Luke Cage 1×13: You Know My Steez [Season Finale]

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A importância de um herói como Luke Cage para a Marvel ultrapassa a barreira “comic” e reflete conceitos culturais que remontam à década de 1970 quando o personagem foi criado. A difícil incumbência de traduzir a essência do personagem dentro do universo urbano planejado para a formação dos Defensores foi satisfatória ao analisarmos o conjunto da obra. Igualmente, adaptações fundamentais fizeram-se necessárias pela equipe de criação para moderar o lado individualista e cafetão do herói dos quadrinhos e torná-lo relevante nos dias atuais.

A season finale foi importante para evidenciar a trajetória percorrida por cada um dos personagens de Luke Cage. Isso pode frustrar os amantes das lutas coreografadas de Demolidor ou àqueles que esperavam o repetitivo alívio cômico presente nos filmes da Marvel, mas a série optou por um ritmo lento, sendo mais sombria e tátil do que as suas antecessoras. Carl Lucas aceitar o seu papel de modificador e justiceiro não é o único objetivo da finale, o que justifica o tempo aplicado para apresentar ao telespectador o que foi desenvolvido ao longo de 13 horas.

All Lives Matters
All Lives Matters

A construção do duelo final entre Lucas e Stryker foi circular e apesar de curta, soube explorar o passado pugilista dos meios-irmãos. É claro que gostaria de ter visto Luke Cage enfrentando Cascavel Stormtrooper em todos os episódios da série, mas a importância desse nocaute é menos superficial. Willis Stryker não quer enxergar os limites que lhe são impostos, enquanto Carl Lucas está pronto para qualquer luta pois aprendeu que às vezes precisa se render. A crítica social é evidente na voz do povo de Harlem contrastando com a posição da polícia local, são momento como esse em que notamos os acertos da temporada.

É claro que a conveniência narrativa deu o ar de sua graça no episódio final. Depois de Shades mão-leve pegar o celular de Misty em meio a mais uma destruição na barbearia no final de “Soliloquy of chaos”. A chapeuzinho caiu em sua armadilha e com isso, o tabuleiro do Harlem tem uma rainha e um rei difícil de serem atingidos. Agora, o controle dos negócios no Harlem pertence a Dillard e Shades, e aquele estranho beijo no Harlem’s Paradise representa essa proveitosa união. A evolução desse improvável casal de vilões foi extraordinária e mostra o potencial para o futuro de Luke Cage como drama a fim de se tornar a “The Wire” almejada pelo criador.

Mariah, a nova rainha do crime
Mariah, a nova rainha do crime

Os grandes antagonistas da temporada foram apresentados com irregularidade e entendo as intenções do roteiro no crescimento de Mariah Dillard, mas continuo achando precoce o fim de Boca de Algodão. É verdade que o personagem falhou e Kid Cascavel teve que surgir para endireitar seus erros, mas Cornell Stokes era um personagem mais concreto do que Willis Stryker e por isso, a série perdeu um pouco de sua convicção na reta final. Sabemos que não haveria espaço em cena para ambos, mas a falta de conexão com o personagem de Erik LaRay prejudicou o ritmo da season e precisa ser corrigida no futuro da série. Diamondback promete voltar com fogo nos olhos.

Ressalto um aspecto que não esperava ser tão forte em uma série como Luke Cage, a força das personagens femininas. Além da excelente vilã, o desenvolvimento de Misty Knight e Claire Temple foi a prova de que é possível abordar o tema racismo e sexismo com naturalidade. Claire é uma latina comum, intrépida e segura de sua vocação, encontrou em Luke a chance de ser uma despretensiosa heroína. Aliás, todos vimos Claire se interessando pelas aulas de artes marciais no final, mas reparem no cartaz de ajuda a amputados no mesmo poste (acabou a season e cadê o braço biônico?). Misty é livre de qualquer fagulha de inferioridade e é a partir de agora que ela começa a sua jornada, afinal ela está frustrada com o sistema e tem o sangue de Candace em suas mãos. Rosario Dawson e Simone Missick fizeram um ótimo trabalho e espero vê-las em breve em Punho de Ferro.

Misty, Filha do Dragão
Misty, Filha do Dragão

Os passos de Luke Cage durante a primeira temporada o levaram a aceitação de sua condição sobre-humana, assim como reagir perante as injustiças que acontecem ao seu redor. Apesar da fraca edição, o discurso de Luke na delegacia foi brilhante e prova que Mike Colter foi a escolha perfeita para representar a firmeza e o posicionamento influente do personagem. Não ligo a mínima se falta carisma em Luke, deixemos ao elenco de apoio a missão de entrega da parte carismática da série. O que eu quero ver é o crescimento de um herói disposto a defender seus princípios e que seja capaz de convocar os defensores para ação. Luke Cage está pronto!

Luke Cage é uma série da Netflix para ser digerida com parcimônia e sem grandes expectativas, afinal é o início da história do defensor original. Assim como outras séries do universo Marvel/Netflix (cof, Jessica), a série desagrada quando entra em rodeios criativos e encaixes narrativos que podem cansar o telespectador. Mas o balanço final é positivo, pois vale a pena apreciar cada referência histórica presente na série, a imensa valorização da identidade cultural afro-americana e o ineditismo de Luke Cage no cenário fotográfico. A modernização de um personagem icônico de 4 décadas merece ovação e ajuda a construir um ambiente para a tão aguardada reunião entre Matt Murdock, Jessica Jones, Luke Cage e Danny Rand. Sweet defenders!

Chega logo 2017!
Chega logo 2017!

Atendendo a inúmeros pedidos, nesta season finale temos a participação especial do mestre dos easter eggs da nona arte falando diretamento do Quinjet.

Sweet Easter Eggs e outras informações (by Diego Antunes)

– A aparência da Misty Knight no final do episódio, enquanto está entrando no Harlem’s Paradise, é bem similar ao que ela adotou nas histórias em quadrinhos, com o cabelo bem alto e usando vermelho. Nesta fase sua insatisfação com o sistema está bem grande e o desejo de sair da corporação, também.

– O traje especial do Willis é uma obra da Hammertech, empresa de Justin Hammer, personagem que em Homem de Ferro 2 estava tentando reproduzir a tecnologia criada por Tony Stark, com alguns resultados bem desagradáveis.

– Diamondback/Kid Cascavel, é visto por uma última vez sendo cuidado pelo Dr. Burstein. Nas histórias em quadrinhos Willis Stryker não é irmão de Carl Lucas, mas sim seu parceiro em crimes. Na verdade, o nome do irmão do Luke Cage é James Lucas Jr. Na nona arte ele se revolta com o fato do irmão ser um criminoso e termina sofrendo um experimento científico, ganhando poderes no processo e vindo a se tornar o personagem conhecido como Coldfire. Por isso, podemos esperar que em uma futura temporada Diamondback venha a adotar a alcunha de Coldfire, já que ambos os personagens foram combinados em Luke Cage.

– Quando termina a luta entre Luke e Diamondback um homem passa perto de Luke e comenta: “Obrigado por manter o Harlem seguro”. Aquele é o showrunner e criador da série, Cheo Hodari Coker.

– A placa do carro dos agentes que levam Luke Cage é G21 7037 US. É uma sequência de números interessante, já que na década de 70 a revista ‘Defensores’ de número #37 teve como capa Power Man – Luke Cage, ao lado do Doutor Estranho.

– Claire comentou mais uma vez a respeito do amigo advogado dela, que todo mundo aqui já sabe que é o herói conhecido como Demolidor, o Diabo da Cozinha do Inferno.

– No final do episódio, Claire é vista ao lado de um poste que contém um pôster para aulas de ‘defesa pessoal e artes marciais’, com a instrutora Colleen Wing. Colleen será a protagonista feminina de Punho de Ferro, que estreia em março de 2017. Nas HQs, Colleen e Misty já formaram uma dupla de combate ao crime conhecida como Filhas do Dragão.

  • Kin Jordan

    Eu curti a série no geral, curti bastante inclusive. Só não gostei muito dos vilões, de nenhum dos dois inclusive. Principalmente do Kid Cascavel com uma motivação bem clichê e fajuta. Já Mariah surpreendeu, e se mostrou de longe a mais interessante dos antagonistas.
    Não tive problemas com o ritmo, embora eu gostaria de ver a série abraçar um pouco mais o lado super-heróis/super poderes. Apesar de alguns probleminhas no roteiro, fiquei satisfeito no geral. E que venha o Punho de Ferro!!

    • Tiago Vaz

      Concordo Kin, Infelizmente, Kid Cascavel não foi inserido da forma que deveria na série, mas ainda tenho esperança no que o vilão pode se tornar no futuro, caso a série seja renovada. Eu gostei de acompanhar a ascensão de Mariah. Que venha Iron Fist!

  • Gabriel

    Senti falta de um inimigo à altura do Luke Cage. Quando introduziram o Shade já esperava que em algum momento ele usasse aquele visor que emite rajadas de raios mas isto nunca aconteceu. Tivemos Cottonmouth e Diamondback como vilões durante a temporada mas apenas o último mostrou ser uma ameça ao herói com sua munição capaz de perfurar a pele de Luke e com o super-traje das indústrias Hammer. Infelizmente não fui muito fã de ambos os produtos. Achei aquelas balas uma saída bem simplista para trazer dramaticidade à série. Ficou parecendo que era um McGuffin para que o Luke buscasse ajuda com o Dr. Noah Burstein. E não gostei do traje. Além de achá-lo estúpido não pareceu ser algo que tornaria o usuário super-forte. Talvez fosse melhor se tivessem adicionado alguns componentes mecânicos em seu design.

    Acharia melhor se tivessem dito que a pesquisa em Seagate era voltada para recriar o experimento do super-soldado ao invés de fundir o DNA humano com o de conchas abalone. O uso delas pode até explicar a pele de Luke ser impenetrável mas não explica sua força e nem regeneração.

    Achei a forma que usaram para Luke descobrir que Willis dizia a verdade sobre serem irmãos muito brusca. Bastou entrar na igreja de seu pai para ser acometido por flashbacks e concluir que Stryker era seu meio-irmão.

    Considero o Cottonmouth um vilão superior ao Diamondback. Diferente do último ele foi um personagem bem desenvolvido e as suas motivações foram apresentadas de maneira satisfatória. Não gostei da motivação do Stryker. Talvez se tivessem alguns flashbacks o mostrando nutrindo ódio pelo meio-irmão e de sua reação ao receber a notícia do falecimento de sua mãe pudesse ter desenvolvido alguma empatia por ele mas, da forma que fizeram, a sua decisão em assassinar Cage pareceu súbita e exagerada. E senti falta de falarem sobre qual o crime ele incriminou Luke.

    Gostei bastante do ritmo da série e da revelação que Reva não era tão íntegra quanto Luke acreditava. Já suspeitava que a origem dos poderes de Murdock, Jessica e Luke Cage estivesse relacionada então me agradou com a possibilidade que isto é verdade para, pelo menos, os dois últimos. Será interessante quando descobrirem que aquele projetos em Seagate foram patrocinados pela IGH.

    Achei uma ótima temporada e, diferente de Jessica Jones, ela não parece arrastada nos últimos episódios mesmo com a série não tendo um super-vilão. E sim, um super-vilão fez falta.

    • Tiago Vaz

      Ótimo balanço da temporada, realmente muitos pontos negativos que você apontou impediram a excelência da série. Algumas saídas fáceis do roteiro também acabaram desanimando alguns telespectadores, mas como disse aspectos não explorados poderão surgir na próxima temporada. Espero que seja renovada.

    • Em relação ao traje do Stryker a intenção até foi boa, fazer alusão ao traje que ele usa nos quadrinhos, porém o resultado final não foi bom mesmo. Também acho o Cottonmouth um personagem melhor, mais interessante, denso e bem desenvolvido, porém não me parecia à altura do Luke, primeiro porque os poderes do Luke criam um obstáculo em encontrar alguém à altura dele, segundo porque o Cornell em seus momentos finais já estava perdendo a postura, Luke já havia feito ele surtar, as ações estavam sendo contraditórias a imagem que ele passava. Mariah apesar de um crescimento interessante também não é uma grande vilã, boa parte do que ela faz é “sugestão” do assessor ou do Shades. Esse último sim tem potencial para ser um bom vilão, Shades tem muito mais autocontrole que o Cornell e o Stryker, não perde a razão em meio as emoções, ele é muito mais calculista e inteligente, repare que ele apontou todos os erros do Cottonmouth e Stryker, e ainda manipulou a Mariah como quis, o que falta para ele estar à altura do Luke é poder, por isso torci para ele soltar rajadas pelos óculos, infelizmente isso não aconteceu =/

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  • João Paulo

    Eu gostei dessa temporada de estreia, foi uma boa temporada mas tem lá suas ressalvas.

    Achei o ritmo dos episódios um pouco lento, principalmente na Premiere e depois do oitavo. Que por sinal da pra perceber uma barrigada na série, após morte do Cottonmouth.

    Fora isso, a série tem uns momentos, umas falas, meio filme de sessão da tarde.

    Outro ponto que deve ser mencionado é que Luke Cage, mesmo tendo muitos vilões, nenhum chega a ficar a sua altura, e fica muito aquém dos outros do universo Marvel na Netflix. Tanto Cottonmouth, Diamondback, Mariah, Shades nem chegaram perto do impacto dos excelentes Kingpin e Kilgrave.

    Apesar desses momentos de baixa e algumas falhas, seu saldo é positivo.

    • Tiago Vaz

      Mesmo não tendo funcionado com maestria, admiro a ousadia dos envolvidos em Luke Cage ao inserir mais de um vilão na temporada. Realmente o saldo final foi bom (quase ótimo).

  • Junito Hartley

    Senti uma raiva da policia dessa serie gigante, sao um bando de frouxos!

    • Tiago Vaz

      Os coadjuvantes e figurantes do núcleo policial foram bem fracos em termos de atuação e desenvolvimento. O último parceiro da Misty parecia uma versão piorada dos amigos do Dexter.

  • Luiza Mota

    Bem, agora que chegamos ao fim posso dizer: acho que a grande fraqueza dessa série, pra mim, foram os vilões. Mesmo Cornell e Mariah, personagens complexos e interessantes, foram terríveis como vilões. Fiquei feliz com a virada da morte de Boca de Algodão, já que a cada episódio que passava ficava cada vez mais visível o quanto as ações do personagem não seguravam o discurso. Quando Mariah surgiu para ocupar este espaço, acreditei que ali sim a série engrenava, surgia uma ameaça de verdade, mas nem isso. Gostei dela como personagem, do conflito interno entre o que ela era (um reflexo indesejado de Mama Mabel) e o que queria ser, isso foi interessante. Agora, como vilã, foi patético. Note que Mariah não consegue elaborar nada sozinha: nos maiores momentos de crise ela seguiu as instruções de outra pessoa — no caso, Shades e o assistente de campanha cujo nome desconheço. A única decisão que partiu dela foi o assassinato de Cornell, mesmo assim, em um ataque de fúria. Fiquei esperando o grande momento e nada. A grande vantagem de Mariah são seus dois minions que, por razão desconhecida, decidiram guiar e servir essa mulher. Talvez ela cresça em uma próxima temporada, quem sabe.

    Fiquei pensando que Mama Mabel seria uma vilã muito mais interessante que qualquer outro apresentado na temporada. Seria um figura criminosa, sim, mas que ao mesmo tempo apoiaria a comunidade do Harlem. Seria um contraponto mais cativante.

    Pelo que pude ver, as críticas realmente se dividem quanto ao resultado final da série. Infelizmente, a palavra que me vem a mente pra descrever Luke Cage é: chato. No meu ponto de vista, a série tem uma proposta interessante e trás várias ideias cativante, mas não conseguiu desenvolver bem tudo o que apresentou. Entre os ponto fortes, destaco uma comunidade negra se unindo pra se proteger, isso foi lindo de ver (pena que esse aspecto ficou mais para o final da série). Negativos, além dos vilões fracos, acrescento o roteiro e, princialmente, os diálogos. A série é cheia de discursos e frases de efeito que a série simplesmente não consegue bancar e o resultado é, na minha opinião, cafona na maior parte das vezes.

    Ainda acredito no personagem título e estarei de volta para um segunda temporada. Apesar dos pesares, ainda vejo potencial para essa galerinha do Harlem.

    • Tiago Vaz

      Luke Cage prometeu demais e não entregou algo além das expectativas. Apesar de alguns diálogos e plots “chatos”, achei o resultado final dentro do padrão Netflix de qualidade. Vamos torcer para Mariah se tornar tão forte como Mama Mabel na próx season.

  • carla machado

    Eu super gostei da série como um todo. Não curti os personagens femininos como vcs curtem não.
    A Claire, que é minha preferida, me incomodou o quanto ela apareceu , pois queria ela mais “participação especial” mesmo. ODIEI o envolvimento amoroso dela com o Luke, por mais que eu saiba que isso na HQ existiu, na timeline da Marvel/Netflix, fica muito próximo a pegação dela com Daredevil e dele com Jessica.
    Assim, como não gostei do beijo da Mariah no Shades, tb acho que não precisava disso, a relação estava bem encaminhada e explicada.
    Gostei dos vilões sim, apensar de a morte de Boca de Algodão foi prematura.
    O QUE MAIS ME INCOMODOU foi a Jessica Jones realmente não ter aparecido.
    Eu criei esta expectativa na minha cabeça e esperei-a a cada episódio.
    Espero um Defenders e uma segunda temporada demais!!

    • Soraia Leite

      Não tem como ter a participação da Jessica jones porque ele ainda não conheceu ela, na cronologia da marvel essa serie se passa antes de Jessica jones, se vc for prestar atenção em jessica jones ele já conhecia a claire, e nessa serie não, a claire ate menciona a cena em que ele protege o policial em jessica jones.

      • marcos

        Estás viajando.
        Jéssica é citada algumas vezes em Luke Cage.

      • Pat

        Garota, é dito na série que uma garota quebrou o pescoço de um homem que tentava controlar sua mente. Essa é Jessica. E além do mais, Claire conhece Luke por que salvou a vida dele na série da Jéssica. Please!

      • carla machado

        Soraia, a própria Claire quando encontrou com Luke falou: lembra de mim? sua namorada me pediu pra eu cuidar de vc em Hells Hitchen.
        Na cronologia, Luke vai pra Harlem DEPOIS de ser manipulado por Kilgrave com Jessica em hells Kitchen,

      • Tiago Vaz

        Soraia, a linha temporal de Luke Cage se passa junto com a segunda temporada de Demolidor, ambas após os acontecimentos da primeira temporada de Jessica Jones. A sinopse da série é a reconstrução de Luke Cage como herói no Harlem depois de deixar Hell’s Kitchen.

      • Marcelo Augusto

        Essa ai presta atenção no que assiste kkkk

        • Tiago Vaz

          Socorro!

    • Tiago Vaz

      Gostei pq acho que Claire merecia mais espaço depois das participações curtas em DD e JJ. Eu não esperava a participação de Jessica Jones pq a ideia na season era aproximar Luke de Claire, creio que Jessica e Luke só devem se resolver durante a primeira temporada dos Defensores. Senti falta da Madame Gao ou de alguma menção direta de Daniel Rand, o Punho de Ferro.

    • Soraia Leite

      Embora a série de Luke Cage seja uma história de origem e se baseie nas bandas desenhadas, a versão que temos aqui da personagem é mais sofisticada, e ainda bem. O traje original de Luke Cage foi completamente descartado, pois já não se adequa aos padrões actuais, e o seu slogan, “Sweet Christmas”, praticamente não aparece na série. No entanto, a história de origem de Luke ainda não foi contada, e é essa lacuna que esta primeira temporada veio colmatar.

      Cronologicamente, Luke Cage decorre depois da segunda temporada de DareDevil, mas antes da primeira temporada de Jessica Jones.

  • vinland

    Eu gostei apenas ate o episodio 6 depois ela deu uma caida brusca, pelo menos no meu ponto de vista. Os viloes pra mim, foi o que teve de pior na serie, ja que nenhum era a altura do Luke. Ficaram devendo muito nessa parte.

    A historia por vezes foi muito parada, e quando digo parada, nao digo por falta de açao, mas sim por uma falta de dinamica na historia. Gostei da atmosfera sombria da serie, isso ficou bem legal. De 1 a 10, eu dou uma nota 6 pra serie.

    • Tiago Vaz

      Acho que a missão mais complicada para os criadores foi a de encontrar um vilão a altura de Luke, acho que por isso colocaram mais de um vilão para tentar compensar rs. Eu até enxerguei uma dinâmica legal na série, mas não foi muito bem encaixada com o roteiro e edição dos episódios.

      • vinland

        Pior que colocaram mais de um, e mesmo assim nao compensou kkkkkkkkkk. Das tres Series Marvel/Netflix achei a mais fraca. Sem falar que o produtor ter comparado ela com The Wire, apenas pra chamar a atençao, foi um erro muito grande.

        • Tiago Vaz

          O que salvou Jessica foi o vilão e foi justamente o que atrapalhou Luke. Também gostei muito da primeira season de DD.

  • marcos

    Sinceramente: a série foi cheia de incoerências. A misty está quase morrendo, se esvaindo em sangue, e cinco minutos depois está bem. Um dos policiais corruptos simplesmente some. A polícia quer prender o Luke mesmo contra todas as evidências (afinal, para que prender um bandido conhecido normal se podemos prender um superpoderoso inocente?), O bandido desobedece o chefe e metralha a Barbearia só porque o roteiro exige uma rixa entre boca e Luke.
    Enfim, essas falhas e várias outras acabam com qualquer ilusão.

    • Tiago Vaz

      Algo que me incomodou durante a temporada é que era possível evitar buracos no roteiro como os que você citou, mas gastou-se tempo demais com diálogos vazios em certos episódios.

  • Junior Silva

    Série bem mediana comparável com jessica sono. Demolidor continua sendo a melhor das três disparada. Até o terceiro episódio, a série não andava, era inacreditável a lentidão (e antes que alguém venha reclamar, as séries que mais gosto são extremamente lentas, vide sopranos, breaking bad, the wire e outras).

    • Tiago Vaz

      Não gostou de Jessica Jones? Apesar de se passar em ambientes diferentes, não recomendo Luke Cage para quem não gostou de JJ. São personagens complexos e mais difíceis de se identificar, além do ritmo mais moderado de ambas as séries.

      • Junior Silva

        Mas demolidor é um personagem complexo (diria até mais que jessica jones e luke cage) e não tem essa lentidão inacreditável. Tem uma barriguinha nas duas temporadas, mas nada comparável com as outras duas.

        • Tiago Vaz

          Desse universo Marvel/Netflix, creio que a série que mais se aproximará da dinâmica de Demolidor, será Punho de Ferro. Acho que até O Justiceiro será uma série lenta.

          • Junior Silva

            Justiceiro tendo a gostar muito mais, mesmo sendo lenta (lentidão é um problema em quem não consegue desenvolver a narrativa direito).

    • O problema foi o vilão principal, o tal do Cascavel é muito ruim. Cottonmouth ainda era interessante, e denso, embora fica devendo se comparado a Fisk ou Killgrave. Gostei bastante do Shades, é um cara ardiloso, sútil, frio e calculista, muito mais esperto que o Cornell ou Kid Cascavel, o que pesa contra é que ele não tem nenhum grande poder, ou pelo menos saiba se proteger como o Fisk, mas de todos os vilões, foi o que eu achei mais interessante.

      • Junior Silva

        Nem fala dos vilões. Se tem uma coisa boa em jessica sono é o vilão, melhor coisa disparada. Já em luke cage, não tem.

  • Marcelo

    Eu gostei da série pra ela foi melhorando ao longo dos episódios, mas achei inferior a Demolidor e Jessica Jones.

  • LUIS HEBER

    Muito ruim…larguei no quinto.

  • Jussara Clarindo

    Misty, esperamos o braço biônico. E

    • Tiago Vaz

      Quem sabe em Punho de Ferro?

  • Demolidor e principalmente Jessica Jones tem seus momentos de lentidão, mas o problema de Luke Cage não é apenas a narrativa lenta, é o grande número de episódios redundantes, a série poderia contar sua história em 8 episódios. Outro problema foi substituírem um vilão interessante e bem interpretado como o Cottonmouth por um super genérico e sem graça como Kid Cascavel.

    De positivo, a série tem muita identidade própria, transmite bem a cultura do Harlem, gostei da maioria dos personagens, a fotografia e trilha sonora também são boas, faz críticas sociais bem interessantes, é a série que mais deu destaque para a Claire, que é uma personagem bem legal, as cenas de ação apesar de poucas também me agradaram. Luke Cage não é genial, e nem a melhor série da Netflix, mas ainda sim é melhor do que muita coisa que esta na TV aberta US, e apesar de alguns defeitos a série é boa e entretém, nota 7,5.

  • Carcosa, the Yellow

    Embora tudo gire torno do Luke Cage, eu tive a sensação de q nada foi resolvido. Tudo aconteceria do msm jeito tendo ou não o Luke. Pq Mariah e Shades tão soltos, Diamond Back tá na prisão aos cuidados do doutor q criou o Luke. Só o Cornell q morreu. Mas acho q foi de propósito. Pra dar aquele clima de q o sistema é algo fudido msm. Sem contar q isso deve ser mais para o crescimento do Misty do q qualquer outra coisa.

  • Ray

    O kid cascavel foi o pior da série e infelizmente não o mataram. Vilão sem graça, raso…

  • Mataram o melhor vilão da série pra por o Kid Cascavel, um vilão bem sem sal diga-se de passagem, a trilha sonora é muito boa, e a forma como o Harlem foi apresentado também. Pecaram em não se aprofundarem mais na personalidade de personagens como o Pop, Shades, Misty e até o Scarfe.

    Resumindo, foi uma boa série não é melhor que Demolidor, mas foi melhor que Jessica Jones.

  • Junior Souza Salvatore

    Achei interessante a narrativa de Luke Cage então???

    No aguardo da 2° Temporada