Os 10 Melhores Episódios de The Good Wife

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Hoje, dia 8 de maio, além de celebrar as Mães, é o momento de nos despedirmos de The Good Wife, cujo series finale será exibido pela CBS. The Good Wife (ou TGW, para os íntimos) é uma série que durante os últimos sete anos ocupou um lugar curioso para os serie maníacos.

Uma reconhecida ilha de qualidade e frescor na aridez dos canais abertos. Uma revigorante abordagem para o formato procedural jurídico. Um texto cortante, inventivo e corajoso em tocar em pontos polêmicos da sociedade americana (controle de armas; espionagem dos cidadãos civis; relações internacionais com China, Venezuela, Oriente Médio; racismo; gênero; sistema eleitoral etc.). Um elenco forte e deliciosamente arrematado com um sem-número de convidados recorrentes que ganharam vida própria e contribuíram em muito para que o show se tornasse o que foi: Louis Canning, Elsbeth Taccioni, Colin Sweeney, Nancy Crozier, Patty Nyholm…

Algumas decisões criativas da série não são unanimidade entre seus fãs: especialmente aquelas que fizeram com que Alicia Florrick se mantivesse atavicamente fiel ao título da série! Entretanto, é inegável que TGW solidificou uma trajetória de sucesso de público, crítica e reconhecimento em premiações com base nos pontos acima. Durante seu ápice, o show foi o que mais se aproximou de ocupar um lugar de “quase unanimidade” entre os fãs de séries, por se portar de forma equidistante entre o didático e o hermético, entre a reflexão e o entretenimento, entre a elegância narrativa e o carisma.

Como forma de celebrar o que TGW representou para nós e para tantos outros fãs do show, selecionamos os 10 episódios mais marcantes da série (IN OUR OPINION), comentados por membros do nosso team.

All good things must come an end. = )

Spoilers abaixo!

101×01: Pilot – Por Thiago Leal

Por mais que sete anos tenham se passado, me lembro como se fosse hoje o dia em que assisti o episódio piloto de TGW. A série já me atraía a partir de sua premissa, já que, na época, eu ainda era um estudante de direito e, logo, tinha um encantamento natural por dramas jurídicos. Eu consigo me lembrar também que a minha primeira impressão sobre a série foi das melhores: já naquela primeira cena, da coletiva de imprensa de Alicia e Peter, da humilhação que “a boa esposa” estava sendo submetida, mas com a pequena mostra da força da personagem em um significativo tapa deferido em seu marido e a promessa de que veríamos o crescimento daquela mulher para se reerguer no seu retorno ao mundo do direito.

E foi exatamente isso o que vimos. Sete anos se passaram e não apenas eu deixei de ser um estudante de direito para me tornar um advogado, como a própria Alicia deixou de ser a boa esposa do título para se tornar a dona de sua vida. Tantas coisas maravilhosas aconteceram nesses últimos sete anos, coisas que nem poderíamos imaginar ao assistir o primeiro episódio da série – e que ajudaram a transformá-la, em vários momentos, no melhor drama em exibição na TV americana. Aqueles personagens evoluíram tanto que, assim como eu não me reconheço há sete anos atrás, também não consigo mais enxergar a Saint Alicia (e parabéns à Julianna Margulies por isso).

Enfim, o piloto de The Good Wife, apesar de não nos preparar para tudo o que veríamos na série, já tinha deixado dicas do que não mudaria nesses últimos sete anos: o elenco espetacular, o brilhantismo do texto dos King, as participações especiais e as referências políticas e sociais de um texto que jamais decepcionou. Foi exatamente com essas premissas fixadas no piloto que vieram alguns dos episódios mais memoráveis da televisão, que serão mostrados no decorrer dessa lista.

93×05: Marthas and Caitlins – Por Filipe Degani

Como uma trama que sempre abordou, em maior ou menos grau, o tema da profissionalização feminina no mundo eminentemente masculino do Direito, TGW entregou em Marthas and Caitlins seu episódio mais reflexivo nesse sentido. Cada vez mais consolidada na Lockhart Gardner, Alicia recebe a missão de selecionar uma nova associada dentre duas candidatas. Ela se encanta por Martha, aquela que possui o melhor currículo, as melhores notas, a postura mais compenetrada: aquela com a qual Alicia se identifica. Entretanto, ela precisa engolir em seco a contratação de Caitlin: a mais bonita, agradável, sorridente e com o maior fator “Q.I.” (quem indica).

O momento em que Will rebate o discurso de Alicia com a constatação de que anos antes ela tinha sido a Caitlin dele é icônico não apenas para a memória dos fãs (“fator sambada”), em mas sobretudo para a própria autoimagem de Alicia. Cada vez ficava mais claro para Alicia que sua trajetória para assumir o controle da própria vida não dependia (e nem dependeria dali para frente) de seus esforços próprios tanto quanto ela pensava. A revelação que Marthas and Caitlins trouxe certamente foi decisiva para as decisões (as acertadas e as erradas) que Alicia tomou dali para frente em sua constante oscilação entre a ousadia e o conformismo.

Uma pausa para reverenciar a figura de Colin Sweeney representado aqui neste episódio. Na qualidade de maior admirador de Alicia, ele não poderia ficar de fora desta lista.

83×14: Another Ham Sandwich – Por Vinícius Barros

No meio da sua terceira temporada, TGW deu uma pausa nos casos da semana para um episódio-evento envolvendo Will: finalmente seu futuro seria traçado no grand jury. Sendo assim, não tem como não começar Another Ham Sandwich já tenso, torcendo para o time Lockhart/Gardner. Aproveitando-se disso, o roteiro do capítulo foi, pouco a pouco, construindo um plot twist que não tinha como desagradar: a queda da condescendente Wendy Scott-Carr, após o não indiciamento de Will. Até lá, o espectador acompanhou cada testemunho com um misto de sentimentos, seja apreensão (quando Diane confirmou todos os quesitos do DA), esperança (quando Wendy apresentou os e-mails fakes em frente aos jurados e o tiro saiu pela culatra) ou revolta (quando o affair de Alicia foi escancarado na frente de todo mundo), fazendo com que os quarenta minutos passassem na velocidade da luz.

Além disso, ainda tivemos tramas paralelas que foram muito além do alívio cômico. Stacie Hall voltou e, entre irish cofees e muita “sedução”, revelou que coordenaria a campanha eleitoral da ex-mulher de Eli Gold, dando um verdadeiro soco no estômago do estrategista. Eli também aprendeu a não subestimar Caitlin D’Arcy, que só estava começando a mostrar sua perspicácia na série. Com tanta coisa acontecendo, Another Ham Sandwich foi frenético, instantaneamente entrando para o hall de capítulos clássicos de The Good Wife, ao mesclar humor e inteligência de maneira única, raramente vista em qualquer outra produção televisiva.

74×14: Red Team, Blue Team – Por Sr. Hericles

Um dos episódios mais nostálgicos da série, se você o rever hoje em dia, mas um capítulo igualmente fantástico da temporada para quem estava acompanhando na época. O episódio trabalha as ambições e motivações de Alicia e, pessoalmente, foi quando a série me convenceu de que a Florrick era uma personagem fantástica. No episódio, uma empresa cliente da Lockhart-Gardner responsável pela fabricação de bebidas energéticas encomenda um mock trial para ver como se sairiam em corte contra a família que os está processando após a morte da filha. Alicia e Cary descobrem que os outros sócios cancelaram os planos de convidá-los para o grupo de parceiros e decidem se vingar de Will e Diane os humilhando na corte de brincadeira. O episódio é extremamente tenso, mas não deixa de ser um dos mais bem-humorados de toda a série.

A história tinha uma vibe totalmente diferente, bem jovial e divertida, cheia de personagens malucos como Josh Perotti, um agente da lei que rasga evidências porque quer. Bate uma saudade enorme dessa TGW mais boba e despretensiosa, sem os dramalhões românticos frouxos que infelizmente estão marcando a reta final da série. Will continua fazendo uma falta indescritível na série e a sua saída parece ter sido o que mudou a série para sempre. Revendo o episódio lembrei até de que como Diane era adorável no começo e o quanto a gente ainda se surpreendia com as bizarrices de Elsbeth. Mas o que chama mais atenção mesmo é o quanto Alicia evolui nesse único episódio. Ela passa de ingênua para amarga para vingativa para verdadeiramente triste e impotente. Foi um dos melhores momentos de desenvolvimento de personagem de toda a série e merece muito estar nessa lista.

66×04: Oppo Research – Por Welson Oliveira

A sexta temporada de TGW chegou após seu melhor e mais turbulento ano. Mesmo entre os fãs mais devotos ao programa, sempre pairava a dúvida sobre como continuar a entreter, divertir e instigar sem cair no desgaste. Além disso, os questionamentos se voltavam também ao fato da perda sofrida no elenco principal. Isso até o quarto episódio dar um frescor e graça à série, demonstrando em seus dez primeiros minutos porque a produção mantém uma base de fãs tão sólida e empolgada. A elegância do humor presente nos quarenta e dois minutos de Oppo Research mostra o equilíbrio perfeito que sempre fora feito no roteiro entre as tragédias da vida da boa esposa e a veia cômica retirada de tudo isso.

Com um texto afiado, atual e conduzido com competência por um elenco que nunca falha, aqui temos elementos que não só estiveram muito presentes, como são a razão de tanto sucesso diante da crítica. Alicia precisa se preparar para a possibilidade de concorrer ao cargo de Procuradora, quando a trama ainda nos era mistério completo. Ela tenta separar sua vida pessoal do trabalho, mas percebe que isso é impossível, tendo apenas que lidar com os danos. Agressiva, arrogante, irônica e cínica, a protagonista desvia de todos os ataques apontados pela pesquisa de preparação para assumir esse estado de poder que nunca teve, mas sempre vislumbrou em suas mãos, assim como sua taça de vinho, companheira de decisões.

55×16: The Last Call – Por Gabriel Lanzaro

Um dos grandes fortes de TGW sempre foi seu elenco, seja o elenco principal propriamente dito ou as diversas participações especiais que visitaram a série em seus sete anos de vida. Entretanto, há de se destacar a presença do elenco feminino, que ultrapassou os patamares de somente boas atuações para atingir níveis extraordinários. Um dos melhores exemplos disto é claramente observado em The Last Call, episódio portador das Emmy Tapes de Julianna Margulies e Christine Baranski, nos quais a protagonista foi a vencedora e ainda procuro razões pelas quais Diane Lockhart não ganhou mais um prêmio para sua estante. Registre-se ainda a também excelente atuação de Archie Panjabi. As consequências do luto pela morte de Will Gardner se manifestaram nestas mulheres das mais diversas maneiras, cada uma mais incrível que a outra.

Aqui nos referimos à procura por Alicia pela última chamada de Will, derramando lágrimas a cada passo que se aproximava de uma possível e triste verdade e à imposição de Diane, numa tentativa de controlar a firma em nome do seu parceiro e das ações que este executaria se a situação fosse contrária. O abraço entre Alicia e Diane, na entrada da então Lockhart & Gardner, mesmo depois de tantas brigas há algumas semanas, representa uma das cenas mais especiais de toda a série, bem como a incerteza do conteúdo da chamada perdida, um dos elementos simbólicos da série desde a sua primeira temporada. TGW apostou num recurso até então não explorado – a morte – e soube lidar de forma extremamente digna com isto, mostrando o impacto que Will Gardner tinha sobre a vida de todos.

42×22: Getting Off – Por Tiago Vaz

Não me recordo de episódios medianos durante a segunda temporada da boa esposa. In my opinion, o roteiro construiu com maestria a amizade entre a protagonista e Kalinda, ao mesmo tempo em que deixava o tempo curar as dores de seu casamento com Peter. Foreign Affairs (2×20) implodiu esses relacionamentos, permitindo que Julianna Margulies e Archie Panjabi tivessem a melhor interpretação conjunta no pior momento de suas personagens. É quase impossível rever esse episódio e não sentir a tensão presente no olhar entre as contratadas da Lockhart & Gardner.

O telespectador consegue sentir o constrangimento doloroso presente durante todo o episódio na relação da amizade posta em xeque, tornando a participação de Sarah Silverman um acessório dispensável. Como não sofrer com o silêncio de uma Kalinda desconcertada? Como não compreender a repulsa que Alicia sentia? Embora a season finale (Closing Arguments) tenha a inesquecível cena do elevador, é Getting Off que representa a completude desse drama que deixará um brilhante legado.

Vale lembrar que esse episódio rendeu a Archie sua segunda indicação ao Emmy, mas em 2011 era improvável vencer Margo Martindale (Justified).

34×18: Death of Client – Por Gabriel Lanzaro

Posicionar Death of a Client num pódio com dois grandes episódios da quinta temporada que alteraram os rumos da série somente confirma o quão extraordinário ele foi. Tratava-se de um simples caso de TGW, simultâneo à campanha de Peter Florrick ao governo; ou seja, aparentemente nada de original nisso. Mas a forma com que a participação especial de John Noble foi conduzida, sob a trilha sonora de Bach, foi simplesmente incrível. Com o intenso uso de flashbacks, o episódio alterna o conturbado relacionamento entre Will e Alicia e o carismático (e falecido!) Matthew Ashbaugh, um homem com uma personalidade única, cujo objetivo principal era processar todos para se manter ao lado de Alicia. Death of a Client é uma construção impecável, uma verdadeira obra-prima, mostrando a habilidade única de TGW de tornar o comum no fantástico. Justamente esta falsa simplicidade tem sido uma das grandes vertentes da série desde o seu início.

Muito do episódio de fato se deve à participação do convidado mais do que especial, um personagem extremamente agradável, mas este não é o único elemento que qualifica os melhores minutos da quarta temporada de TGW. Death of a Client representa uma imensidão de sentimentos que se referem a Will Gardner, numa tentativa de situar o relacionamento deles e permitir a tomada de novos caminhos. Além disso, corroborar a eterna dificuldade da felicidade para ambos. Em uma Alicia repleta de incertezas e preocupações, que vão desde o sigilo com o cliente até o possível risco de vida de seus filhos, mostrou-se a personagem na sua essência, portando agora sua própria trilha sonora, de uma forma magnífica.

25×15: Dramatics, Your Honor – Por Thiago Leal

Apenas dez episódios depois de Hitting the Fan, nós assistimos ao episódio mais desnorteador que TGW fez em toda sua trajetória. Apesar de Hitting... ser melhor em aspectos dramatúrgicos, Dramatics… é bem mais marcante para a série, pois sinto que foi a partir dele que a série começou a ser encaminhar para o seu fim. Dramatics, Your Honor é daqueles episódios que marcam uma série com um antes/depois e sinto que foi exatamente isso o que aconteceu. TGW sustentou durante anos um dos textos dramáticos mais fantásticos da televisão. Os recursos narrativos utilizados pelos King em seus roteiros foram os mais variados, mesmo estando envoltos em um estilo procedural, mas matar personagens nunca foi um recurso utilizado pela série, o que tornou a morte de Will Gardner ainda mais chocante para o público.

Muitas séries fazem episódios para chocar o público, mas pouquíssimas obtiveram tanto sucesso como TGW. O que começou como um caso comum, com mais cenas de tribunal, no auge da batalha entre Lockhart/Gardner x Florrick/Agos, com Alicia e Will tomando os rumos do roteiro, se transformou rapidamente na cena que nenhum fã de TGW jamais será capaz de esquecer: a sala de audiências no meio ao caos, sangue pelo chão e a confirmação de que a pessoa atingida era Will… As reações de Kalinda e Diane. Um telefonema pra Alicia… A tela preta… O nome dos King… E a certeza que o que viria dali em diante transformaria por completo a série!

15×05: Hitting The Fan – Por Sr. Hericles

O quinto episódio do ano definitivo de TGW é, sem dúvidas, o mais icônico e empolgante de toda a série. O senso de urgência que o episódio trouxe continua até hoje sem igual e foi espetacular ver os caminhos que os personagens estavam trilhando desde o piloto finalmente entrarem em colisão. Hitting the Fan é o episódio que marca o nascimento oficial da Florrick, Agos & Associates e o início da sua guerra contra a Lockhart Gardner. Will e Diane se juntam para combater os “traidores” e o episódio todo se desenrola da forma mais frenética possível, enquanto os associados tentam roubar clientes e documentos antes de serem encontrados e demitidos pelos seus caçadores. Não há uma única cena ruim neste episódio. Nenhuma. O episódio é completamente equilibrado e bem escrito do princípio ao fim e a impressão que fica é a que você nunca viu algo tão bom mesmo nos melhores momentos de TGW.

Não é uma impressão. O episódio não foi superado por nenhum outro da série e o que acontece é justamente o contrário. Algumas ideias fantásticas que estavam sendo muito bem aproveitadas na época foram jogadas fora hoje. A reviravolta que o episódio fez no status quo da série foi grandiosa demais e os showrunners não tiveram a coragem de não voltar atrás. A belíssima amizade (e rivalidade) entre Cary e Alicia não existe mais e o personagem já não é apreciado pelos roteiristas. Os dois deveriam ter sido os novos Will e Diane e isso não foi parar em lado algum. Personagens excepcionais como Clarke e Robyn sumiram porquê… Razões! Hitting the Fan condensou tudo que já houve de bom na série dos King. Foi aqui também que começou o sensacional arco de vingança e ódio de Will, que todos nós sabemos que acabou de uma forma tão impactante quanto a que começou. E aquele sentimento de que eu já tinha falado, o de uma TGW bem mais brincalhona e graciosa, praticamente impera aqui. Mesmo nos momentos mais intensos e abaladores, lá por baixo está uma sinfonia divertidíssima. Não vai ser tão cedo que um episódio me empolgará como Hitting the Fan me empolgou. Não porque TGW tenha deixado de ser uma série ótima, mas porque o episódio foi tão bom assim.

 


E para você? Quais foram os melhores episódios de TGW? O que você espera do capítulo final? Compartilhe conosco nos comentários.

  • Henrique Celote

    Não posso afirmar nada sobre as duas últimas duas temporadas, pois não consegui acompanhar. Mas até onde eu assisti, estava muito bom, acho que foi até a quinta temporada. A cena da morte do Will foi uma das cenas mais impactantes da série pra mim é seu desenrolar também foi algo chocante.
    Outro episódio que achei perfeito foi aquele que todos descobrem que Alicia está deixando a empresa, acho que é um dos primeiros da quinta temporada, toda aquela correria foi emocionante.
    Espero que a série termine de forma coerente. Vai fazer falta.

    Excelente post!

  • carla machado

    OMG, OMG, OMG, Thiago Leal voltou a ser colaborador???????? Vou falecer agora, que alegria!!!! Como fez falta este advogado, sensacional reviewer.
    #saudadesTVD

    • Thiago Leal

      carla, <3

      estou de volta sim, em breve, novidades..

  • r_guy

    Parei na metade da 7 temporada pois simplesmente desanimei. Porem, a série figurou na primeira posicao da minha lista de series durante a 5 e 6 temporada e foi realmente marcante! Irei com certeza tirar um fds e finalizar essa belezinha que é the good wife!

  • Laís Campos

    Foi minha serie favorita (perdeu lugar pra person of interest), até hoje a tenho em mais alta estima, msm com uma sétima temporada abaixo das anteriores ela foi capaz de manter acesa minha paixão por essa série. Só posso dizer que foi um excelente trabalho dos Kings e que vai fazer mta falta.
    Medo do final pq Julianna falou que corre chances das pessoas odiarem, mas sei que independente de como terminar, sempre a verei com carinho.
    ps: Além de Will Gardner queria Kalinda tbm no final, mas nem sempre a gente ganha na vida.

  • Vinicius Zambianco

    Tinha certeza que Hitting The Fan iria estar no top3, o episódio mais WTF? da série. Equilibrado, corajoso, bonito e todas as cenas são tão bem coordenadas. Sem falar dos episódios que seguem esse (Next Day, Next Week, Next Month) também são espetaculares. A morte de Will foi supreendente, lembro que apenas uma outra vez uma morte me chocou tanto (OTH). #sddsWill

  • Thiago Carapina

    Muito triste ver uma série tão incrível chegando ao fim, junto com Fringe e Hannibal, The Good Wife é uma das melhores séries que eu já vi. Apesar da qualidade questionável dessa última temporada em relação as outras, o saldo positivo que a série acumulou é realmente incrível.
    O 5×05 é, sem dúvidas, o melhor episódio da série, mas “Death of Client” com participação do John Noble é SENSACIONAL, pra mim, por motivos óbvios <3. E o 6×11, "Hail Mary", também tem um lugar especial no meu coração, muitas saudades da Kalinda! Enfim, Kings fizeram um trabalho majestoso com total destaque para Julianna Margulies e sempre irei recomendar pra todo mundo!

  • Igor Dias

    Lendo essa lista da até vontade de começar a assistir desde o Pilot novamente.

    Como essa série era boa, que saudades, esta 7ª temporada foi extremamente decepcionante.

    Talvez se tivessem mantido a Alicia como vencedora das eleições lá na temporada passada, essa 7ª teria muito mais histórias para contar e não teria “regredido” como fez na história.

    O que sobra agora é memórias de tantos episódios excelentes, tantas atuações impecáveis, tantos roteiros bem escritos, só memórias.

  • Patrícia

    Todos os episódios da lista são fantásticos e, in my opinion, acrescentaria o 5×10 – The Decision Tree (menção honrosa, talvez.. pois não sei qual tiraria da lista =/ ) que também foi espetacular.

    • Vim aqui só pra ver se mais alguém lembrava de The Decision Tree. Uma obra-prima.

  • LUIS HEBER

    Lista é pessoal…mas…99% dos fãs consideram “Hitting The Fan” disparado o melhor episódio de TGW. In my opinion um dos melhores episódios de séries já feito.

    Se essa ultima tempora tivesse 30% da qualidade inicial da série eu não teria largado…mas estava tão ruim que não rolou…

  • NowSilva

    Getting Off, o melhor da lista. In my opinion.

    • Tiago Vaz

      Muito bom msm! Tem um link no texto, com aquela cena inicial. Show de Julianna e Archie.

  • The Good Wife vai ter sempre um lugarzinho no meu coração, mesmo com essa última temporada, que não tem como defender.

    Uma série que me fazia rir mais do que muita comédia por aí, que tinha as melhores introduções de episódios, casos fortes com ótimos debates (aprende, Suits), empoderamento feminino exemplar, etc.

    Uma série que poderia ser mais do mesmo, mais uma série de advogados, mas não. Foi ousada, sensual e inteligente. Por mais séries como The good Wife na tv americana.

    Saudades Alicia, Will, Diane, Kalinda, Cary e claro, Darkness at Noon!

  • Hitting The Fan sem dúvidas!

  • Fui rever o episódio para escrever o texto, e ficou a vontade de rever a série toda. Já fiquei sem coração lendo a introdução do texto…

  • Keilla Teixeira

    Essa lista me deu um aperto imenso no coração. Apesar desse 7º ano não estar respeitando toda grandiosidade textual que TGW já apresentou, não há como apagar todos os momentos brilhantes, todos os episódios de tirar o fôlego, todos os personagens apaixonantes. Hoje é o fim, e fica aqui minha declaração de amor por essa série que tanto me proporcionou excelentes horas de entretenimento e o agradecimento à Camis Barbieri que há uns anos atrás sempre recomendava a série nos podcasts – foi por causa das recomendações que comecei a ver.
    Vou ficar com muita saudade.

  • Hitting the Fan em 1º lugar merecido.
    https://67.media.tumblr.com/e325f48841eea4c463ae9acb10b1d270/tumblr_mvozw1QoRL1soolleo6_250.gif
    Lá se vai uma grande série (na hora certa, mas ainda assim dói um pouco). TGW deixou sua marca.

  • Fauzy Lobato

    Faltou closing arguments no top 3

  • Cibela Cerqueira

    o episodio que o will foi apunhalado pelas costas, tipo igual olly no gome of thrones

  • Cibela Cerqueira

    é o tipico plot twist pra separar shipper e encher linguiça, um dos protagonistas faz alguma coisa pro outro “nao confiar mais nele”, mas no caso dessa série acho ate que eles fizeram bem nao sei se ja sabiam que o ator ia sair

  • André

    Eu não consigo esquecer o episódio em que fomos levados para dentro da cabeça de Alicia. Mind’s Eye foi sensacional.

    Até hoje sou apaixonado pelo Finn. Eu morro de rir daquele momento em que eles decidem dar um trégua à paixonite deles e acabam tendo aquele momento no restaurante. Finn <3

  • Que série foda.

  • Um episódio que eu gosto muito e me fez admirar ainda mais a Alicia foi o 5×14 (A Few Words). Nesse episódio ela tem que fazer um discurso e tal e ai ela começa a relembrar a própria história e começa a mostrar tudo o que ela passou p chegar até ali. É maravilhoso <3