Star Wars: O Despertar da Força

A long time ago, in a galaxy far, far away...

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Independente da forma final em que esse texto seja apresentado, tenham em consciência que o tempo que passei encarando o monitor sem saber o que escrever não foi curto. É o que eu esperava e fico feliz de estar acontecendo. Nada me deixa mais empolgado do que estar tão confuso. O que eu quero dizer é que mesmo quando a minha namorada e eu estávamos dando os nossos primeiros passos dentro da colossal sala IMAX 3D eu não conseguia ver com clareza. Era como se a minha visão estivesse nublada.

Eu só percebi que o que eu estava vivendo era real quando as palavras “A long time ago in a galaxy far, far away…” surgiram na tela… e aí a coisa me atingiu, como um relâmpago. Eu estava experienciando Star Wars – o primeiro digno em 30 anos – nos cinemas pela primeira vez. E esteja você na América do Sul ou na Europa, a reação aos primeiros minutos de projeção foram as mesmas em todo o globo: gritos, assobios e palmas.

Atenção: peço que, por favor, não me interpretem mal.  O filme está repleto de pontos fracos e em momento algum digo que eles não o comprometem como um todo, mas ele é tão empolgante e incrível que você não vai conseguir pensar neles até o dia seguinte. Se esse texto parece só se importar com as coisas que o filme acertou, é porque são as únicas coisas que me importam pessoalmente. Eu consigo dizer, sem me esforçar, pelo menos uma dúzia de furos no enredo. Mas eu consigo dizer também, sem me esforçar, duas dúzias de coisas excitantes nele.

Star Wars: O Despertar da Força tem início três décadas após O Retorno do Jedi. Após a queda do Império pela Aliança Rebelde, a Primeira Ordem se instalou na brecha de poder tirânico deixada e a Resistência dedica-se a defender a República. O destino (ou melhor, a Força) une Rey, uma sucateira à espera de sua família, Finn, um stormtrooper desertor e BB-8, um pequeno droid que carrega informações sobre o paradeiro do lendário Luke Skywalker.

Antes de começarmos a falar sobre o Episódio VII, que fique clara a minha perspectiva (e a da massiva maioria, felizmente): o que George Lucas fez após 1983 não é Star Wars. Comecem já a preparar os seus comentários furiosos e as suas defesas a diálogos espetaculares como o já clássico “eu não gosto de areia”. Estou pouco me cagando para os planos de George Lucas. Star Wars não é sobre infanticídio, federações do comércio, midichlorians e piadas com cocô. Star Wars é uma fantasia espacial, um mundo sujo num futuro obsoleto, que embora corresponda a todos os requisitos para ser o cenário de uma tragédia, é o lar de aventuras cheias de coração.

O Despertar da Força é um pipocão sem aspirações pretensiosas. Lucas deveria ter deixado a diplomacia espacial para Star Trek, Battlestar Galactica e tantas outras obras que sabem fazê-la direito e teria poupado sofrimento aos fãs e vergonha à sua carreira. Chamar A Ameaça Fantasma, O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith de Star Wars é como vender um super-herói deprimido e cético vestido de morcego como o Homem-Aranha e dizer que este era o plano o tempo todo. Existem milhões de artigos, vídeos, imagens e até livros martelando minuciosamente a infinidade de baboseiras que Lucas fez nos episódios I, II e III e vocês podem dar algumas gargalhadas com esse conteúdo.

O Despertar da Força é o melhor da série desde O Império Contra-Ataca. Ouso dizer que é possível até pontuar a frase antes do ‘desde’. O filme só perde por deixar muito em aberto para as sequências, mas até aí o segundo da trilogia original é considerado o melhor e também o faz. Temos de ser honestos: o filme é, em essência, uma refilmagem de Uma Nova Esperança. Um droid com informações cruciais para uma organização que defende a justiça se perde no deserto após escapar de forças malignas e é encontrado por um jovem que não conhece a sua predisposição para a Força. Um militar e um devoto da Força trabalham em conjunto sob as ordens de um mestre misterioso para encontrar o droid. Um veterano de guerra com uma conexão íntima com o devoto do lado negro guia os jovens heróis. Uma arma com as proporções de um planeta ameaça destruir toda a galáxia. Essa é uma das coisas que mais incomoda no filme, na verdade: as semelhanças com o passado (até mesmo a Capitã Phasma, de quem eu esperava tanto, tem precisamente o mesmo tratamento que o Boba Fett). Por outro lado, eu prefiro Star Wars demais a algo que não se assemelhe a Star Wars de modo algum (vocês sabem do que eu estou falando). Eu amo essa série e vou já adiantar a minha opinião no momento (ou seja, menos de um dia após ver o filme): O Despertar da Força é o melhor título da saga. A explicação para essa minha posição vai ser extensa e o mais completa possível (e muito dela vai estar diretamente relacionada à nostalgia, como é óbvio), mas para resumir: o tom está finalmente irretocável, os olhos se enchem de beleza e as novas figuras têm um potencial absurdo.

Não consigo imaginar imagens mais lindas no histórico de Star Wars do que as que o diretor J. J. Abrams e o Diretor de Cinematografia Daniel Mindel trouxeram este ano. Nada mudou, de certa maneira. O Despertar da Força ainda é filmado no método hollywoodiano e não há muito espaço para experimentos. Os diálogos ainda são compostos por cara de um, corte, cara de outro e as sequências de ação ainda são repletas de planos de paisagem para simbolizar a grandeza. A leveza técnica que você espera de um pipocão está lá e se você está procurando por ângulos pioneiros e composições ousadas, vá assistir algum filme do Kurosawa (a que essa saga deve tanto, afinal).

Mas isto não significa que a estética do Episódio VII não seja riquíssima. As aventuras de Rey no deserto, os TIE fighters voando junto do pôr do sol, as acrobacias de Poe Dameron e a sua nave, o primeiro voo da Milennium Falcon, o duelo final na nave… no fundo cada um dos planos dos 135 minutos de projeção (com a exceção do último, eca)  um espetáculo visual. Star Wars está maior e mais bonito do que nunca.

Os visuais estão mais sofisticados, mas o magnífico Departamento de Arte garante que a arquitetura e as criaturas tenham aparências tão rudimentares, caricatas e curiosas quanto as que Lucas imaginou nos anos 70. E Abrams honrou o legado de Lucas mais do que o próprio, se comprometendo com o retorno dos Efeitos Práticos. A animação digital é usada somente para realçar os animatrônicos e naves construídas para as filmagens, de modo tão intenso que os poucos personagens animados do filme pareçam estranhos (mas não fora de lugar).

Ah, e não ousem não ver esse filme em IMAX 3D. Não sou um admirador dos efeitos 3D (muito pelo contrário, eu odeio esse tipo de projeção), mas eu não deixaria de ver o meu primeiro Star Wars nos cinemas numa tela proporcional à importância do filme. E os efeitos estão confortáveis dentro da produção. Estou com preguiça de pesquisar por me desinteressar pelo assunto, mas vou deduzir que o 3D é nativo e, portanto, não desagrada em nenhum momento particular.

Mas o mais surpreendente é o quanto J. J. Abrams consegue atingir um escopo maior com uma abordagem muito mais terrena. As batalhas aéreas no espaço foram substituídas por tiroteios em vales e florestas, fazendo com o que a palavra ‘guerra’ no título da saga nunca tenha feito tanto sentido. A Base Starkiller, que assassina estrelas para converter a sua energia em poder de destruição, é devastadora, embora seja também destruída de forma estúpida.

No fundo, é um Star Wars que oferece mais aos olhos do que estamos habituados (e menos aos pulmões, preparem-se para perder o fôlego de novo e de novo). As fraquezas são as mesmas: não há ousadia e o único storytelling se expressa através do roteiro, mas tudo parece muito real. Todas as soluções gráficas encontradas são engenhosas e algumas das imagens vão ficar com você por muito tempo. Até mesmo o lens flare pontual costumeiro de Abrams aqui é feita de forma inteligente: a luz se manifesta no tiro energético da Base Starkiller.

Os ouvidos também vão ser presenteados com um trabalho de som magnífico. Seja pelas trilhas originais de John para o filme (especialmente a da Rey), seja pelas clássicas com alguns retoques, a música continua tão imponente no novo filme quanto sempre foi. Até mesmo os prequels possuíam músicas fantásticas. Até aqui, então, nenhuma surpresa. O que melhorou bastante mesmo foram os efeitos da sonoplastia. Os sabres de luz, os disparos e os voos soam todos, sem exceção, muito mais palpáveis e crus. Você sente arrepios quando ouve um sabre de luz ser ativado, talvez por mais uma vez eles serem tão raros.

Os personagens estão estupendos. Todos eles. Aliás, o elenco antigo perde a cena para o novo. Os novos protagonistas da saga são a destemida Rey (Daisy Ridley, com a melhor performance feminina de toda a série), o carismático Finn (John Boyega, dono de um talento cômico inestimável), o sarcástico Poe Dameron (Oscar Isaac, sempre bom) e o encantador BB-8, enquanto os vilões são o trágico e poderoso Kylo Ren (Adam Driver, sempre convincente), uma espécie de Tarkin jovem chamado General Hux (Doomhnall Gleeson, que infelizmente tem alguns momentos exagerados) e a Capitã Phasma (Gwendoline Christie, sem qualquer oportunidade de brilhar). Existem ainda participações de Max von Sydow, Lupita Nyong’o e Andy Serkis (que dá voz ao big bad da trilogia, Líder Supremo Snoke, que alguns já deduzem que seja Darth Plagueis).

Digo isto sem qualquer hesitação ou remorso: as adições que O Despertar da Força faz à galeria de personagens de Star Wars serão até o final desta trilogia, muito possivelmente, superiores aos heróis e vilões originais em todos os campos. Rey já é não só a melhor personagem feminina da galáxia, como também a melhor protagonista da saga independente do gênero. Daisy Ridley não compõe a sua personagem com trejeitos duros e masculinos, pois a sua personagem é natural o bastante para não precisar de nenhuma muleta que prove o quanto ela é bacana (ainda que eu gostasse de ver mais algumas demonstrações da sua habilidade com o bastão). Finn é genuinamente hilário e relacionável e junto de BB-8 com as suas piadas físicas, você chega a esquecer da existência dos bons C-3P0 e R2-D2. É uma pena que a Capitã Phasma e o General Hux sejam tão subaproveitados e unidimensionais, respectivamente.

Temos ainda Kylo Ren, que se mostra desde o início como o usuário da Força mais ameaçador que os filmes da série já apresentaram, sendo capuz de parar um tiro de blaster e mantê-lo paralisado durante diversos minutos enquanto sequer se concentra na sua existência. Mas Ren não é apenas poder, ele também é atormentado pela dúvida: um devoto do Lado Negro que é seduzido pela Luz (mas que de acordo com uma das falas da minha figura do personagem, é imune a ela). O que vale aqui é, de fato, o potencial, pois uma parte dele se perdeu na necessidade estúpida de se prender tanto ao status quo clássico. Será que não teria sido mais interessante ver a Primeira Ordem como a Aliança Rebelde da vez? Como os poucos e perseguidos, mas que ainda apresentam uma ameaça graças aos Cavaleiros de Ren? Eu acho que teria.

O duelo final entre Rey e Kylo é perfeito. A melhor batalha desde as travadas entre Vader e seu filho, sem dúvidas. Sem toda aquela palhaçada de Circo du Soleil e golpes fisicamente ilógicos. Descobri hoje um vídeo hilário de um sujeito que mostra em detalhes como os golpes desferidos na luta final de A Ameaça Fantasma foram cuidadosamente elaborados para não fazerem qualquer sentido ou dano). Acho que isso já define o quanto estávamos precisando de um bom combate na franquia e o estilo agressivo e europeu que Abrams adotou foi excelente. Já não há tanto do espírito samurai, mas ao menos ainda há espaço para trocas de diálogos e olhares carregados. O peso é prezado, ao invés de velocidade epiléptica e teorias idiotas que dizem que você pode ser o maior Jedi que já viveu, mas vai perder o seu confronto mais importante porque o seu oponente está num lugar mais alto (mesmo oponente que já saiu de uma situação semelhante).

Se você conhece um pouco mais da mitologia de Star Wars do que os filmes da série mostram (seja do falecido universo expandido ou do novo), você já sabia o que esperar acerca de alguns acontecimentos e personagens. Muitos de nós já sabíamos que Kylo Ren seria o filho de Han e Leia (que estão ótimos no filme e honram o seu legado, mas que perdem o brilho perto dos novos astros), porém esperávamos que Rey e ele fossem irmãos, o que acabou por não acontecer. E isto é interessante, mas infelizmente pode significar que ela seja filha de Luke e aí dá no mesmo.

Só sei que estou mais empolgado do que nunca com um antagonista de Star Wars. Nós só nos apaixonamos por Darth Vader no segundo filme, pois no primeiro ele tem muito menos destaque do que Kylo e é basicamente um capanga. Além de que a sua revolta contra o Imperador em O Retorno do Jedi não transforma o personagem numa ameaça menos puramente maléfica durante toda a trilogia. Não houve conflito algum se resolvendo, ele simplesmente não deixou o filho ser morto. Vader ainda dizimou milhões e torturou Leia (e foi completamente destruído e ridicularizado pelo horrendo Hayden Christensen). E poxa, a morte do Han Solo pelas mãos do próprio filho, acompanhada pela morte de uma Sol e pelo sofrimento de Chewbacca, já se tornou a morte mais memorável de toda a série.

A fantasia e o misticismo enfim voltaram à Star Wars e as chagas da geração pós-prequelas estão se revelando. O maior de todos os exemplos: a aparente falta de lógica na derrota de Kylo Ren por Rey quando a Força, a não ser pela porcaria retratada nas prequelas, sempre foi um potencial interior. Luke não tinha qualquer experiência Jedi concreta quando derrotou o usuário mais poderoso da Força e o seu treinamento consistiu em desviar tiros de uma bola voadora (que está no filme!) e levitar pedras. Não havia qualquer processo cirúrgico: Obi-Wan e Yoda diziam a Luke para fechar os olhos e simplesmente acreditar. O Lado Negro estava vencendo e a Força precisava de encontrar equilíbrio. Ela escolheu Rey e Rey acreditou. Simples. E além Rey ser poderosa na Força (provavelmente mais do que qualquer Jedi até agora) e da sua experiência com armas brancas, as pessoas decidem também ignorar o enorme destaque que a besta de Chewbacca recebeu durante todo o filme para poderem também ignorar que Kylo Ren foi o único atingido pela arma que não morreu após um único tiro. O que é fantástico, já que o vilão se auto-golpeia na ferida diversas vezes durante a luta.

Se você quiser se queixar de Finn sendo páreo para Kylo, vá em frente. Ainda que os stormtroopers sejam treinados em combate corpo-a-corpo e Finn utilize o sabre consoante esta ideia ou da postura de Kylo nos duelos até Rey ‘despertar’ ser basicamente a de estar brincando com os dois, você pode aceitar alguém não aprovando isto. Eu também achei que demorou demais para Finn ser mutilado como um nada. Mas ridicularizar Kylo Ren e fingir que o primeiro indivíduo sensível à Força capaz de extrair informações específicas da mente dos seus oponentes é um ‘bunda-mole’ é algo que eu espero de um espectador que simplesmente entende errado ou que ainda leva em consideração as ideias contraditórias que começaram com A Ameaça Fantasma. O tipo de espectador que acredita que todos os stormtroopers do Império eram clones, apesar do próprio Luke estar prestes a se candidatar para a Academia Imperial no começo de Uma Nova Esperança.

No fim do dia, a Força é como a Ilha em Lost: um elemento místico que está lá para unir todas as conveniências e equívocos e racionalizá-los através da vontade de algo maior. Me crucifiquem, mas eu acho incrível que os vilões percam batalhas por estarem tão preparados para elas que se esquecem o quanto o poder de acreditar na Força é perigoso. Não vejo a hora de descobrir o passado de Rey e o que torna a garota tão promissora que ela é capaz de descobrir dentro de algumas horas um potencial que Luke demorou anos para desenvolver.

Com a Força em consideração e deixando claro que foi desnecessário ter uma completa refilmagem de Uma Nova Esperança, posso afirmar que o texto me pareceu muito bom. Você não precisa procurar diálogos expositivos aqui e ali (como no precoce momento em que descobrimos a origem de Kylo), mas isto sempre foi uma propriedade da série. O tom está finalmente perfeito: a escala é alta e os riscos também e o ar é sombrio e ao mesmo tempo leve. Você ainda tem alguns momentos pequenos e significantes que são verdadeiros tesouros, como quando Rey está limpando um dos itens que conseguiu na sua última exploração e observa uma sucateira idosa.

A pontuação cômica está melhor do que nunca, trazendo algumas das melhores gags de toda a saga, como os stormtroopers dando meia volta ao presenciar um acesso de fúria de Kylo Ren, todos os momentos envolvendo o genial BB-8 ou até mesmo as que dependem estritamente de diálogo (“The droid stole a freighter?”).

Só que o roteiro também é esburacado. Muito mesmo. Você pode inventar um daqueles drinking games e entrar em coma alcoólico se tiver de beber um shot toda vez que um Deus ex machina saltar na tela. Isso não me afetou nenhum pouco porque é algo com que já estou habituado desde Uma Nova Esperança, mas não deixa de comprometer bastante algumas circunstâncias que poderiam não ser comprometidas tão facilmente.

Abrams também mistura no mistério, que ele confunde com suspense. Histórias e informações cruciais são empurradas para o futuro e você acaba por aprender pouquíssimo. A trama também nunca silencia algumas perguntas que sequer deveriam existir, como por exemplo: porque diabos o espírito de Anakin nunca apareceu para Ben e alertou-o sobre o Lado Negro? O Despertar da Força começa uma trilogia já plenamente consciente das suas intenções, mas ao contrário de Uma Nova Esperança não o faz com o mesmo sentimento de ‘closure’.

É tão difícil para mim concluir esse texto quanto foi para começá-lo. Não importa quantas páginas você escreva, você nunca vai conseguir decifrar ou traduzir a magia da experiência real. É Star Wars, você não pode colocar em palavras. Se eu tiver de citar um filme próximo da perfeição é mais provável que eu cite algum filme europeu mudo que vá me fazer parecer intelectualóide do que qualquer Star Wars. Mas é Star Wars e não há muitas barreiras culturais ou pessoais que essa saga não consiga transcender.

Star Wars: O Despertar da Força é um ótimo filme. Ele não é muito imaginativo e não traz muito de novo, mas ele é o que os fieis à série estavam esperando há décadas e que infelizmente não tiveram em 1999. O que ele traz não só é absurdamente promissor, como também te faz querer fazer parte da nova geração de fãs que está nascendo, tenha você 10 ou 60 anos. A Força realmente despertou e você tem de ser cego para não sentir.

Até 2017, Rey e sua turma. Antes eu estava empolgado por um novo Star Wars, mas agora eu estou empolgado para ver vocês de novo.

  • Vitner Santos

    Nossa pelo visto só eu que gosto da nova trilogia, a vingança dos sith é um dos melhores…mas com certeza meu preferido é o despertar da força. E a pergunta que não quer calar: Tem como não amar a Rey??

  • Johnny

    Vingança dos Sith é do mesmíssimo nível desse novo,nota 8,5

  • Roberto Pereira

    Fiz maratona da trilogia original depois de ver o novo e concluí que realmente O Império Contra Ataca é o melhor de todos – inclusive dessa refilmagem estilosa do IV que é o VII.

    Mas preciso rever a 2ª trilogia para entender toda a “ruindade” que tanta gente vê. Não lembro dos filmes serem tão ruins assim.

    Gostei da Rey, atriz linda e personagem gracinha. Não senti a mesma empolgação nem por Finn e nem pelo Kylo – quem sabe no próximo filme…

    Bom filme, boa aventura, entendo a “emoção” exacerbada dos fãs, mas já vi gente dizendo – e tendo a concordar – que com o passar do tempo os exageros serão decantados.

    • Emissario Zen-Hai

      Sou dá mesma opinião.
      Assim que os episódios 8 e 9 saírem, e forem melhores do que esse, o pessoal vai finalmente perder o encanto e ver como esse novo episodio é fraquíssimo.

      • rvg

        Cara você tocou no bom ponto, eu gosto do trabalho do JJ Abrams e confio que ele realizara algo melhor nos próximos e depois de tudo terminado dirão ah… É o 7 realmente não era tão bom assim.

    • Guilherme

      Sabe que eu também não recordo dos filmes da 2ª trilogia serem tão ruins. Diria que lembro de uma penca de bons momentos no 1º episódio, o qual vejo tanta gente detonar.
      É algo que vejo ocorrer também com o Homem-Aranha 3. Tive a oportunidade de rever por esses dias, e fiquei espantado por ser mostrar um filme melhor do que lembrava quando havia visto anteriormente. Claro que o filme não se tornou uma maravilha. Coloco-o na linha do mediano, contudo a minha última impressão era a de que o filme era uma grande porcaria…

      • Roberto Pereira

        É um exagero mesmo. Revi os dois primeiros e gostei mais agora do que quando vi no começo dos anos 2000. Virou modinha o fandom detonar e zuar os filmes da (agora) trilogia do meio.

  • Emissario Zen-Hai

    olha, eu amo Star Wars, mas tem muita coisa nesse novo filme que me deixou até com vergonha.
    Falando com sinceridade, achei esse novo pior do que o Episodio 1, e olha que o ep.1 é duro de engolir.

    • Hericles

      Me parece pura má vontade sua. Uma coisa é não gostar do filme, outra coisa é sugerir que esse filme é um desastre como o Episódio I, que simplesmente enterrou a trilogia original em todos os aspectos possíveis e foi ruim ao ponto de sequer ter um protagonista claro (indo completamente contra o que o Lucas tinha criado antes). Não vamos exagerar, né?

    • Joao Victor

      Ah para vai…

  • Alípio

    – Espero q o sabre de Rey seja algo similar a um bastão; um sabre diferente como o de Kylo é.

    – Nossa empolgação com esse filme é maior por causa da “nova” e terrível trilogia. “O Despertar…” demonstrou como George Lucas fez bem em se afastar.

  • Steffano Mendes

    gostei do 3, mas com certeza esse é do nível da trilogia antiga,ao menos pode conversar com qq eles… sai empolgado demais da sala e já esperando pelos próximos

  • Lucas Marra

    O episódio I é péssimo!
    O episódio II tem momentos bons, mas varios erros, não aproveitaram a força dos Jedis, e um romance difícil de engolir.
    O episódio III é excelente, pra mim só perde para o Império Contra-Ataca.

    Mas de resto, concordo com sua review

    • Concordo. Foram críticas pesadas com a segunda trilogia, ela é cheia de furos e falhas, esta longe de ser excelente, mas excluindo o episódio I tem os seus bons momentos,

    • PedroW

      a segunda trilogia tinha historia pra fazer 7 filmes e mais um pouco, tentaram por so em 3 e deu muita coisa errada, mas acho q essas criticas exageradas, so o ep.I q ficou dificil de aceitar e mesmo assim teve bons momentos.

    • Hericles

      Excelente? Você quer dizer o filme em que o Anakin passa de Jedi rebelde a assassino de crianças em QUINZE minutos? Tenho de ver essa versão que quem tem coragem de defender qualquer prequel viu.

  • Ulisses Silva

    melhor filme do ano disparado

  • Queen Chanel
  • PedroW

    achei o filme muito superficial, não ousaram. Falaram tanto da força e nem explicaram o q é (se queriam apresentar star wars para a nova geração…), personagens pouco aproveitados( pobre Leia, pobre Poe).

    O enredo é fraco e repetitivo, nao entendi a do Fin virar casaca do nada, o “planeta da morte” foi muito ridiculo, Kylo Ren deixou menos impacto q o Darth Mau do ep,I(q so apareceu para lutar), piadas nivel DisneyXD… Porem, é um bom filme, a Rey se destacou (exagerada nas habilidades, mas ok), Han Solo tbm me surpreendeu (menos nos dialogos com a leia, foram de dar sono), bb8 num vi muita graça, mas deu pro gasto.

    Parece q foram muito cautelosos com o filme, foi um filme teste na minha visão, agora vão mudar tudo q num prestou e tentar vender como “ja estava tudo planejado”. Num foi melhor q o ep.III nem a pau, mas foi melhor q o ep.I, e muito inferior a trilogia original.

    O ep VII foi importante para a franquia na telona, mas quase irrelevante para o Universo de Star Wars, nao acrescentou nada. Nota 6 no maximo, mesmo sendo fã não da pra seguir essa moda de “endeusar” tudo q é novo e deixar-se enganar com o filme.

    • rvg

      Alguma divergência aqui e ali mas no geral uma analise mas justa e aprofundada do que a do autor da matéria, aumentaria a nota pra 7 mas concordo com quase tudo
      .

      • Jacqueline

        Amigo, foi o próprio autor da matéria que respondeu o comentário aí em cima 🙂

        • rvg

          Cara, olhe o reply minha replica é a PedroW e foi feita horas antes da resposta do Hericles.

    • Hericles

      Vamos lá.

      “Achei o filme muito superficial, não ousaram.”

      Você pode dizer o mesmo sobre o clássico. Apesar da inovação tecnológica que o Lucas trouxe, toda a história segue precisamente uma estrutura de storytelling MILENAR. Não há NADA de novo na jornada que o Luke percorre. Se você quer ir por aí, o original também não é ousado. E superficial? Por favor, Star Wars nunca foi profundo e esse nunca foi o objetivo. A Rey já é uma personagem muito mais orgânica, real e carismática do que o Luke foi em três filmes. E se você acredita mesmo que um filme protagonizado por uma mulher, um negro e um latino não é nem um pouco ousado, me mostre o universo em que você tem vivido.

      “Falaram tanto da força e nem explicaram o que é”

      Concordo completamente. A descrição da Maz Kanata não foi o suficiente. Algum veterano poderia ter explicado um pouco mais sobre. Não para o benefício dos personagens, pois é mais do que lógico que eles conheçam a Força, mas para o novo público, por mais que isto esteja no imaginário popular.

      “Personagens mal aproveitados”

      Dois péssimos exemplos. Poe e Leia não são mal aproveitados, eles só não têm participações muito grandes. Mal aproveitada é a Phasma, que não faz literalmente porcaria nenhuma. A Leia é a general da Resistência e o Poe fez algumas das maiores demonstrações de pilotagem da série inteira, isso não são personagens sendo mal aproveitados.

      “O enredo é fraco e repetitivo”

      Entendo, mas apenas porque nós já vimos essa história antes. O filme não precisava ter seguido tão estritamente a história original, mas nós só nos sentimos assim porque já a vimos antes em primeiro lugar. Como eu expressei no texto, o status quo não precisava voltar atrás, mas isso não quer necessariamente dizer que o enredo foi ruim. A jornada de Rey e Finn foi muito bacana.

      “O planeta da morte foi muito ridículo”

      O conceito faz MUITO mais sentido do que a Estrela da Morte e rendeu uma cena extremamente poética e bonita. Mas sim, é ridículo terem usado a mesma ameaça pela terceira vez.

      “Kylo Ren deixou menos impacto que o Darth Maul”

      Engraçado você dizer isso, já que a realidade é completamente diferente da que você sugere. Um dos maiores problemas dos fãs com a terrível trilogia prequel é a morte precoce do Darth Maul. Desta vez eles te trouxeram um antagonista com um twist bacana, um vilão que ao invés de buscar as trevas somente, se sente seduzido pelo bem. O Vader no primeiro filme é um vilão completamente unidimensional e só a partir do segundo filme ganhou alguma camada. Antes disso, ele é literalmente só um cara mau. Se o original estivesse estreando hoje, você diria que ele é um bosta vazio e superficial. Mas acho que é fácil reclamar das coisas quando elas são novas. “Esse tal de Darth Vader é um bosta, recebe ordens de um idoso e um contrabandista tira ele de cena no final que nem um bosta.”

      “Piadas nível Disney XD”

      Três segundos pra você adivinhar pra quem Star Wars é feito. Isso mesmo, famílias. E a única coisa que eu vi famílias fazerem no cinema foi dar gargalhadas. Mas não, o humor sempre foi brilhante em Star Wars. O C-3PO é um exemplo de alívio cômico inteligente, um verdadeiro Woody Allen mecânico. Só que não. Quer as piadas de cocô e peido do Jar Jar Binks de volta, cara?

      “Num foi melhor q o ep. III nem a pau”

      Já se passaram 10 anos, chega a um ponto em que temos de assumir que a minoria que por alguma razão defende aquelas coisas horrorosas que foram os prequels simplesmente fecha os olhos, tapa os ouvidos e fica repetindo “lá-lá-lá-lá”. Não é possível alguém viver em 2015 e não estar ciente do quanto o Lucas errou ali. Você, como alguém que adora a palavra “superficial”, deveria ser capaz de ver isso num filme que reduz a queda do Anakin para o lado negro em quinze minutos e que tem linhas de diálogo tão poéticas e bem escritas quanto “Do meu ponto de vista os Jedi é que são maus”. Antes dos prequels, os fãs imaginavam que o Anakin era uma espécie de Aragorn, um guerreiro forte, nobre e experiente que com o tempo foi desenvolvendo uma sede por poder e que ao longo de múltiplas batalhas e guerras foi perdendo a sua humanidade e se transformando numa máquina. Mas esquece, um adolescente com habilidades Jedi regulares, um ator ruim e opiniões fortes sobre areia é um background forte o bastante.

      Pô, cara. Alivia aí.

      • PedroW

        Considero q o Poe ficou devendo, “Oi sou Poe, sou piloto” ficou resumido a isso o personagem, como disse para alguns colegas, as cenas de ação com com “x-wings” ficaram legais, mas nao precisava de Oscar Isaac pra fazer aquilo.

        A Leia deve ficar para o proximo filme, no começo achei q seria ep.VII com Han Solo, VIII com Leia e depois o Luke, cada filme focando e homenageando um personagem classico, mas estava enganado, achei q ela ficou so de enfeite.

        A Phasma nem citei pq não considerei uma personagem, nao passou de figurante.

        Como vc disse o Maul foi triste, mas mesmo assim deixou impacto pela aparência e habilidade, kylo ren deixa muita duvida no ar e não de um jeito legal, fora q depois q tirou a mascara ficou (novamente) a cara da DisneyXD, a cena da morte do Han Solo so nao foi mais previsivel e sem emoção pq nao apareceu no trailer, a morte do Mace Windu me deixou muito mais incomodado e nem era um cara tao trabalhado nos filmes como o Solo.

        Algumas perguntas q ficaram no ar: ( onde ele achou a mascara do vader? ; porque usa uma mascara tao pesada, homenagem, masoquismo…?; como com aquelas técnicas de sabre nivel “lego star wars” conseguiu por o Luke pra correr?(sei q num foi assim, mas…); porque se juntou a primeira ordem?(so pode ser do lado negro se tiver um exercito pra dar suporte?; como nao sentiu a presença do Han solo, quando o cara estava encarando ele, so depois de um grito ele reparou no pai…? onde quando o Solo chegou no planeta foi logo “sentido”. Entre outras.)

        Considero o ep.III muito bom, infelizmente era muita coisa pra um filme so, mas ainda sim tivemos bons momentos (e marcantes). A queda do Anakin vem sendo tratada desde o ep.II, quando ele vingou a mãe e se entregou a um relacionamento proibido pelos Jedi, claro q gostaria de ver mais dele como “Vader jovem”, porem nao era Anakin wars e sim star wars (bem q gostaria de um filme de 10 horas sobre star wars).
        Não vejo esse ódio em relação ao episodio VI, q pode ser argumentado como uns dos piores e “enrolões” da franquia.

        Nao vou ficar aqui defendendo a segunda trilogia (não quero ser alvo de radicais e suas opiniões absolutas), mas mesmo depois de assistir varias vezes so o Ep.I q ainda me deixa com ??? na testa e decepciona, os outros me divertiram ao modo q considero star wars uma fraquia excelente não por suas atuações, romances ou CGs, mas pelo universo, filosofia e possibilidades q tentaram nos passar (sem falar q adoro cenas de combate com sabres, nao tem x-wing q me mude). Eles tem seus problemas, mas nao copiou e temeu reprovaçao, como o VII, que é ate compreensível ja que a internet ta mais perigosa q os sith na hora de detonar algo. Alguns acham q star wars tem q levar oscar em todas as categorias e ser impecável, o q não é verdade.

        • Hericles

          Ué, mas escolheram o Oscar Isaac é um bom ator e porque o personagem vai ter um papel maior nos próximos. Ele é o maior piloto da Resistência, afinal.

          Esse lance do pessoal ridicularizando o Adam Driver pela aparência é simplesmente patético. O cara não é nenhum galãzinho para adolescentes e também não é nenhum monstro, é um ator bem cativante e quem conhece o trabalho dele ficou empolgadíssimo de saber que ele estava num filme desse tamanho. Concordo que a morte do Solo foi previsível, mas sem emoção? Por favor, o Sol literalmente morre junto com ele. Foi a morte mais bonita da série depois da do Vader. Windu morreu de um jeito ridículo.

          Não sei como ele conseguiu a máscara do Vader depois de queimarem ele. Ele usa a máscara provavelmente para honrar o avô e, bem, vilões em Star Wars usam máscaras. As “técnicas de sabre nível LEGO Star Wars” foram mais bem coreografadas, empolgantes, agressivas e lógicas do que qualquer batalha dos prequels, onde os Jedi literalmente faziam de tudo para não acertar os golpes e só se preocupam em dançar (só procurar os vídeos). Espadas (e sabres de luz) são feitos para cortar, não para fazer arte. E o Luke muito dificilmente correu por medo e sim por vergonha, afinal ele se viu no lugar do Obi-Wan e você pode ver pelo olhar dele no final do filme o quanto ele está destruído por dentro. Ele criou um novo Vader, ele viu os seus aprendizes serem mortos pelo próprio sobrinho porque ele não foi capaz de mantê-lo fora do alcance do Lado Negro. Ele sentiu o Han Solo chegando no planeta, mas não é como se a Força fosse um GPS. E adivinha só? A trilogia original é CHEIA de momentos em que o Vader deveria sentir o Luke e ele não sente. Complicado, né? Acontece.

          A “queda” do Anakin foi uma porcaria. O personagem nunca mostra nenhuma sensibilidade fora do normal à força (como acontece com a Rey) e a ‘construção’ dele é a coisa mais porca da história de Star Wars. No primeiro filme ele é uma criança insuportável. No segundo um adolescente insuportável num romance forçado e desconfortável que praticamente predomina no filme. Depois você tem uns 10 minutos dele vingando a morte da mãe (pra quem ele estava cagando até então), no primeiro momento negro dele e ele tem UMA linha de diálogo sugerindo que está em conflito entre os lados da Força. Ninguém volta a falar disso depois. No terceiro filme, ele é manipulado como uma criança pelo Palpatine, de modo que num momento ele esteja disposto a entregá-lo ao Conselho Jedi e menos de VINTE minutos depois já seja mostrado assassinando crianças. Seria a mesma coisa se você tivesse 5 episódios focados na relação entre o Walter White e a sua esposa e no sexto ele se tornasse o Heisenberg do final da série. A menos que você assista Clone Wars inteira, a ‘jornada’ do personagem é tão bem escrita quanto uma novela de quinta categoria. O Retorno do Jedi, que você afirmou ser um dos “piores e enrolões” da franquia (e que eu acho bem mediano) pelo menos é Star Wars. ADORO como quem não gostou do Episódio VII porque ‘é só ação e estilo’ e gostou do III convenientemente esquece a necessidade patética que aquele filme tem de criar situações completamente exageradas para impressionar alguém. Ou quer algo mais idiota e sem sentido do que toda a luta ‘épica’ do Obi-Wan e do General Grievous ou a do Obi-Wan e do Anakin (porque não é o suficiente ter dois ‘amigos’ se enfrentando com sabres de luz, você tem de ter construções desabando, muita lava e trocas de cenário à lá videogame).

          Os ‘radicais e suas opiniões absolutas’ são faz que estavam esperando um novo Star Wars com nada além de boa vontade e altas expectativas e que viram o Lucas pisar na própria criação. Como eu já disse (e passei a acreditar nisso), pra gostar dos prequels você simplesmente tem de fechar os olhos e tapar os ouvidos e não dar atenção a ninguém que está tentando te explicar porque eles são ruins. Eu também cresci com os prequels e eles eram os meus preferidos da saga. Daí eu cresci e eu percebi o quanto eles eram ruins. Não é uma questão de ‘opiniões absolutas’. Muitos fãs, e eu estou entre eles, acham O Retorno do Jedi bastante decepcionante. Ver o Império ser derrotado por ursinhos e saber que eles substituíram um exército de wookies foi demais pra mim. Apesar disto, ainda é Star Wars. A essência ainda está lá. Vai contra o que eu esperava e o que me agradaria, mas você dificilmente vai encontrar um fã que diga que o filme é um lixo completo. Não é o caso dos prequels. A quantidade de furos, contradições, baboseiras e ideias terríveis é absurda. Algo que começou como uma odisseia/western espacial e mítico inspirado em Kurosawa se transforma num testamento político burro aspirante a Star Trek com algumas lutas com sabres de luzes que não fazem o menor sentido, piadas de cocô e atuações ruins de atores ruins (e atores bons!) e as pessoas ainda têm a coragem de fingir porque não entendem porque os filmes são tão odiados.

          Ninguém acha que Star Wars tem de ganhar o Óscar. Quem se importa com Óscar, de qualquer forma? Eu, mesmo sendo um fã enorme da saga, encaro Star Wars pelo que ele é: uma aventura. É só isso que eu quero. Então me dê mil refilmagens de Uma Nova Esperança antes de me dar outra porcaria essencialmente filmada num fundo verde com 45 minutos de discussões no Senado e midichlorians. Se você não pode se sentar com o seu pai, filho e avô num sofá e ter a certeza de que todos vão se divertir com o filme, não é Star Wars. Tão simples quanto isso.

          • PedroW

            discordo, mas respeito sua opinião, apesar de não ter lido, ja sei todos os argumentos (unanimes ou canônicos por sinal) q serão utilizados XD.

            Brincadeira, vi tudo e realmente discordo sobre a cena da morte e os combates, mas ficar discutindo aquii não leva a nada. VII não me agradou, mas é sem duvida descente e deixa espaço para mudanças nos próximos filmes.

  • Laís F.

    Como fã fervorosa de Star Wars eu estava muito ansiosa para assistir esse filme, ao mesmo tempo com receios.
    E eu gostei bastante, ainda não supera nenhum da trilogia original, muito se deve ao medo de inovar e ousar.
    Mas realmente trouxe a magia de Star Wars de volta, e por isso sou super grata.
    Só achei super forçado a Rey e sua dominação da força em 20 minutos do filme, só para ter uma grande batalha de sabre de luz no final para agradar o público.
    O despertar da força foi um filme para homenagear essa trilogia.

    • João Paulo

      Concordo.
      Mas também aposto fortemente que esse filme é apenas uma introdução ao novo, e ao que virá futuramente, sem esquecer o passado.
      Afinal de contas, imagine se eles já viessem com toda uma história nova e novos personagens, como se o que vimos anteriormente não tivesse efeito nenhum.

      Trazer Han Solo e a Leia pouco acrescentou a trama, foi uma forma de trazer uma nostalgia ligando o velho ao novo, e dizendo ao público que: ein, nós não esquecemos do que passou, mas está na hora de seguir em frente. Na minha opinião os melhores momentos do filme foram com os novos personagens.

      Sobre a rápida dominação da força da Rey, no calor do momento isso também me incomodou, mas se levarmos em consideração o que vimos anteriormente, não chega a ser algo tão fora do comum, o Luke mesmo fez várias proezas sendo apenas um “camponês” com nenhum ou pouquíssimo treinamento, o problema é que nesse novo filme fica um pouco mais escancarado.

      • Laís F.

        Realmente, os antigos personagens foi mais um lembrete que a história antiga não foi esquecida, que se passa no mesmo universo, mas que a vida segue em frente.
        Mas discordo sobre o treinamento do Luke, ele teve pouco afinidade com a força no primeiro filme, teve um treinamento básico com Obi Wan Kenobi, esse mesmo morreu para guiar o Luke, ele teve sua primeira luta de sabre de luz depois do treinamento com o Yoda e perdeu. Mas um detalhe, Luke nunca ganhou do Vader em uma luta. O Darth Vader perdeu para si mesmo. Eu ache mais natural a jornada do Luke com a força do que da Rey mesmo comparando com o primeiro filme de cada geração

  • Cibela Cerqueira

    Achei o vilão um adolescente mimado e chiliquento

    • Hericles

      Adoro como as pessoas idolatram o lorde Vader e esquecem que no primeiro filme ele era só um capanga sem qualquer construção. Foi só no segundo que nós descobrimos o quão icônico o personagem era. Mas claro, vamos crucificar o novo vilão porque ele tem um background claro desde o início e não é tão marcante num filme quanto o Vader é nos três. Faz sentido. Pensando bem… não, não faz.

      • Cibela Cerqueira

        Respeito sua opinião, mas essa e a minha e estou analisando por ele mesmo, até porque vader pra mim na história do cinema só não e melhor que o coringa, e óbvio que pra superar ia ser difícil.

        • Hericles

          Baseado só no primeiro filme?

          • Cibela Cerqueira

            Nós temos que analisar o que vimos nesse filme, e se eu não quiser ver os próximos.

          • Hericles

            E o que vimos nesse filme foi um vilão com um conflito moral dentro de si que foi recrutado justamente por não conter apenas o Lado Negro dentro de si e que está abraçando a escuridão para alcançar a grandeza do seu antepassado. Ele se sente tentado a voltar para a família e o seu maior medo é não ser tão poderoso quanto o avô. O que você sabia sobre o Darth Vader no primeiro filme era que ele vestia preto, gostava de sufocar pessoas com a mente e as poucas palavras que o Obi-Wan diz sobre ele. Você ainda não sabe que ele é o pai do Luke e não sabe que ele ainda tem alguma bondade dentro dele. Ele é só um cara mau numa armadura legal que mata milhões. Você está sendo um pouco irracional. Ao menos admita que você está levando em consideração coisas que você aprendeu com os dois filmes seguintes.

          • Cibela Cerqueira

            Irracional e o pequeno ben tratado com leite e pêra, e resolvêu fazer birra com o papi solo. O mais difícil não e ir para o lado sombrio, o mais difícil e se regenerar como o vô vader.

          • Hericles

            … o que ele só faz no terceiro filme. É, melhor deixar pra lá.

          • Cibela Cerqueira

            Mas o kilo já sabe. O que aconteceu com o vader, mas ele e imaturo para analisar.

          • Claudia Barbeta

            Olha, Hericles, podia até ser esse o conceito do personagem. Mas ali só vi um menino mimado que destrói tudo quando está bravo. Tem uma cena ali que ficou cômica, ou seja, nem os que pensaram o personagem não o levam tão a sério. Nem vou por a cena aqui para a polícia do spoiler também não dar um piti!!!

    • MB

      Então o típico vilão Star Wars, Anakin era assim também, pelo menos o chilique de ser o serviçal do imperador rendeu um bom filme, já esse daí…

      • Cibela Cerqueira

        Kkkkkkkkkkk cara mas você fala da trilogia antiga? Porque essa nova o ator e tão ruim que eu nem sei o que ele quis passar.

        • MB

          História de Anakin Skywalker, por episódio
          1 – criança sem talento pra atuar
          2 – Homem do planeta de areia que não gosta de areia
          3- Chiliquento com medo de perder a mulher
          4- Serviçal*
          5- Vilão fodão (provavelmente teve um chilique porque era serviçal, Lucas não conta isso, gosta de um mistério, que nem superestimado Abrams)
          6- Sucumbiu
          Kylo Ren emo realmente tem muito do Vader nele, Han estava certo.

          *Tecnicamente não era o Anakin, Lucas inventou isso mais tarde pra bolar seu cliffhanger de telenovela com Vader e Luke como pai e filho, Ben fala pro Luke que Darth Vader matou o pai dele, Darth Vader não era Anakin Skywalker.

          Assim como Luke e Leia como irmãos ele também inventou depois, preferiu forçar a tensão sexual da princesa durona que sucumbe ao charme do mercenário, o que torna o incesto do primeiro filme ainda pior.

          • Cibela Cerqueira

            Novelao

          • Hericles

            HAHAHAHAHAHAHAHA. Não concordo com nada do que você diz que não seja sobre os prequels, mas os seus comentários são divertidos demais de ler. Sério.

          • Thiago

            Uma coisa é vc nao concordar (diga-se de passagem pq é fan) outra coisa é dizer que não é verdade. ttudo que o MB disse é fato e não opinião.

        • Claudia Barbeta

          pois é, Cibela, e quase apanhei quando disse q o cara que quer ser vilão parece uma criança mimada. quando as coisas não saíam como ele queria, quebrava tudo… lamentável.

          • Cibela Cerqueira

            Não é? ….

  • Cibela Cerqueira

    Falavam tão mal do George Lucas mas copiaram tudo que ele fez

  • Daniel

    Destestei esse filme. Pra mim foi uma decepção. Cópia de Uma Nova Esperança. Muito triste. Mas pareceu um filme da Marvel do que um filme de Star Wars

    • MB

      Disney, queria o que?

      Público desses filmes é o mesmo, Star Wars só tem aura nerd, é o Flamengo dos filmes, não faz nada que presta há 30 anos mas todo mundo adora.

  • Passada a empolgação e após a ideia do filme começar a amadurecer na mente, e percebi que o Despertar da Força é praticamente um remake do episódio IV. As semelhanças são gritantes, tanto na história quanto nos personagens, sendo o Finn o personagem mais original.

    Existem muitos furos, e perguntas sem respostas, e o filme fica em uma zona segura, resgata a fórmula da velha trilogia que já havia funcionado antes, para conquistar novos fãs, e usa da nostalgia para agradar os velhos fãs. Se você é novo nesse universo não enxerga os furos, se você não é, a nostalgia faz com que você releve os furos.

    Apesar de não ser nada ousado é um ótimo filme porque ele cumpre com o seu papel de blockbuster, é muito empolgante e entretém do começo ao fim, é bem produzido e o elenco fez um ótimo trabalho. Pode não acrescentar nenhuma grande novidade, mas também não passa vergonha, e resgata toda a magia de Star Wars.

    Ps: Espero que sejam ousados pelo menos em relação a Rey, nada de história mais do mesmo do tipo “eu sou seu pai”, sério, torço pra ela não ser filha do Luke. E recomendo a review do “Plano Crítico”, longa mas vale a pena. http://www.planocritico.com/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/4/

    • Hericles

      Foi o que eu disse: era desnecessário ser uma refilmagem de Uma Nova Esperança, mas o que ele trouxe de novo (praticamente só a nível de personagens, porque não tivemos nenhum build-up do mundo e o status quo foi revertido ao inicial) me agradou MUITO. O Despertar da Força se tornou o meu preferido junto de O Império Contra-Ataca (que é um filme superior, mas que também não é tão fechadinho). É um ótimo filme. Vamos torcer para que o próximo seja mais ousado e que aproveite os personagens fantásticos que o primeiro trouxe.

      • Sim concordo com tudo, especialmente em relação aos personagens, pode ser cedo para dizer isso, mas vejo Rey e Finn com potencial para alcançar a idolatria que os fãs tem pelo Vader (ou pelo menos algo próximo a isso)

        A única coisa incomoda são perguntas sem respostas, e coisas que parecem sem nexo e devem continuar assim, porque o filme seguinte nunca começa onde o anterior terminou, mas certas coisas me intrigaram muito. Por exemplo, com o status que ela possui por que a Leia não adquiriu um cargo de mais poder na República ao invés de preferir ser líder de uma pequena guerrilha? E por que a República usa A Resistência? Ao invés de declarar guerra contra A Primeira Ordem? Mas é o que eu disse antes, o carisma dos personagens, a empolgação e nostalgia fazem a gente relevar esses tipo de coisa.

    • João Paulo

      Nicolas, concordo com você.
      Porém estive pensando e vejo esse filme também, na verdade, como uma ponte para o restante da trilogia.
      A estratégia que o JJ Abrahams possa ter feito, é de usar esse filme para resgatar a magia de Star Wars que havia sido, no mínimo, enfraquecida com a trilogia anterior, e fazer uma ponte entre o passado e o futuro, de modo que ele, até por ser fã, não desrespeita a primeira trilogia, mas não esquece do futuro, adicionando novos elementos e principalmente novos personagens que possuem enorme potencial.

      Por isso, na minha opinião, que praticamente copiou o Episódio IV, pois já foi algo que deu certo e serve de base para os outros, que convenhamos, esses novos personagens tem muito potencial, podendo até passar os da primeira trilogia.

      Mas claro, isso só irá se confirmar nos próximos filmes, caso não aconteça é bem isso que você falou mesmo.

      O que mais me preocupa é a grande quantidade de perguntas e pontas soltas levantadas, que não sei se todas serão respondidas futuramente.
      E uma das principais perguntas, é até o que você diz, o que de fato aconteceu nesses últimos 30 anos, do Retorno de Jedi até O Despertar da Força.

  • Mariana

    Pra começar: Nova Esperança tem closure, pq o George Lucas não sabia se ia conseguir fazer outros filmes.

    JJ já trabalha a história dele sabendo que tem outros 2 filmes.

    Darth Vader não precisava ter nenhum conflito pra encerrar, a 1 e 2 trilogia sempre foram sobre a história de Anakin Skywalker. A classica sendo como do lado negro ele foi para o lado da luz e a nova de como ele foi para o lado Jedi para o Sith. Se você ver o ep V vai ver como ele poderia FACILMENTE ter matado o Luke, mas não o faz… ali ele já mostrava sinais de compaixão.

    • Hericles

      A minha intenção era deixar claro que eu levo isso que você disse em consideração, Mariana. O primeiro é fechadinho e originalmente só se chamava “Star Wars” porque ‘teoricamente’ não havia planos pra sequências (mas havia). E eu concordo com o que você disse, mas de novo: o Vader só é desenvolvido a partir do segundo. No primeiro ele é só um cara puramente mau.

  • MB

    Filme lixo, mas 5 dos 7 Star Wars são, logo, nenhuma surpresa. Velozes e Furiosos tem mais filmes nota 5 que Star Wars

    Star Wars é a franquia mais superestimada de todos os tempos, matou o cinema hollywoodiano de qualidade em prol de blockbusters, até os dois primeiros filmes, que realmente prestam, tem seus problemas, atuações fraquíssimas, protagonista ruim, irrealismo. Franquia feita pra vender produtos licenciados para gente que alcançou 30 anos mas ainda acha que tem 18.

    Fora as forçações de roteiro dos originais, subalterno Darth Vader vira quase um Deus, twist estilo Shyamalan pra torná-lo pai do protagonista. Mas Lucas já estava rico, filme seguinte era só vender Ewoks.

    Mas os fãs estão ansiosos, querem a franquia de volta do jeito que era, não a deformaçãos dos prequels, Disney foi esperta, copiou tudo do original, colocou umas coisas que os críticos internacionais adoram, começando pelo politicamente correto da mulher e do negro protagonizando e pronto, conseguiu um monte de crítica comprado aclamando um filme ruim.

    Comentários concordando totalmente com isso, depois que a poeira baixar essa cópia sem vida do primeiro filme vai ser vista como sendo pior que a ameaça fantasma.

    • Cibela Cerqueira

      Kkkkkkkkkkk

    • Thomas Fernandes

      kkkkkkkkkkkkkk

    • Cibela Cerqueira

      E o que sempre falo star wars se resume a : vader, Luke sou seu pai e pai por favor me salve. Me refiro aos antigos filmes óbvio.

    • Cibela Cerqueira

      Mas eu achei os 3 personagens principais muito bem interpretados comparado a outros atores antigos, o que fazia o anakin entra fácil, entre os piores que já vi atuar, nem vou citar o piloto cara do Rodrigo lombarde, porque ele mal aparece, e tem muita coisa mal explicada na história dele

    • Hericles

      Tô rindo demais desse comentário. Brilhante, HAHAHAHA.

    • Roberto Pereira

      Olha te positivei não é nem porque concordo inteiramente com vc – não acho nenhum dos 7 filmes “lixo”. É cinema pipocão e o de 77 marcou época e realmente mudou a forma da indústria do cinema trabalhar – alguns críticos dizem que para pior com a praga das “trilogias” infinitas. haha. Mas gostei da sua coragem de remar contra a maré.

    • Claudia Barbeta

      Amei!!!! Melhor comentário que li até agora. E muito verdadeiro!!

    • edujakel

      Tanto tempo depois consegui ver o filme e concordo com tudo que disse.

  • Cibela Cerqueira

    No filme teve muito Harry Potter, vilão Voldemort, professor snaipe, e ” dona da varinha”.

    O vilão kilo e um misto de snaipe e Johnny Massaro, ator da globo

  • storm

    esse star wars não chega nem aos pés dos antigos. Até os 3 ultimos foram melhores. Sem george lucas, sem bons protagonistas, dá nisso.
    bb8 é um cachorrinho? toda cena dele faz graça tipo cachorrinho.
    Enfim, querem inventar e erraram

  • Guilherme

    Gostei muito do seu texto. Eu considero desnecessário que fosse uma espécie de refilmagem (ou reboot, sei lá) do episódio IV, mas o aspecto que você frisou no tocante aos protagonistas serem tão bons, fez com que isso não me incomodasse.
    Também entro na aposta de quem leva fé que esse filme será o pior da nova trilogia, só espero que trilhem caminhos diferentes, porque há uma penca de elementos dispostos nessa direção.
    Sobre o Finn conseguir bater de frente com o Ren, isso acabou não me incomodando porque a impressão que fiquei, é que ele é mais um dos que possuem conexão com a força. Achei que tinha sido uma impressão equivocada minha inicialmente, mas como vi alguns outros comentando o mesmo e relatando as mesmas cenas, como aquela no começo do filme, com o Ren olhando para o Finn e depois ao comentarem sobre a manifestação da força, ele citar o Finn, sendo depois cortado ao dizerem que era em outra pessoa.
    A Rey se mostrar uma “usuária” poderosa em tão pouco tempo, também não me incomodou, porque o filme não deixa muito claro quanto tempo de treinamento ela teve. Pois a impressão que fica é que ela teve algum. Além de ela poder ser um prodígio. KKKK…
    Muitos reclamaram da cena de luta no final, mas gostei muito do momento em que ela se “entrega” ao poder e por isso, consegue ser capaz de lutar daquele jeito. Porque tendemos a ser capazes de fazer muito mais do que acreditamos, apenas somos “castrados” pelos nossos “bloqueios” auto-impostos, sejam eles por fatores internos e/ou externos.
    E pra fechar o meu comentário, mesmo que o filme não deixe isso claro, sempre tive a impressão que se passou um certo tempo entre os episódios V e VI, com o Luke voltando para terminar o seu treinamento com o Yoda e que por isso, ele volta naquele nível.

  • Joao Victor

    Trilogia nova (I, II e III): Não tem nada a ver com a trilogia original, não gostei.

    Trilogia mais nova (VII, VIII e IX): Muito parecida com a trilogia original, não gostei.

    Porra! Parem de ser chatos.

    • Jean Pastore

      É, parece que ficam irritados com entretenimento. Tem quem queira kk.

  • Gabriel

    Não me incomodou muito que a Rey tenha um domínio nato da Força por acreditar que os novos Jedis devem aparecer como os primeiros: pessoas sensitivas à Força que aprendiam a dominá-la sozinhas. Neste quadro seria interessante se Snoke estivesse tentando recriar a capacidade de controlar a Força ao infundí-la em alguns indivíduos e originando os Reborns ou Shadowtroopers. Assim faria um paralelo com Luke que tenta buscar uma nova forma de trazer Jedis a partir do Primeiro Templo Jedi. Mesmo assim ainda acredito que ela seja filha de Luke e tenha treinado enquanto criança mas não justificaria toda a habilidade que ela apresentou neste episódio. Ela até conseguiu manipular a mente de um Stormtrooper e esta é uma técnica muito avançada.

    Acho que o maior problema do filme foi a destruição a Starkiller. Seria mais interessante mantê-la como uma ameaça para os próximos filmes. Que os esforços da aliança rebelde fossem em vão e ela acabasse destruindo mais alguns planetas antes do final do filme. Daí encerrassem com a Rey encontrando Luke.

  • edujakel

    Não entendo como um filme assim pode ser tão aclamado. Fraquíssimo em todos os sentidos. Só faz levar os mais velhos a nostalgia. Só isso.
    Cortes de cena terríveis, edição péssima, direção tb. Tudo mal explicado. Foi um sofrimento. Por sorte só assisti agora, em casa mesmo.

    Ps Pensava que só quem tinha controle da força podia usar sabre de luz.