy Lynn’s Long Halftime Walk: Ang Lee dirigindo um drama militar americano é motivo suficiente para colocar esse longa no topo de qualquer lista de prospectos para o Oscar 2017, principalmente quando o livro que serviu de base para a adaptação cinematográfica foi tão bem recebido. Temos ainda o experimento com 120 FPS em 3D que promete gerar caos nas categorias técnicas, e um trailer extremamente sólido. Lee até hoje não levou o prêmio de Melhor Filme, apesar de ter 2 Oscars por direção. Será esse seu momento? Essa é a principal aposta da Sony para o ano, e a data de lançamento (11 de novembro) indica total confiança.

Silence: Outro nome gigante aparece aqui. Scorsese é um dos diretores mais respeitados de todos os tempos, e não é difícil imaginá-lo levando prêmios de filme e direção pela segunda vez. Seu projeto, engavetado várias vezes, agora vê a luz do dia. Silence é uma obra que transpira religiosidade, baseada também em um aclamado livro e ambientada no século XVII. A mistura desses ingredientes tem um potencial enorme. Resta esperar algum anúncio oficial da Paramount quanto a data de lançamento. Em tese, esse será o principal filme do estúdio.

The Birth of a Nation: É possível dizer que tenhamos uma trinca inicial de favoritos para 2017. Nesse caso, The Birth of a Nation é certamente um deles. Os motivos são bem diferentes dos títulos de Lee e Scorsese, uma vez que o diretor Nate Parker é um completo iniciante: é a distribuição pela poderosa Fox Searchlight, que parou caro pelo filme, o impulso do #OscarsSoWhite e a calorosa recepção do filme em Sundance que determinam esse favoritismo. O lançamento em outubro é ideal, e ultimamente o estúdio não está errando em suas apostas. Já tivemos dois trailers lançados. Fiquem com o primeiro, de longe o melhor dos dois.

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Manchester by the Sea: Durante minha cobertura de Sundance, dois filmes mostraram tranquila superioridade aos outros em matéria de críticas e buzz. Ao lado do projeto de Nate Parker, com vários atributos claros e significativos para o Oscar, temos Manchester. Não é um trabalho tão fácil vender essa obra, descrita como um drama emocional de ritmo lento que trabalha com luto e recuperação. Por que o filme está aqui então? Simplesmente porque os críticos estão loucamente apaixonados com a obra, adquirida pela Amazon por 10 milhões de dólares para um lançamento em novembro, com foco certo no Oscar 2017. Será que a empresa terá sucesso onde a Netflix não teve ano passado com Beasts of No Nation?

La La Land: O novo projeto de Damien Chazelle, diretor de Whiplash, já estava bem alto na minha lista de expectativas para 2016. Após um teaser de cair o queixo e o anúncio de que o filme abrirá o festival de Veneza, o cheiro de Oscar tornou-se subitamente mais forte. Uma mistura de romance, comédia e musical parece ser o contraponto perfeito para os tempos sombrios de agora, e também para a boa quantidade de dramas que prometem invadir a categoria de Melhor Filme. O filme chega em dezembro nos EUA, certamente como carro-chefe da Lionsgate para o ano. O estúdio não tem o melhor histórico em corridas do Oscar, mas Chazelle é um nome em ascensão e as primeiras reações de quem já viu o filme por aí falam em um delicioso romance com potencial enorme para agradar o grande público.

Fences: O projeto diretorial de Denzel Washington, baseado na peça estrelada por ele e Viola Davis, está gerando muito burburinho. As expectativas são altas, mas a meu ver ainda é necessário temperar um pouco essa antecipação. Indicações por atuação, principalmente para Davis, são possibilidades sólidas, mas o caráter intimista do longa provavelmente evitará que ele consiga um bom número de indicações. Além disso, é bem possível que tenhamos um dos flops da temporada aqui. Washington nunca se provou como diretor, Mesmo assim, ignorar o hype do #OscarsSoWhite e uma peça aclamada como essa é irracional. Melhor esperar.

Sully

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Direção: Clint Eastwood  (Unforgiven, Million Dollar Baby, American Sniper)

Roteiro: Todd Komarnicki  (Perfect Stranger)

Elenco: Tom Hanks, Aaron Eckhart, Anna Gunn, Laura Linney

Sinopse: A história do piloto de avião Chesley Sullenberger, que se tornou um herói após aterrissar uma aeronave no Rio Hudson sem ferir qualquer passageiro.

Você deve se lembrar dessa história, e talvez seja até muito cedo para transformá-la em um filme. De qualquer forma, com o combo Eastwood e Hanks ninguém está reclamando muito. Não vou fingir que tenho alguma animação para um novo filme do diretor, mas é evidente que a Academia sempre gosta de seus projetos. Resta saber se esse é um dos flops do diretor (eles existem em bom número), embora a combinação de “baseado em fatos reais” e Tom Hanks dê certa credibilidade em termos de premiações. A distribuição será feita pela Warner, que tem algumas outras peças alinhadas esse ano, mas nenhuma tão segura como essa. O lançamento no dia 9 de setembro é um pouco preocupante: esse mês não costuma ser muito amigável para possíveis competidores ao Oscar. Uma boa bilheteria, entretanto, pode compensar o problema, e isso é certamente possível em um filme com esse “pedigree”. Por fim, fiquem com o trailer do longa.

Loving: Outro da minha lista de antecipados do ano, dessa vez já exibido em Cannes. O filme de Jeff Nichols não conseguiu muito buzz no festival francês, mas isso não tem grande significado para suas chances de Oscar. A distribuidora Focus Features é treinada no jogo do Oscar e o lançamento em 4 de novembro indica confiança. Entretanto, os vários comentários sobre a quietude, modéstia e falta de conflito do filme me fazem ter dúvidas. O Oscar gosta de espalhafato, e Nichols decididamente não é um diretor com essa cara. Por outro lado: #OscarsSoWhite. Fiquem com o trailer (sem legendas).

Passengers: O novo sci-fi que promete unir as estrelas do momento Jennifer Lawrence e Chris Pratt é uma possível aposta da Sony, principalmente após o sucesso do diretor Morten Tyldum no Oscar com The Imitation Game. Ou será que não? É difícil prever esse tipo de coisa com filmes de ficção científica, mas o “star power” é impossível de ser ignorado. O lançamento é em 21 de dezembro, e a Sony ainda terá que dividir atenções com Billy Lynn em sua campanha para o Oscar. Existe outro problema: um imbróglio jurídico envolvendo a empresa de efeitos visuais que trabalha em Passengers pode atrasar a produção do filme.

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Nocturnal Animals: O novo filme de Tom Ford acaba de entrar em competição no Festival de Veneza, e o combo de Jake Gyllenhaal e Amy Adams promete muito. Após comprar o longa por 20 milhões de dólares, a Focus Features com certeza investirá numa forte campanha para o Oscar. Entretanto, por ser um filme de suspense, o alerta do preconceito da Academia para filmes de gênero deve ser ligado.

Moonlight: Primeira opção da nova distribuidora badalada no Oscar, a A24. Seria esse um projeto inacessível demais para a Academia? Espera-se que o longa debute em Telluride, uma vez que foi (estranhamente) esquecido em Toronto e Veneza. É possível que ainda apareça em Toronto, e ainda tem o mérito de ser o projeto com menos cara de oscar bait especializada em #OscarsSoWhite. O problema é…

20th Century Women: A segunda opção da A24 pode facilmente se tornar a primeira. O filme foi anunciado como atração central no Festival de Nova York, plataforma importante para o Oscar que ocorre no início de outubro. É uma comédia, o que garante bonus points para o Globo de Ouro, e conta com uma favorita da Academia no elenco: Annette Bening. Qual dos dois filmes tomará posição de destaque na corrida de 2017? Difícil saber.

Arrival: O novo sci-fi de Denis Villeneuve recebeu espaço na competição do festival de Veneza, também aparecendo em Toronto. Muitos especulam que a trinca será fechada com um anúncio para Telluride. Com 3 festivais no bolso, é possível pensar numa campanha séria da Paramount para colocar o filme no mapa do Oscar. Ao mesmo tempo, o estúdio está com vários filmes em mãos e existem dúvidas sobre sua competência de equilibrar todos esses pratos ao mesmo tempo.

Dicas de Filmes

Perceberam o nome novo? Há algum tempo eu já estou excluindo da sessão de Atualizações filmes que considero dispensáveis. Creio então que já é hora de definir melhor esse espaço: mini-reviews de longas que considero dignos de seu tempo. Quanto a outros longas recentes que não entraram nessa lista e até mesmo filmes antigos (faço maratona de diretores com frequência), vocês podem conferir minhas reviews no Letterboxd. Outra boa opção é o nosso grupo voltado para cinema do Telegram, para um bate-papo descontraído sobre a sétima arte. Vamos às dicas!

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Right Now, Wrong Then é um longa extremamente mundano e discreto sobre o primeiro encontro entre um reconhecido diretor de cinema e uma solitária pintora. Dirigido pelo sul-coreano Hong Sang-soo, o filme se utiliza de uma ferramenta incomum e fascinante para contar sua história: com uma divisão ao meio, a narrativa inteira se repete. O encontro entre os protagonistas Ham e Yoon ocorre e se desenvolve duas vezes. Os acontecimentos são parecidos, mas sutilmente diferentes. O que Hong consegue construir é uma experiência de produção cinematográfica dentro de seu próprio filme, montando e remontando seus personagens de formas díspares e aocmpanhando o desenvolvimento de sua história a partir dessas diferenças. A princípio a genialidade de Right Now, Wrong Then demora para ser descoberta, já que a análise do filme depende completamente da comparação entre suas duas metades. Em ambas, entretanto, o método de filmagem é o mesmo. Hong trabalha com a câmera quase sempre imóvel e com o mínimo de cortes possíveis, deixando as atuações de Kim Min-hee e Jeong Jae-yeong respirarem e se tornarem agradavelmente naturais. É um filme de longas e ininterruptas conversas, que cria dois cenários diferentes entre si. Como o título diz, em um deles as coisas dão certo. Em outro, nem tanto. Estudar os motivos de cada resultado e as mudanças na interação de Ham e Yoon que levam a esse resultado é um incomum e hipnotizante meio de se estudar um personagem. Avaliação: ★★★★

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Uma das experiências mais gratificantes do cinema é assistir um bom thriller. O gênero está ultimamente assolado por projetos ruins e mal feitos, de forma que presenciar algo tão inteligente e absolutamente aterrorizante como Green Room é uma oportunidade a ser aproveitada. O filme de Jeremy Saulnier já se inicia com uma narrativa peculiar e chamativa: uma banda de punk-rock decide se apresentar em um bar neo-nazista lotado de skinheads. O show, surpreendentemente, vai bem, mas quando o grupo acidentalmente vê algo que não deveria ter visto a situação muda. Encurralados dentro de salas claustrofóbicas e com todo tipo de agressões alucinantes ao seu redor, o longa rapidamente espirala para a violência explícita e a loucura total. A forma como isso é feito impressiona. Green Room é um filme curto que se aproveita de um primeiro ato introdutório a fim de nos jogar com velocidade assustadora para o ritmo frenético e sanguinolento do resto da película. Temos sim momentos de suspense quase insuportáveis e uma manutenção de ritmo impecável, mas tudo se desenvolve com uma velocidade que repetidamente pega o expectador desprevenido. Comandando o time dos vilões, temos a inspirada escalação de Patrick Stewart para o papel do dono do bar encarregado de resolver a situação. Sua interação com os comparsas é sempre críptica e cheia de gírias próprias que mantém enigmáticas as suas intenções. Por vezes o longa usa alguns clichês de roteiro bastante desagradáveis, mas sua última cena, quase como que pedindo perdão, faz uma ótima piada com esse tipo de chavão. Avaliação: ★★★★

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Florence Foster Jenkins é o novo veículo gerador de Oscars para Meryl Streep, biografia incomum de uma personalidade bizarra da história da música. Dirigido por Stephen Frears, o longa conta de forma tradicional a história da personagem título, uma rica mulher cujo sonho era cantar ópera, apesar de ter uma voz horrível. Apoiada por um esposo protetor que mente deslavadamente a respeito de seu talento (Hugh Grant), Florence vive sua ilusão de forma plena. O humor permeia o longa, presente principalmente nas cenas em que Florence faz seus treinos vocais. Streep faz mais um trabalho memorável, sendo acompanhada nas trapalhadas cômicas por um incrédulo pianista interpretado por Simon Helberg. Entretanto, o humor às vezes é escrachado e excessivo demais. Pelo menos o drama da situação não passa despercebido: Grant e Streep constroem com destreza a tragédia de uma personagem completamente iludida que força seu marido a tomar decisões difíceis para protegê-la. É difícil imaginar que a atriz não alcance sua vigésima indicação com uma atuação tão espalhafatosa e rica em modulações. Nesse caso, ela merece. Avaliação: ★★★½

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Boi Neon é um erótico e naturalista olhar sobre a cultura nordestina das vaquejadas e, principalmente, a desconstrução de estereótipos sexuais. Através de uma narrativa sem grandes acontecimentos e mais interessada em observar um exótico estilo de vida, o diretor brasileiro Gabriel Mascaro nos introduz a Iremar. Esse protagonista, interpretado com naturalidade impressionante por Juliano Cazarré, é um mistério ambulante: submergido no universo rústico das vaquejadas, o personagem desenvolve um curioso hobby por costura e moda. As complexidades dessa figura, entretanto, não são muito exploradas, e esse talvez seja o principal problema de Boi Neon. Mascaro cria uma fusão sensual entre homem e animal, nos alimentando com imagens impactantes (a fotografia de Diego García é rica e meticulosa) mas nunca conectando seus vários pontos desconexos. A principal preocupação do longa é nos mergulhar nesse universo peculiar, e pelo menos essa empreitada é realizada com sucesso estrondoso. Boi Neon exsuda poeira, couro e bosta de vaca. Sua ambientação nunca deixa de demonstrar uma autenticidade estonteante, e é nesses prazeres que se pode aproveitar uma obra como essa. Avaliação: ★★★½

  • Alan

    Os únicos que curti e que já estavam na minha lista são: La La Land, Loving, Nocturnal Animals e Arrival. Talvez depois de ver alguns trailers eu veja
    Manchester by the Sea.

    Torço para que Ah-ga-ssi entre para competir o melhor filme estrangeiro.

    Não sabia do novo filme do Sang-soo Hong, mas gosto muito Da-reun na-ra-e-seo, filme bem singelo e muito bonito. Vi uns outros 5 filmes dele e não curti tanto.

    Vi poucos filmes em 2016, que lançaram esse ano e a situação está feia demais

    Miles Ahead
    – Como estragar uma história, esse devia ser o subtítulo do filme. Tirando a trilha sonora, que é fenomenal, mais nada funciona. Uma pena Miles Davis ser homenageado com um filmeco desse. Não consegui acabar de ver. 3/10

    Demolition
    – Outro que não acabei de ver. Sono demais. 3/10

    Me Before You – Filme que força o drama e tenta ser engraçadinho. Outro tédio, além da previsibilidade desde a primeira cena. 4/10

    Miracles from Heaven
    – Outro que força o choro, porém consegue ser melhor que o de cima. 6/10

    Find Dory até agora foi o melhor filme do ano. Ontem comecei a ver The Nice Guys e estou gostando bastante. E na sequência verei Born to be Blue, vamos ver se alguma homenagem aos jazzistas esse ano será boa.

  • Alan

    Os únicos que curti e que já estavam na minha lista são: La La Land, Loving, Nocturnal Animals e Arrival. Talvez depois de ver alguns trailers eu veja
    Manchester by the Sea.

    Torço para que Ah-ga-ssi entre para competir o melhor filme estrangeiro.

    Não sabia do novo filme do Sang-soo Hong, mas gosto muito Da-reun na-ra-e-seo, filme bem singelo e muito bonito. Vi uns outros 5 filmes dele e não curti tanto.

    Vi poucos filmes em 2016, que lançaram esse ano e a situação está feia demais

    Miles Ahead
    – Como estragar uma história, esse devia ser o subtítulo do filme. Tirando a trilha sonora, que é fenomenal, mais nada funciona. Uma pena Miles Davis ser homenageado com um filmeco desse. Não consegui acabar de ver. 3/10

    Demolition
    – Outro que não acabei de ver. Sono demais. 3/10

    Me Before You – Filme que força o drama e tenta ser engraçadinho. Outro tédio, além da previsibilidade desde a primeira cena. 4/10

    Miracles from Heaven
    – Outro que força o choro, porém consegue ser melhor que o de cima. 6/10

    Find Dory até agora foi o melhor filme do ano. Ontem comecei a ver The Nice Guys e estou gostando bastante. E na sequência verei Born to be Blue, vamos ver se alguma homenagem aos jazzistas esse ano será boa.

  • Opa, lista bem legal pra quem gosta de acompanhar as premiações. Desses aí, eu quero ver La La Land (o trailer é realmente maravilhoso — é o Ryan cantando?),Manchester by the Sea, o novo do Scorsa, o novo do Villeneuve, esse Fences por motivos de Viola Davis e Passengers. Mas o que eu quero saber mesmo é quando o Kyle Chandler vai ganhar status de A-lister em Hollywood. O cara esteve presente em vários filmassos nos últimos anos (Carol, Argo, O Lobo de Wall Street, O Maravilhoso Agora, esse Manchester By The Sea) e continua sendo ignorado, um atorzasso como ele merece mais reconhecimento!

    Vai ter uma listinha parecidos pras direções e atuações, querido Aaron?

    • Direção normalmente acaba refletindo os indicados a Melhor Filme, mas planejo uma lista para atuações sim.

  • Opa, lista bem legal pra quem gosta de acompanhar as premiações. Desses aí, eu quero ver La La Land (o trailer é realmente maravilhoso — é o Ryan cantando?), Manchester by the Sea, o novo do Scorsa, o novo do Villeneuve, esse Fences por motivos de Viola Davis e Passengers. Mas o que eu quero saber mesmo é quando o Kyle Chandler vai ganhar status de A-lister em Hollywood. O cara esteve presente em vários filmassos nos últimos anos (Carol, Argo, O Lobo de Wall Street, O Maravilhoso Agora, A Hora Mais Escura, esse Manchester By The Sea) e continua sendo ignorado, um atorzasso como ele merece mais reconhecimento!

    Vai ter uma listinha parecidos pras direções e atuações, querido Aaron?

    • Direção normalmente acaba refletindo os indicados a Melhor Filme, mas planejo uma lista para atuações sim.

  • Viviana Galeno

    Olá!
    Vocês conhecem algum site no estilo do omelhordatelona.biz para baixar filmes de outros países em RMVB e legendado? Que não seja o telona.org?
    Quem puder seleciona um site de confiança, agradeço.