Gilmore Girls: A Year In The Life: Fall [Season Finale]

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Em Fall tudo termina exatamente como começa.

Calma aí. Se você está achando que eu quis dizer que o revival de Gilmore Girls não nos levou a nada, se livre desse pensamento, pois ele só significa que Lorelai e Rory começam o revival no gazebo e o encerram sentadinhas no mesmo lugar. Nenhuma das duas é a mesma, no entanto.

A Year in The Life ou Um ano para recordar. As duas versões do nome cabem perfeitamente, seja para a experiência com esses quatro lindos, maravilhosos e intensos episódios, seja para quem, como eu, passou 2016 numa verdadeira imersão Gilmore. Quando surgiram os primeiros boatos de que a Netflix faria alguma coisa com a série, meu coração disse que estava na hora de revisitar Stars Hollow. É engraçado porque levei o ano todo, praticamente, assistindo a todos os episódios de cada temporada. Foi uma surpresa. Mesmo tendo visto Gilmore Girls quando estava no ar, os anos de distanciamento me mostraram detalhes nunca antes percebidos, diálogos brilhantes foram tirados da gaveta da memória e a diversão foi plena. Passei o tempo todo como velha que sou, bradando que “não se faz mais séries como antigamente”. Nada que seja remotamente tão legal, tão significativo e ao mesmo tempo suave surgiu desde que Gilmore Girls saiu de cena e foi delicioso reviver as sete temporadas e pode ver Winter, Spring, Summer e Fall pela primeira de muitas e muitas vezes.

Ri e chorei. Foram seis horas de emoções à flor da pele. De sentimentos misturados. De puro amor pelo universo criado por Amy e Daniel. De pura admiração e respeito pelas mulheres interpretadas por Lauren, Alexis e Kelly. Não se enganem diante de alguma observação mais contundente que eu faça, eu estou completamente encantada por esses episódios e por cada coisinha neles. A jornada foi linda e eu não saio dela sem desejar que continue.

Esse desejo, aliás, é fruto do que o especial deixa como legado. Quem esperava algo mais fechado e definido pode ter ficado incomodado com o modo como muitas coisas ficaram. A série também deixou muitas coisas em aberto quando encerrou sua sétima e mal falada temporada (que eu aprendi a admirar durante essa experiência, acreditem) e foi assim que ganhamos esses quatro episódios de presente, nove anos depois. Eu não vejo problema algum em permitir que a imaginação das pessoas flua, em atiçar essa vontade de mais. Quando se quer mais é um bom sinal.

Mas antes de falarmos de quaisquer possibilidades, é preciso destacar o caminho que as Gilmore Girls traçaram até encontrar seus novos rumos. A brincadeira com Wild (book or movie?) é absolutamente válida. Por trás das brincadeiras sobre essa aventura em meio à natureza e os perigos de morte imediata, notamos que cada uma à sua maneira, Lorelai, Rory e Emily (sim, ela também) completam ciclos de suas vidas e se redescobrem, se perdoam e vislumbram um momento inédito.

Quem consegue lembrar da reação de Lorelai em toda vez que Richard esteve doente?  Ela nunca conseguiu lidar com a ideia de perder o pai e nas duas vezes em que a série trouxe o assunto, a atitude dela era do mais puro terror. Apesar da relação complicada com Richard e Emily, Lorelai não pode negar o quanto eles são importantes para ela. Em Winter vemos o funeral e a inabilidade de Lorelai dizer algo positivo sobre o pai. Em Spring ela conta que não teve a chance de se despedir. Em Fall ela encontra dentro de si mesma as melhores lembranças e não hesita em ligar para a mãe e contar finalmente sua memória favorita de Richard. É uma das cenas mais lindas desse revival, de chorar de soluçar, porque se tem uma coisa que foi muito bem feita, foi a homenagem à Edward Herman e a seu personagem. A verdade é que sentimos a presença de Richard o tempo todo nesses episódios. Foi impressionante o que conseguiram fazer e como fizeram. As músicas, os livros, o escritório, os quadros monumentais… Richard foi uma participação linda e delicada.

Emily, por sua vez, também tema chance de ser ela mesma. Não que antes não fosse, mas agora ela está diferente e tem outras prioridades. Primeiro, achei incrível o fato de, pela primeira vez, a colocarem numa relação saudável e humana com os empregados da casa. Antes, confesso, eu sentia algum incomodo com aquela troca a cada episódio e os comentários um tanto quanto agressivos que eram parte do viés cômico da série. Emily, portanto, tornou-se melhor e vê em Berta e toda a família dela um importante apoio, sem que isso seja apenas unilateral. Outro ponto crucial é que Emily decide abandonar o DAR, o clube, a casa e ir viver uma vida mais simples em Nantucket. Ela também arruma seu primeiro emprego, no museu da baleia. Ela se torna independente e alguém cuja identificação é ser ela mesma e não a esposa. Emily jamais foi apenas a Sra. Richard Gilmore, só não sabia disso com clareza.

E se Lorelai agora consegue expressar seu desejo de casar com Luke e oficializar o que nós soubemos ser verdadeiro no episódio Piloto, Rory trilha um caminho que não é tão diferente do da mãe. Ela tem seu momento Wild com Logan, Colin, Finn e Robert, em uma noite de fantasias patrocinada pela lendária Life and Death Brigade.

O estilo videoclipe ou “sequencia anos 80” caiu bem e transmitiu o tom divertido da coisa toda. Foi Rory esquecendo dos problemas e relaxando por algumas horas, deixando de lado a preocupação com seu futuro ainda incerto, apesar do desejo de escrever o livro contando a história de sua relação com Lorelai. Mais uma vez, fica escancarada a preferência de Rory por Logan, não importa o que eu ache ou que vocês achem. Ela o ama e ponto final. Achei tão honesto que chorei com eles na despedida, mesmo sempre tendo olhado para Logan como o cara que acha que tudo na vida se resolve com dinheiro.

É claro também que Dean, em sua breve aparição no mercadinho (onde mais poderia ser?) foi o candidato ideal para o primeiro amor. Todo o reconhecimento que Rory agora tem é apenas justo e o modo como ela o descreve é o modo com cada fã do casal sempre o enxergou. Um cara leal, dedicado e que faria tudo para deixa-la segura. Jess, que também reaparece e é quem ajuda Rory a direcionar suas energias para a criação do livro é que fica indefinido. Nesses episódios ele é para ela um grande amigo, alguém que compartilha as mesmas paixões e que entende sua essência. Jess é a evolução em pessoa. De moleque revoltado e chato (desculpem, ele era sim) se transformou num cara bem resolvido e que, assim como Luke, encontra a felicidade no que há de mais simples. Honestamente, em pouquíssimas cenas (nas duas temporadas finais e agora no Revival) eu passei a gostar do personagem e a torcer por ele. Mas Jess, mesmo ainda amando Rory, sabe que não é a hora de algo desse tipo e segue seu caminho como tem que ser. Logan, que afinal vai completar os desejos da família e casar com Odette, aparece compreensivo e disponível sempre que Rory precisa. É difícil dizer se ele evolui de alguma maneira, mas não posso desmerecer o que ele faz para “resgatar” Rory, como ela mesma diz.

Gilmore Girls: A Year In The Life: Fall [Season Finale]
Gilmore Girls: A Year In The Life: Fall [Season Finale]
 E é aqui que precisamos falar daquelas tais quatro palavrinhas que tanto nos deixaram curiosos. “Mãe, eu estou grávida”. Que final foi esse? Como nos deixam assim depois de tantas cenas lindas do casamento espontâneo de Luke e Lorelai. Voltamos ao gazebo e ficamos com essa bomba nas mãos, sem saber muito bem como agir e o que pensar. Pois Rory pensou bem. Tanto que procurou Christopher e fez as perguntas mais capciosas sobre como ele se sentiu vendo Lorelai criar a filha sozinha. Como sabemos, Logan é o Christopher de Rory e nesse momento em que ela está grávida dele (ou da one night stand com o Wookie, saberemos se o bebê nascer peludo), ela vai atrás do pai para calcular seu próximo passo. Quando conta a noticia para Lorelai, a meu ver, Rory já decidiu ser ela também uma mãe independente (porque para ser mãe não precisa estar casada, logo não a consideraria mãe solteira). Como Lorelai diz para Emily, é o ciclo da vida de novo. Uma maneira linda de terminar esse último episódio. Uma maneira de talvez nos dizer que vem mais por aí, quem sabe?

Mais uma vez, não podemos esquecer que Fall nos traz a presença de mais dois membros do elenco de Parenthood, Jason Ritter e Peter Krause, como os guardas que marcam o “quase início” da caminhada de Lorelai. Também vemos Miss Celine, sempre estranha e pronta para fazer referências clássicas e vestir Lorelai para seu casamento. Uma das aparições mais esperadas, contudo, me pareceu decepcionante. Sookie não era Sookie. Não senti nem um pouco aquela alegria saltitante de antes ou os trejeitos da personagem. Confesso que foi algo que me chateou, não tanto por ter sido só no final ou por ser uma cena única, mas porque Lorelai estava de olhos marejados durante toda sequência e Sookie estava ali (com uma voz estranha e fria) mostrando bolos e desaparecendo na despensa onde Michel devorava granola com as mãos.

Falando em Michel, a saída dele da pousada fica indefinida, mas gosto de acreditar que ele fica e que a expansão faz dele um sócio de Lorelai nesse novo momento. Também é memorável a cena em que Jess e Luke conversam sobre o medo que ele sente de sua relação com Lorelai chegar ao fim. Mais memorável ainda é o reencontro desses dois e a afirmação de que eles são sólidos e que só se abandonam num saco do necrotério. O romantismo não morreu, amigos! Tanto não morreu que o festival da colheita é o palco perfeito para que eles finalmente se casem, tudo com uma ajudinha de Kirk e da noite de bingo, que mantem o reverendo acordado até tarde.

A relação de Lorelai e Rory, como sempre, volta a fluir naturalmente. As duas discordam, mas sempre voltam uma para a outra e dessa vez, o livro Gilmore Girls (sem o dramático The) vai mesmo sair. É engraçado o medo de Lorelai em ser retratada pelos olhos de Rory. Parece certo que ela não seria menos que brilhante, como foi, com seus erros e acertos. Lorelai é, de longe, uma das personagens mais inspiradoras para as mulheres, e não existe outra maneira de descrevê-la pela audácia de sair de casa, trabalhar e criar sozinha sua filha, assim como tantas mulheres precisam fazer e fazem, sem de fato terem o reconhecimento por isso.

Depois de tudo isso, só posso agradecer pela chance de ter essa experiência. Foi um ano da minha vida em que estive de novo com as Gilmore Girls e seria lindo se houvesse mais. Se não for o caso, a felicidade de todos nós, fãs, está completa. Where you lead, I will follow.

> Entrevista com o elenco de 3%!

Paul Anka’s Choice: Lorelai a melhor fiscal da máquina de gelo.

Paul Anka’s Choice 2: Adorei Jess destruindo o wi-fi no Luke’s, onde todos viam Doctor Who e comiam ¼ de bagel.

Paul Anka’s Choice 3: In Ominia Paratus com Esther foi hilário.

Paul Anka’s Choice 4:  I believe in another life I was cofee. Lorelai S2

Paul Anka’s Choice 5: Vomitar no banheiro de baixo machuca os joelhos do Kirk.

Paul Anka’s Choice 6: O conselho de Dean para Rory não roubar o amido de milho “dessa vez”.

Paul Anka’s Choice 7: Jess olhando Rory pela janela.

Paul Anka’s Choice 8: O que eram aquelas freiras doidas, jogadoras de Pôquer?

Paul Anka’s Choice 9: Berta é Gypsy. Parabéns pelo trabalho Rose Abdoo!

  • Jeferson Huffermann

    como eu preferiria que a criança nascesse peluda…

  • Vinicius

    nem tem como ser filho do wookie, né, já que ela quicou com ele na primvera.
    no mais, acalentou meu coração e foi uma excelente viagem com minhas três garotas gilmore

  • Samantha Pistor

    Olha, fico feliz para quem tenha tido uma experiência boa com o revival. Para mim foi uma das experiências mais tristes que eu tive. Não só com o revival em si: a série foi arruinada para mim.

    Repetirei de novo (porque sou irritante): esse final foi pensado para uma Rory de 22 (ou 23 anos se houvesse a oitava temporada). Uma Rory que mesmo brilhante, formada em Yale, inteligente, termina grávida, mãe solteira e sabe-se lá com que perspectivas de carreira. Não sou uma entusiasta da sétima temporada, ma grazadeus que ASP foi afastada e tivemos um final onde Rory pôde ter uma carreira.

    Muitos acham que essa desconstrução da Rory a humaniza: para mim isso a mata. Rory poderia ter perdido suas cores de menina brilhante sem ter perdido sua essência. Desculpa, mas não quero acreditar que uma pessoa que se gradua em Yale com boas notas aos 32 anos termina grávida, morando com a mãe e vendo na escrita de um livro a solução de seus problemas. Também não quero acreditar que uma aluna de Yale lida com a vida profissional de forma tão imatura: “não quero escrever sobre filas, não quero escrever no site, não quero dar aulas, não quero fazer nada que eu precise para conquistar o emprego dos sonhos, ele precisa cair no meu colo e quero escrever um livro que magoa minha mãe PORQUE ISSO vai resolver minha vida”.

    Rory podia estar tão perdida quanto está mas fazendo algo por sua vida. Na sétima temporada ela batalha por uma chance e faz de tudo por ela. Podíamos ver isso aqui novamente, com ela pegando freelas indigestos e transformando em histórias boas. Tantas formas da Rory estar em um momento ruim mas sem ficar passiva quanto a isso. Achei que a desconstrução da personagem foi tenebrosa e isso me dá arrepios.

    Rory se envolvendo DE NOVO com cara casado, Rory DE NOVO se metendo em relacionamento furado, Rory DE NOVO fazendo merda… Rory tendo fucking 32 anos e não evoluindo como pessoa, quando a série sempre deu mostras de que ela tinha defeitos e crises, mas tendia a achar seu rumo.

    As pontas soltas da lorelai com o Luke se resolvendo num casamento, como se a metáfora superasse os fatos é de matar. Que plot mais jogada. Lorelai segue ditando as normas, Luke segue seguindo e esse anel não resolve isso. Ainda bem que destinaram pouco tempo ao relacionamento, então não me importei, mas o discurso casamento me irritou nesse revival. Usar casamento como um equivalente para resolver indisponibilidade emocional, sugerindo que outros relacionamentos são menos válidos por permitir uma saída de emergência (divórcio é mais complicado do que ir embora), é ofensivo para todos que escolhem outro tipo de relacionamento.

    Só gostei da plot da Emily e a Lorelai com a mãe. E do musical, que me fez sorrir. De resto, esse revival foi uma experiência triste para mim em todos os sentidos.

    Sinto como se a série original tivesse sido escrita por outra pessoa. Sinto como se a pessoa que deu declarações a respeito do machismo envolvendo a Rory não foi a roteirista dessa coisa. A mulher que deu a declaração de que o prêmio da Rory devia ser o foco era a pessoa que ia fazer a Rory terminar grávida aos 23 anos. Isso não faz sentido nenhum.

    E repito: o filho não é do Wookie. Pode ser do Paul (seria meu sonho) mas pelas datas e pela cena lúdica de despedida, sabemos que é do encosto.

    • Vanessa Turatti

      Samantha, fiquei esperando a review sair só pra ver seu comentário (vi o dos outros episódios), pois até agora de todos com quem falei a respeito, só vc pensa como eu, sem tirar nem por uma linha!

    • nnaa

      Nem preciso comentar, pois você falou tudo que eu senti, principalmente em relação à Rory. Ela não merecia esse fim… Esse não é o fim da Rory de Chilton, de Yale… E sim, sempre considerarei o final da 7ª temporada, onde Rory saiu para conquistar o mundo, esse é o lugar dela.

    • Ivy

      Vendo o seu comentário, sabe o que acabei de lembrar? Na segunda temporada a Paris deu pra Rory escrever no jornal de Chilton sobre a pintura e o asfalto do estacionamento dos professores e a Rory pegou esse assunto banal e o transformou em uma baita reportagem que a conselheira do jornal elogiou, como agora ela reclama de ter que escrever sobre filas e coisas mais banais? ASP se perdeu com a Rory desda 5ª Temporada, quem a trouxe de volta foi o David Rosenthal e cada vez mais agradeço ela ter sido afastada da ultima tempora e não ter estragado o seriado.

      PS: Você podia ter escrito as reviews no lugar do Henrique, porque honestamente você entendeu os defeitos e compreendeu melhor o Revival do que ele. Rory na clínica de fertilidade?! WTF…

      • Samantha Pistor

        Ivy, eu particularmente amo absolutamente tudo que o Henrique escreve. Por mim ele cobriria tudo. Adoro ler as análises dele porque todas, mesmo naquilo que eu não concorde, me faz pensar. Mesmo quando discordo de tudo que ele diz (como no caso do revival), parte do meu dia é ler o que ele tem a escrever. Ironicamente, eu e ele temos um gosto parecido e eu gosto de opinar em tudo, então boa parte das séries que ele cobre eu estou lá enchendo o saco.

        É normal que quem tenha gostado do revival pince as cores positivas e quem não goste pince cores negativas. Os reviwers falaram brevemente do que acharam ruim, eu falei brevemente do que achei bom. Seria interessante que alguém que acompanhou o revival abordasse especificamente os pontos negativos de cada episódio, mas acho que os comentários já enriqueceram bastante o debate.

        • Niobe S

          *batendo na madeira três vezes* Por favor, não suporto a escrita do Henrique, nem brinque dizendo que ele poderia escrever tudo.

          Eu estou contigo sobre as sensações de todo esse revival, incluindo esse final. O casamento da Lorelai com o Luke foi lindo mas o jeito como foi tomada essa decisão, eu não gostei. Tudo o que a Lorelai fala, o Luke aceita simples assim? Eu gostaria de vê-lo se impor mais, sei lá.
          O encosto (Logan) nesse episódio sendo apresentado como príncipe encantado, usando roupas nobres, dançando, cortejando Rory, não dá para engolir isso de um homem que vai casar com outra!! AAAh dá vontade de gritar de raiva!

          Essas coisas me incomodaram muito e só não falo mais porque você e a Ivy já esmiuçaram tudo rsrs

    • Fernando Corrêa da Costa

      Concordo completamente..
      Chorei de raiva com esse final sem pé e sem cabeça! Uma mãe solteira aos 32 anos! Que final “lindo”!
      A série deveria ter acabado na sétima temporada mesmo.

      • Pri

        Fiquei com a mesma sensação

    • Bruna

      Nossa, concordo 99% (menos a parte do musical, que pra mim foi sofrível).

      Achei decepcionante. Valeu pela relação da Emily e Lorelai, pela trajetória da Emily e pelos coadjuvantes maravilhosos (kirk, tayler e babbete <3). Melissa estava péssima, totalmente diferente, então nisso eu concordo com a review.

  • Elton

    Camila, não sei se notou, mas a “sequência anos 80” saiu do musical “Across the Universe”. Até a versão da música dos Beatles é a do filme.

  • Nathália Patussi Vial

    Adorei a tua review! Claro que tem coisas que a gente não gosta, mas a vida é assim! Desmistificar a Rory perfeita foi ótimo. E não vejo porque tanto alvoroço em torno de ela ficar grávida…Qual o problema de uma gravidez?! Ela pode ter um filho e conquistar o mundo como jornalista/escritora… a Loreali não foi uma mulher forte e independente sempre? Eu AMEI esse revival… foi muito bom e também fiquei triste pela Sookie ter sido tão fria! Mas eu amei e espero sinceramente que ano que venha tenha mais!!!
    ps: somente minha opinião né!!!

  • Aline

    Dane-se a crítica… amo tudo Gilmore desde os 14 anos e mesmo hoje com 28 quero muito mais!

    Vida longa as Garotas Gilmore! (E torço para o bebê ser uma menina).

  • Claudia

    Adorei tua review (melhor do que o carinha do outro episodio q fala da Rory q procurou a clinica da Paris hehe).

    Bom, estou lendo embaixo os comentários das pessoas q odiaram o final e a Rory completamente perdida. Opinião não se muda e cada um tem a sua. Mas…

    A Rory demonstrou ser perdida após 1 ano de Yale, quando ela não conseguiu acompanhar o ritmo e ir mal nas matérias. Lembra que um professor chamou ela para falar que ela ia fracassar por pegar várias matérias. Outra, ela ficou mais perdida ao conhecer Logan e seu grupo, quando foi presa por roubar o barco, quando o pai do Logan falou q ela não tinha talento para ser jornalista, quando brigou com a Lorelai e se mudou para a casa da piscina da avó… Estava lá todas as peças para a gente ver q a Rory não é aquela ser perfeita que estudava em Chilton. Convenhamos, a pessoa pode ser inteligente mas precisa ser esperta para o mundo, saber fazer boas escolhas para se dar bem na vida.
    E Rory optando por Yale ao invés da tal amada Harvard demonstrou o quanto pateta ela é. A menina sempre sonhou com a Harvard, estudava para passar nela, e depois fala nheeee, vou fazer Yale por causa do avô e blablalba…
    Outra coisa, Rory mostrou q não é boa jornalista no final de Yale, só fez estágio no jornal da faculdade… mesmo com tanta revista e jornal para ela trabalhar em NY, e no final de GG ela vai atras da comitiva de OBAMA…
    Rory e suas péssimas escolhas
    Conheço tanta gente de mais de 30 anos perdido por ai…

    • Giovana Fiuza

      A Rory sempre foi perdida. Ser inteligente academicamente é algo diferente de saber o que vai fazer na vida. Ela tinha um objetivo no começo (Harvard) e trabalhava duro por ele. Mas no momento em que ela conseguiu (Só que nesse caso a Yale, como vc falou, mostrando como o sonho dela era mutável), não sabia direito como agir.

      E concordo. A quantidade de pessoas que eu tbm conheço que são perdidos aos 30 n são poucas

    • Flávia Barcellos

      Eu não acho que a Rory se perdeu ao conhecer o Logan, eu acho que as pessoas tem dificuldade de aceitar que a Rory não é a menininha de Stars hollow mais. Ela não é a Lorelai, ela é como se fosse o mix entre a Lorelai e a Emily, ela gosta do mundo da riqueza, das festas, dos eventos, das pessoas poderosas, e isso era o que a Lorelai temia quando criou a Rory longe daquilo, mas isso é o que ela é. O Logan não é a perdição da Rory, ele representa o que ela é, eles são iguais e ambos são falhos e moralmente questionáveis, mas compatíveis. O fato de a Rory ja ter escolhido o Logan em vez do Dean, o Logan em vez do Jess, e ter se envolvido com ele de novo ja deixa bem claro quem é o cara que ela queria, como a review disse. A Rory não é uma mocinha, ela é uma anti heroína que as pessoas torcem e humanizam.

      • Giovana Fiuza

        Apesar de eu não gostar muito de Logan e Rory (#TeamJess) você está certa. Muitas pessoas olham para a Rory como Stars Hollow olhava para a Rory: Como a garota perfeita que não podia fazer nada errado, e se fizesse era por causa da má influência dos namorados. Eu adoro a sexta temporada pois mostra o quanto ela é frágil, era acostumada a ter tudo, e no momento em que a realidade bateu, não soube lidar.

      • Suzy

        Concordo, a Rory mostrou que não é perfeita há muito tempo atrás, a verdade é que a Rory não é muito diferente do Logan, ela gosta da riqueza e tudo o que vem junto, fala dos privilegiados e que quer conquistar as coisas por si só, mas ela é muito privilegiada, e agora que ela podia conquistar a carreira começando de baixo, como qualquer pessoa, ela se nega, se negou a todas as oportunidades que teve por ser orgulhosa demais.
        E sobre ela ser imperfeita, a série sempre mostrou isto, mas ficou mais escancarado a partir da 4 temporada quando ela foi a outra do Dean e a partir daí só ladeira a baixo. Star Hollow, Lorelai, Luke, Emily e Richard que sempre viram na Rory tudo o que existia de mais perfeito neste mundo, o que a Lorelai poderia ter sido e não foi. Mas quem acompanha a série sabe que ela nunca foi santa, mas apesar de tudo eu torço pra que ela se acerte na vida, não só por ela e seu potencial, mas porque a Lorelai passou por poucas e boas para a filha ter uma boa vida.

      • Samantha Pistor

        Rory não se perdeu ao conhecer o Logan. Rory se perdeu quando topou ser amante de um cara casado na 4a temporada, se perdeu na 6a temporada quando não soube lidar com críticas, se perdeu na 5a porque viu que faculdade não era igual a escola. Logan foi um dos caras que Rory namorou e mais um dos escrotos com quem ela lidou. Vida que segue.

        Rory se perdeu inúmeras, inúmeras e inúmeras vezes. A diferença é que quando ela cometeu esses erros, ela tinha 19, 20 e 21 anos. E todas as vezes que ela errou, ela deu um rumo para a vida: Dean a deixou, ela se envolveu com outro cara, diminuiu as matérias, saiu da faculdade e voltou para a faculdade, buscando uma realocação profissional. Ou seja, errar é ok, a inércia é que mata.

        Rory não é mais a garota de Star Hollow desde a quarta temporada, mas ela nunca foi inerte. Rory tem crises tenebrosas, mas ela as supera e segue em frente. Essa faceta da personagem: a superação e a luta é que foi sublimada por essa plot. Rory virou apenas uma adulta perdida, que não sabe o que fazer com um diploma e se recusa a fazer algo que não seja lúdico.

        Rory tem 32 anos e não pode ter sua plot parada no tempo, como se ela ainda tivesse 20: não é do feitio da Rory cometer os exatos mesmos erros que ela cometeu uma vez e pior, não mover uma linha para corrigi-los. Ir em entrevista despreparada? Recusar um artigo que poderia lhe abrir portas? Tratar o oferecimento para lecionar como se fosse algo ridículo? WTF? Essa não é a Rory.

        • Flávia Barcellos

          Eu não vejo desta forma. Eu não acho que exista um momento em que ela se perdeu, eu acho que a personalidade dela se revelou a partir do momento que ela saiu da asa da Lorelai em Stars Hollow. Como voce mesma disse, ela era muito jovem aos 19 anos, mas ela era ainda mais jovem quando era a menina sem falhas, isso não representa a pessoa que ela viria a ser. Todos os erros que você citou não são momentos em que ela se perdeu, são atitudes que ela tomou conscientemente e que revelam um padrão no comportamento da Rory, é por isso que ela ainda faz as mesmas coisas aos 30, não é uma coincidência, é uma prerrogativa. As pessoas apenas têm muita dificuldade de aceitar que a jornada dela a levou a ser algo muito diferente do que tinha sido prometido ao público desde o início.

  • Giovana Fiuza

    Adorei essa review. O revival não foi perfeito, mas teve o sentimento e a magia de Gilmore Girls o tempo todo. E eu não me importo com finais em aberto. Eu gosto de imaginar o que vai acontecer.

  • Flávia Barcellos

    A cena da Rory com o wookie é no episódio da primavera, o casamento da Lorelai, conforme a placa foi no dia 5/11. Impossível esse filho ser do Wookie, a Rory ja estaria de 6 meses. Não sei como as pessoas ainda podem questionar se esse filho é Logan, ele é a única opção.

    • carolop

      Obrigada! Ainda n sei pq tão em duvida sobre isso. Fora a teoria maluca do henrique no review do episodio anterior

      • Ivy

        Nossa nem me fale… É querer muito achar uma justificativa pras cagadas da ASP…

        • Aline

          “cagadas da ASP…” sacrilégio! :O

  • Gabriela

    Gostei muito da Review.
    Em geral, a série me agradou muito, me fez rir e chorar inúmeras vezes, as piadas pops, agora atuais, os personagens voltando da mesma maneira que vimos pelo última vez (concordo que a Sookie ficou meio decepcionante, mas eu chorei na cena também, e Paris e Kirk eu amo vocês), todo o cenário e clima de Stars Hollow.
    Sobre o polêmico musical, eu ri bastante, principalmente na última parte onde eles retratavam o quão horrível estava o mundo por estar cheio de: spam, coque samurai, regatas e Putin. Como não rir disso?
    Sobre a Rory, eu simplesmente amei todo a questão de ela chegar aos 32 anos e estar perdida quanto a sua carreia, simplesmente porque é a realidade da geração atual, o grupo dos 30 anos retratou muito bem isso. Quantas não são as histórias de profissionais (advogados, jornalistas, publicitários, executivos e etc) que largaram tudo para se tornarem nômades digitais? Abrir sua patissier ou hamburgueria charmosa no interior? E sim, Rory pode passar por isso também, até porque o sucesso de Gilmore Girls sempre se deu pela capacidade de nos identificarmos com os dilemas dos personagens. Eu não acho que escrever o livro da vida dela seja algo decadente, já que ficou implícito que isso seria um projeto que daria certo e que deixaria a personagem realizada, já que tem tudo a ver com ela. (Nem tudo precisa ser explicado gente).
    Quanto as relações amorosas da Rory, obviamente me incomodou ela ter virado a outra do Logan, até porque eu não gosto dele nenhum pouco, porém, acredito que a intenção era essa mesma, a autora sempre quis terminar a serie assim para nos mostrar que a vida é um ciclo. Não sei se gosto dessa ideia, pois acredito que todos temos oportunidades distintas e que nosso futuro depende unicamente de nossas escolhas.
    É claro que eu prefiro o Jess e na minha imaginação eles ficarão juntos a longo prazo, assim como foi com Lorelai e Luke (O bom de deixar em aberto, é que se permite que os fãs façam seu próprio desfecho). Porém, essa história não é sobre com quem Rory ficará.

    Dito isso, não acho que a serie deva continuar, nós já sabemos que Rory vai se espelhar em Lorelai, só que agora, ela terá bem mais apoio do que a mãe teve quando se encontrou gravida, adolescente.
    E o restante foi tão perfeito, o casamente com o Luke, que foi apenas um gesto simbolizando que Lorelai estava por completo nessa relação, que havia superado todos os traumas amorosos e quis se entregar por inteira, sem medo e se tornar cada vez mais feliz. A relação dela com a Emily e a quebra na barreira entre as duas, sem se tornar algo forçado. E o que falar de Emily, mostrando que sempre é possível recomeçar?

    Sério, chorei horrores e pelo contexto geral, acho que não se deve mexer, afinal, como a Rory mesmo diz, ali sentada antes de dizer as quatros últimas palavras: “- O importante é a jornada”, “- Eu quero me lembrar de cada detalhe”!

  • Arthur Silva

    Até a chupinhada total da cena de Across the universe, incluindo a trilha do filme cantada pelos atores eu amei. Tudo casou perfeitamente. Sério, saiu melhor que minhas maiores expectativas. Eu to achando difícil compreender fãs fazendo comentários negativos. Melhor que isso, só se tivéssemos contado com a presença de Sookie (com sua personalidade esfuziante e original) durante todos os episódios.

  • Só Gilmore Girls é Gilmore Girls. Pra sempre a minha favorita. Eu amei cada segundo desse revival.

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    >> Suposições:
    1) O mais provável é que o Logan seja o pai, mas já parou pra pensar que a Rory talvez tenha feito inseminação artificial na clínica da Paris?
    2) Eu vejo o Logan como o Christopher da Rory. E o Jess como o Luke dela. Talvez ela fique com o Jess no futuro (ele ainda gosta dela)

  • Juliana

    achei ridícula a participação da sookie. já tinha ficado satisfeita com a explicação de que agora ela trabalhava com o dan barber na fazenda dele <3 (aliás amei todas as referências aos chefs de cozinha famosos!) então não tinha a menor necessidade de ela aparecer. o bolo dos marcos da lorelai foi fofo, mas a sookie poderia ter enviado o bolo ou sei lá. se tava com má vontade de aparecer não precisava ter feito parte do revival né melissa.

    fora isso: conheci a série esse ano, devorei as 7 temporadas em 2 meses e amei o final delas. mas obviamente quero-preciso de continuação, spin-off, outro revival, qlqr coisa!

    poucas séries atuais tem essa rapidez nos diálogos, essas sacadas ótimas, as referências pop (por favor as filas hispters de ny e a turma dos 30 e poucos anos – a qual me incluo – hahahaha) e esse viés de fácil identificação com qualquer público. vai deixar saudade.

  • Rubisco

    Paul Anka’s Choice, a year in the life: A música que toca no final, Reflecting light, foi a música que a Lorelai dançou com o Luke no casamento da Liz. Bonitinho

  • É só uma gravidez galera.
    “terminar como uma mãe solteira de 32 anos que coisa horrível…”
    E desde quando isso é sinal de sucesso ou fracasso minha gente?

  • Pri

    Não
    sou mto fã de revivals em geral, independe da série. Sinceramente achei
    decepcionante. Tem coisas legais sim, mas no geral não curti, ou a expectativa era muito alta. Rory achei tudo meio desconstruído. Cadê a menina que se
    esforçou tanto? Passou em todas as melhores universidades? Ahhhh mais a
    vida real não é assim… Ok, não é a vida real,
    é a série q acompanhei por anos, e não em 1 mês e pouco de Netflix,
    foram anos. Pra voltar e ser isso? Desculpe, sei q pode ser visto como uma opinião imatura, mas sério fiquei decepcionada. Prefiro o
    ficar com o final do último ep. Da sétima temporada na cabeça. Fim

  • Carol

    Como o final é aberto, pode acontecer muitas coisas. O Logan largar a noiva e ficar com ela. Ela decidir ter o filho sozinha e ficar com o Jess, ou apenas sozinha, ou com outra pessoa. O livro dela pode ser um sucesso. Com esse filho ela pode querer estabilidade e resolver dar aula no Chilton. Cada um faz o seu final. Eu adoro finais abertos, pois dá a impressão de continuidade, de que aquilo não acabou.

  • Carol

    Melhor teoria: Lane proprietária do Secret Bar!
    Infelizmente, ASP não pareceu tão interessada em nos mostrar mais da vida de uma das melhores personagens da série 🙁

  • Carol

    Sobre o Logan e Rory, eu sempre gostei dos 2 juntos, nesse revival mostrou que ela ainda gosta dele e na minha concepção ele ainda gosta dela pq como ela mesma falou ele sempre está lá p resgatar ela. Confesso que não entendi o pq dele ter continuado noivo da Odette pq pareceu que ele ainda tinha sentimentos pela Rory, afinal eles terminaram pq ela n quis casar com ele, ele ainda a amava então quem sabe depois desses anos ele ainda n ame ela ?! Na hora da despedida foi de cortar o coração, eu realmente não entendi o pq dele ter continuado com a Odette sendo que estava claro que ele ainda amava a Rory. Sobre Jess e Rory, olhando bem p relação que eles tiveram, não foi muito boa, afinal ele foi embora sem avisar, sem contar que ele não contava as coisas p ela, ao meu ver eles eram melhores como amigos do que namorados, acho que eles tem coisas em comum como a paixão por livros e tal porém acho que combinam mais como amigos. Acho que a Rory combina mais com o Logan e desde que ele entrou na série até esse revival ela deixa claro que ela ama ele. Sobre a Sookie também fiquei mt desapontada com a aparição dela, ela está a ali porém parecia ser uma outra pessoa interpretando a Sookie, enfim eu realmente espero que tenha mais pq só 4 episódios não são suficientes, tem que ter 1 temporada inteira com 22 episodios e a famosa música ” where you lead i will follow ” na abertura 💜

  • Carol

    Eu gostei do revival porém não gostei o que fizeram com o Logan. Na 7 temporada ele tinha dado seu ” grito ” de independência, saído da imprensa do pai, construindo seu próprio caminho sem a família e agora no revival ele simplesmente seguiu o que o pai quis, assumiu os negócios em Londres. E quando Rory pergunta a ele se ele ia mesmo casar e ele responde ” plano da dinastia ” foi totalmente um Logan diferente do que deixaram na 7 temporada ! Falando em Rory, eu sempre gostei dos 2 juntos, nesse revival mostrou que ela ainda gosta dele e na minha concepção ele ainda gosta dela pq como ela mesma falou ele sempre está lá p resgatar ela. Confesso que não entendi o que fizeram com o Logam ou o pq dele ter continuado noivo da Odette pq pareceu que ele ainda tinha sentimentos pela Rory, afinal eles terminaram pq ela n quis casar com ele, ele ainda a amava então quem sabe depois desses anos ele ainda n ame ela ? Na hora da despedida foi de cortar o coração, eu realmente não entendi o pq dele ter continuado com a Odette sendo que estava claro que ele ainda amava a Rory. Sobre Jess e Rory, olhando bem p relação que eles tiveram, não foi muito boa, afinal ele foi embora sem avisar, sem contar que ele não contava as coisas p ela, ao meu ver eles eram melhores como amigos do que namorados, acho que eles tem coisas em comum como a paixão por livros e tal porém acho que combinam mais como amigos. Acho que a Rory combina mais com o Logan e desde que ele entrou na série até esse revival ela deixa claro que ela ama ele. Sobre a Sookie também fiquei mt desapontada com a aparição dela, ela está a ali porém parecia ser uma outra pessoa interpretando a Sookie, enfim eu realmente espero que tenha mais pq só 4 episódios não são suficientes, tem que ter 1 temporada inteira com 22 episodios e a famosa música ” where you lead i will follow ” na abertura 💜

  • viviane

    eu tive a mesma sensação que você… “Sookie não era Sookie” essa participação foi estranha de mais!