Filmes vs Séries: O Embate do Século

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Você já parou para pensar nas diferenças que existem entre a experiência cinematográfica e a televisiva? O debate ao redor desse assunto é comum na cultura pop, e gera discussões acaloradas por toda a Internet. Já defendi ambos os lados dessa polêmica em momentos distintos da minha vida, mas o que mais se destaca nessa confusão de ataques e xingamentos é a qualidade questionável dos argumentos, que se reduzem a “prefiro x, portanto defendo x”, e o uso de exemplos isolados de séries ou filmes de destaque como argumento, como se fossem representantes fiéis de uma rica e complexa mídia.

Percebam, partir do pressuposto de analisar o que é melhor em um e pior em outro já é errado. Melhor ou pior é juízo de valor, nesse caso puramente subjetivo. Então de que serve essa discussão, afinal?

Serve para muita coisa. Comparar as duas mídias é entender melhor suas diferenças e atributos particulares, e ter uma visão mais abrangente e bem informada do que te atrai mais como expectador. Caso você queira utilizar esse texto para panfletagem tendenciosa, sinta-se à vontade. Entretanto, em um espaço como Série Maníacos, no qual ambas as mídias estão convivendo com harmonia há mais de um ano, creio ser importante abraçar as diferenças e dialogar a respeito de dois pináculos da cultura moderna.

Vamos começar nossa análise?

O Poder Narrativo da Televisão

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Sem dúvida nenhuma essa é a distinção mais inquestionável que se pode fazer a respeito das séries. O formato episódico e estendido, com muito mais tempo para o roteirista desenvolver personagens e tramas, é algo único da televisão. Tanto é assim que nos seriados o grande chefão é o showrunner, cargo que normalmente se confunde com o do principal roteirista da série, ou pelo menos aquele que escreve os episódios mais importantes. Assim foi com os principais nomes de séries famosas dos últimos tempos: David Simon (foto acima) em The Wire, David Chase em The Sopranos, Alan Ball em Six Feet Under, Vince Gilligan em Breaking Bad, Damon Lindelof em Lost

O fator narrativo do seriado é sem dúvida mais acentuado do que seu equivalente no longa-metragem. Afinal, normalmente não se tem orçamento para fazer um grande espetáculo na tela pequena. É nessa continuidade do enredo, na construção dos personagens e das tramas que se encontra o alicerce da experiência televisiva. Temas podem ser explorados com mais calma, sob diversos prismas. Personagens têm mais espaço para respirar, crescer e se revelarem para o público. Tramas complexas e ambiciosas encontram na televisão o seu berço natural.

Os frutos colhidos dessa dedicação ao roteiro são únicos e impossíveis de serem copiados pelo cinema. Estamos falando de dezenas de horas gastas desenvolvendo um personagem, às vezes até mesmo anos acompanhando uma mesma narrativa. O comprometimento e a conexão emocional do público com essas histórias é incomparável, às vezes pela pura quantidade de tempo investido em uma trama.

Isso significa, então, que roteiros cinematográficos não possuem tamanha qualidade? De jeito nenhum, até porque não estamos trabalhando com tais juízos de valor aqui. A questão é que, através de narrativas a longo prazo, os seriados possuem ferramentas de construção de enredo que o cinema não tem a seu dispor.

Por outro lado…

O Virtuosismo Técnico do Cinema

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O tempo reduzido que o cinema tem para trabalhar suas ideias pode ser um empecilho na hora de criar uma narrativa tão meticulosa e abrangente como a dos seriados. Por outro lado, um aspecto diferente da produção acaba sendo tremendamente beneficiado com essa mesma característica: o técnico.

Tal argumento pode se dividir em duas partes, ambas verdadeiras para a sétima arte. Em primeiro lugar, estamos falando de dinheiro e das melhorias técnicas tomando a forma de um blockbuster espetaculoso de Hollywood. O cinema sempre foi mais rico que a televisão. Em tese, o dinheiro arrecadado por uma emissora é apenas indiretamente ligado ao seriado: sua fonte direta são os anúncios. Enquanto um sériemaníaco paga pelo seu pacote de tv a cabo com vários canais ou, mais raramente, por um canal premium específico como a HBO, o cinéfilo desembolsa dinheiro toda vez que vai ao cinema, dinheiro esse diretamente repassado ao estúdio.

Em suma, a indústria cinematográfica é muito mais rica. Isso se reflete de forma mais óbvia nos grandes filmes do verão americano: blockbusters que custam mais de 100 milhões de dólares e entregam uma profusão de efeitos especiais de última geração. Eventos desse porte, ultimamente relacionados mais a adaptações de HQs do que qualquer outra coisa, são únicos para o cinema. É a forma que o estúdio tem de fazer com que o expectador saia de casa e assista seu filme na tela grande. Até hoje a televisão não conseguiu alcançar essa riqueza ostentatória e, com exceção de um particular fenômeno intitulado Game of Thrones, ainda vive na relativa pindaíba. Talvez nunca alcance, tendo em vista principalmente a chegada dos streamings e a mudança radical pela qual essa mídia está passando.

Entretanto, não é esse tipo de virtuosismo técnico que mais me atrai no cinema. Blockbusters são experiências agradáveis e creio que todo mundo gosta de um espetáculo de vez em quando, mas o despejo de milhares de dólares no ralo representado pelas empresas de efeitos especiais nem sempre é tão encantador. Há uma forma mais barata e às vezes até mais impressionante de se construir uma experiência visual marcante, e ela tem tudo a ver com o tempo.

O formato televisivo realmente possibilita uma estrutura narrativa mais complexa em virtude do tempo disponível para a construção de suas histórias. Em contrapartida, isso significa que a equipe de filmagem tem muito mais trabalho a fazer, de forma mais apressada e com menos dinheiro. O resultado é imediatamente perceptível: raramente um seriado tem qualidades visuais ou técnicas para apresentar ao seu público, e isso nem sempre tem a ver com dinheiro.

Por que não? Ora, é possível assistir produções cinematográficas advindas dos locais mais inóspitos do mundo que possuem virtudes técnicas mais impressionantes que aquelas exibidas por uma série da TV americana. Não estamos mais falando de efeitos especiais, mas sim de melhorias mais sutis como cinematografia, edição, trilha sonora e design de produção. Existem exceções, como Breaking Bad, Fargo e a primeira temporada de True Detective, mas em sua maioria as séries de TV têm visual uniforme e pouco interessante.

Afinal, isso é importante? Depende do que você quer em uma obra audiovisual. Eu particularmente considero cinematografia um dos aspectos mais importantes de qualquer filme ou série, e me decepciono constantemente com a televisão, que não possui tempo suficiente para criar cenas ou imagens com verdadeiro peso artístico. Fãs de séries, em geral, não se importam tanto com isso e sempre buscam a melhor narrativa em uma obra audiovisual. Questão de preferência.

Nomes de Peso na Televisão

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Antigamente, fazer uma comparação dessas era risível. Agora o jogo mudou. A revolução dos serviços de streaming e a disponibilidade da TV a cabo em oferecer papéis mais interessantes e dar prosseguimento a projetos ousados vêm atraindo nomes de peso, que migram das telas do cinema para o ambiente televisivo. Obviamente, o cinema ainda tem suas estrelas, mas isso não é mais um atributo exclusivo da sétima arte.

O que aconteceu? Em primeiro lugar, deve-se frisar que a análise aqui feita abrange em maior parte o mercado americano. Afinal, quando falamos em grandes estrelas, geralmente pensamos em astros de Hollywood. O cinema estrangeiro segue em sua maioria pouco influenciado por isso, até mesmo por não ter uma quantidade tão expressiva de nomes conhecidos.

Em primeiro lugar temos as séries mais concisas da televisão a cabo. Normalmente trabalhando com temporadas de 10 a 13 episódios, a oferta é mais atraente a nomes famosos por não consumir tanto tempo de suas vidas. Outro atrativo é a qualidade: com tantos projetos diferentes surgindo nas mais variadas emissoras e serviços de streaming, as opções se multiplicam. Atores que lutam por papéis de coadjuvantes em Holywood conseguem protagonismo na televisão, às vezes trabalhando em projetos que dão muito mais espaço para intérpretes mostrarem seu talento.

Isso também se aplica em alguns casos de diretores famosos, que após terem problemas financiando seus projetos decidiram testar as águas da televisão. Steven Soderbergh fez isso com The Knick, e David Fincher está até agora tentando. Woody Allen também fez um projeto para a Amazon recentemente. Em suma, a barreira entre as duas mídias não existe mais, e nomes talentosos se sentem mais livres para trafegar entre elas sem qualquer julgamento negativo de seus pares.

A Internacionalidade do Cinema

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Quantos países produzem as séries que você assiste? Não precisa responder, uma vez que só existem duas alternativas nesse caso: EUA e Inglaterra. Ocasionalmente surgem algumas coisas mais exóticas, como séries australianas ou até mesmos os dramas orientais. Entretanto, ser um sériemaníaco quase sempre significa cercar-se de cultura inglesa ou americana.

Qual é o problema disso? Nenhum, a princípio. Há quem não se importe com esse fator cultural e geográfico, mas a constante americanização das nossas mídias é algo que sempre me incomodou. Hollywood sempre dominou o mercado dos filmes, e também possui controle quase que total sobre as séries. Será que o resto do mundo é realmente incompetente em criar material de qualidade?

No caso das séries a resposta é complicada. Produções televisivas não costumam ser objeto de exportação, e em muitos locais do mundo sequer existe essa cultura. Em outros, a televisão é controlada pelo governo ou simplesmente não está presente no país.

Essa experiência fortemente americanizada da televisão também pode ser aplicada ao cinema? Sim, mas só se o expectador quiser. A sétima arte sempre esteve presente ao redor do globo, nos lugares mais improváveis. Sua independência de um meio de comunicação como a TV e a facilidade de se criar uma história menor em comparação com o comprometimento a longo prazo das séries é essencial.

É claro que muitos cinéfilos escolhem limitar sua visão aos mesmos países que representam a televisão, mas opções não faltam para quem quer se deliciar num cinema internacional de qualidade. Só na foto acima, dos indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro ano passado, temos longas da França, Hungria, Colômbia, Jordânia e Dinamarca. Em minha lista de melhores filmes de 2015 surgem títulos de Israel, Nova Zelândia, Suécia, Islândia e o próprio Brasil. Alguns dos maiores cineastas de todos os tempos são provenientes dos lugares mais variados: Akira Kurosawa (Japão), Ingmar Bergman (Suécia), Sergio Leone (Itália), F. W. Murnau (Alemanha), Andrei Tarkovsky (Rússia), Wong Kar-Wai (Hong Kong), Pedro Almodóvar (Espanha), Hou Hsiao-Hsien (China/Taiwan)…

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O que você acha? Quais são as características das duas mídias que te atraem ou te afastam? Você tem alguma prioridade ou foca em apenas uma delas?

Todavia, talvez o questionamento mais importante de todos seja: é realmente necessário colocá-las uma contra a outra?

  • Débora Albuquerque

    Lindo texto menino Aaron! Amo as séries e sua construção de camadas em cima de camadas de personagens (claro que são casos pontuais) e amo o cinema (Blockbuster, porque os PNC deixo para vc!). Mas tenho uma relação afetiva com as séries que realmente faz ser minha mídia de preferência. Mas também acho besteira discutir o que é melhor. Ambas são entretenimento e dependendo do momento, serão melhor para ocasião x ou y. Amei o texto <3

  • Débora Albuquerque

    Lindo texto menino Aaron! Amo as séries e sua construção de camadas em cima de camadas de personagens (claro que são casos pontuais) e amo o cinema (Blockbuster, porque os PNC deixo para vc!). Mas tenho uma relação afetiva com as séries que realmente faz ser minha mídia de preferência. Mas também acho besteira discutir o que é melhor. Ambas são entretenimento e dependendo do momento, serão melhor para ocasião x ou y. Amei o texto <3

  • Murilo

    Prefiro séries. Nada melhor do que discutir e formular teorias com os amigos sobre o que acontecerá no próximo episódio.

  • Murilo

    Prefiro séries. Nada melhor do que discutir e formular teorias com os amigos sobre o que acontecerá no próximo episódio.

  • VALERIANA BARROS

    Depois que me apaixonei pelo mundo das séries deixei os filmes pra lá.

  • VALERIANA BARROS

    Depois que me apaixonei pelo mundo das séries deixei os filmes pra lá.

  • RaoniMJ1603

    Excelente texto. Conseguiu fugir do debate clichê para chegarmos a um debate quase técnico. Parabéns ao autor, aliás esse site é o q há de mais inteligente, sempre tem coisa boa.

  • RaoniMJ1603

    Excelente texto. Conseguiu fugir do debate clichê para chegarmos a um debate quase técnico. Parabéns ao autor, aliás esse site é o q há de mais inteligente, sempre tem coisa boa.

  • Junior Silva

    Não tenho preferência para essas duas mídias, depende da vibe que estou.

    Uma hora só estou com vontade de ver filmes e outra só com vontade de ver séries.

  • Junior Silva

    Não tenho preferência para essas duas mídias, depende da vibe que estou.

    Uma hora só estou com vontade de ver filmes e outra só com vontade de ver séries.

  • Daniel Barcelos Grego

    Ótimo texto, Aaron boy!
    Cinematografia e trilha sonora, pra mim, fazem um filme!
    É raro encontrar isso em séries, mas quando acontece eu paro minha vida pra ver e rever tudo.
    Não considero um melhor ou pior que o outro, depende do momento.
    Vou ao cinema pelo menos 2 vezes por mês, mas não deixo de acompanhar umas 60 séries por ano… haha

  • Daniel Barcelos Grego

    Ótimo texto, Aaron boy!
    Cinematografia e trilha sonora, pra mim, fazem um filme!
    É raro encontrar isso em séries, mas quando acontece eu paro minha vida pra ver e rever tudo.
    Não considero um melhor ou pior que o outro, depende do momento.
    Vou ao cinema pelo menos 2 vezes por mês, mas não deixo de acompanhar umas 60 séries por ano… haha

  • Alan

    Eu prefiro a boa qualidade e o tema que me interessa, então independe da mídia. Hoje vejo poucos filmes e séries, pois cada vez mais sou exigente naquilo que eu vou doar o meu tempo na hora de lazer.

    No meu caso ainda tenho o agravante que antes de série ou filme eu prefiro ler, então para conhecer uma boa história, nenhuma das duas mídias é o meu principal foco.

    Para não ficar muito em cima do muro, hoje filmes são os meus preferidos quando quero algo mais artístico, algo que poucas séries conseguem entregar. Quando quero me aproximar mais a um livro a série acaba me divertindo mais.

  • Alan

    Eu prefiro a boa qualidade e o tema que me interessa, então independe da mídia. Hoje vejo poucos filmes e séries, pois cada vez mais sou exigente naquilo que eu vou doar o meu tempo na hora de lazer.

    No meu caso ainda tenho o agravante que antes de série ou filme eu prefiro ler, então para conhecer uma boa história, nenhuma das duas mídias é o meu principal foco.

    Para não ficar muito em cima do muro, hoje filmes são os meus preferidos quando quero algo mais artístico, algo que poucas séries conseguem entregar. Quando quero me aproximar mais a um livro a série acaba me divertindo mais.

  • Excelente texto! Esse questionamento se faz necessário no nosso contexto de amantes TV/Cinema e você pontuou muito bem todos os aspectos de ambos os lados. Não acho que temos que jogar um contra o outro. Mas, acredito que devemos refletir sobre esse questionamento. Não sou fã de atitudes extremistas em nenhum ponto de discussão e nesse não é diferente.
    Eu tenho um sério problemas com filme. Só assisto filmes indicados/premiações. Dos últimos lançamentos que saíram, por exemplo, assisti zero. Vejo quando amigos marcam algo que não tem como eu cancelar. Blockbusters não costumam me agradar.
    Minha preferência sempre vai ser as séries pela construção narrativa, desenvolvimento dos personagens e um ótimo roteiro. Assim como escrever um grande livro, a série tem a dificuldade de precisar desenvolver algo que ultrapassa duas horas e meia. Não tiro há genialidade do cinema de forma alguma, mas aprecio muito mais a dificuldade que a televisão tem de ter que se desdobrar pra construir uma temporada…..e mais outra…e mais outra. Um árduo trabalho para os roteiristas e atores….é coisa pra gênios. Não é nada fácil sustentar algo por um tempo tão considerável. Poderíamos fazer House of Cards, Hannibal, Six Feet under, The Wire, Veep, Game of Thrones em duas horas e meia? Acredito que sim. Seria legal. Mas o fantástico está em justamente vc acompanhar essas belezas mais tempo, vivê-las com mais intensidade. E sou muito grato por acompanhar tantas coisas boas na televisão hoje.

  • Excelente texto! Esse questionamento se faz necessário no nosso contexto de amantes TV/Cinema e você pontuou muito bem todos os aspectos de ambos os lados. Não acho que temos que jogar um contra o outro. Mas, acredito que devemos refletir sobre esse questionamento. Não sou fã de atitudes extremistas em nenhum ponto de discussão e nesse não é diferente.
    Eu tenho um sério problemas com filme. Só assisto filmes indicados/premiações. Dos últimos lançamentos que saíram, por exemplo, assisti zero. Vejo quando amigos marcam algo que não tem como eu cancelar. Blockbusters não costumam me agradar.
    Minha preferência sempre vai ser as séries pela construção narrativa, desenvolvimento dos personagens e um ótimo roteiro. Assim como escrever um grande livro, a série tem a dificuldade de precisar desenvolver algo que ultrapassa duas horas e meia. Não tiro há genialidade do cinema de forma alguma, mas aprecio muito mais a dificuldade que a televisão tem de ter que se desdobrar pra construir uma temporada…..e mais outra…e mais outra. Um árduo trabalho para os roteiristas e atores….é coisa pra gênios. Não é nada fácil sustentar algo por um tempo tão considerável. Poderíamos fazer House of Cards, Hannibal, Six Feet under, The Wire, Veep, Game of Thrones em duas horas e meia? Acredito que sim. Seria legal. Mas o fantástico está em justamente vc acompanhar essas belezas mais tempo, vivê-las com mais intensidade. E sou muito grato por acompanhar tantas coisas boas na televisão hoje.

  • vinland

    Pra mim tanto faz, desde que possua qualidade. Eu assisto o que gosto e o que acho interessante, independente da midia. Ja vi series com excelentes narrativas, mas tambem ja vi filmes de 1 hora e 30 minutos, que conseguem ser mais profundo que uma serie inteira, e vice versa.

    Ja vi muita gente falando que a TV esta dando um show no cinema, nos ultimos anos e bla bla bla. Mas vamos ser sinceros, quantas series hj em dia, realmente valem a pena acompanhar, pelas suas qualidades ? Eu nao consigo pensar em muitas. Existe hj em dia, muita quantidade na TV, e as pessoas estao confundindo quantidade com qualidade.

    O cinema sofre do mesmo problema da TV. Filmes em grandes quantidades ( Principalmente Blockbusters) e pouca qualidade.

    No final, pelo menos ao meu ver, cinema e TV, estao bem nivelados nesse embate.

  • vinland

    Pra mim tanto faz, desde que possua qualidade. Eu assisto o que gosto e o que acho interessante, independente da midia. Ja vi series com excelentes narrativas, mas tambem ja vi filmes de 1 hora e 30 minutos, que conseguem ser mais profundo que uma serie inteira, e vice versa.

    Ja vi muita gente falando que a TV esta dando um show no cinema, nos ultimos anos e bla bla bla. Mas vamos ser sinceros, quantas series hj em dia, realmente valem a pena acompanhar, pelas suas qualidades ? Eu nao consigo pensar em muitas. Existe hj em dia, muita quantidade na TV, e as pessoas estao confundindo quantidade com qualidade.

    O cinema sofre do mesmo problema da TV. Filmes em grandes quantidades ( Principalmente Blockbusters) e pouca qualidade.

    No final, pelo menos ao meu ver, cinema e TV, estao bem nivelados nesse embate.

  • Rafael

    Uma pequena discordância: tem muita série europeia excelente disponível pra ver. As escandinavas (principalmente) são do nível ou superiores as americanas e inglesas. Já vi série irlandesa, escocesa, galesa, holandesa, belga, francesa, espanhola, italiana, alemã, dinamarquesa, sueca, norueguesa, islandesa, polonesa, romena, israelense, australiana, canadense. Claro que não é tão fácil como ir numa locadora e achar filmes estrangeiros, mas tem muita opção, tanto nos canais a cabo, como outros meios…

  • Rafael

    Uma pequena discordância: tem muita série europeia excelente disponível pra ver. As escandinavas (principalmente) são do nível ou superiores as americanas e inglesas. Já vi série irlandesa, escocesa, galesa, holandesa, belga, francesa, espanhola, italiana, alemã, dinamarquesa, sueca, norueguesa, islandesa, polonesa, romena, israelense, australiana, canadense. Claro que não é tão fácil como ir numa locadora e achar filmes estrangeiros, mas tem muita opção, tanto nos canais a cabo, como outros meios…

  • Rhyan

    Por que é tão cansativo ver um filme de 3 horas e precisa se libertar da preguiça pra começar mas é simples gastar 3h vendo 3 ou 4 episódios de uma mesma série sequencial?

    • Alan

      Uma série ruim de 30 minutos parece uma eternidade e um bom filme de 3h passa em segundos. Tudo se resume a qualidade

      • Rhyan

        Sim, com certeza! Isso vale para filmes de 1h30 vs 3h.

  • Rhyan

    Por que é tão cansativo ver um filme de 3 horas e precisa se libertar da preguiça pra começar mas é simples gastar 3h vendo 3 ou 4 episódios de uma mesma série sequencial?

    • Alan

      Uma série ruim de 30 minutos parece uma eternidade e um bom filme de 3h passa em segundos. Tudo se resume a qualidade

      • Rhyan

        Sim, com certeza! Isso vale para filmes de 1h30 vs 3h.

  • Cesar

    Eu me desapeguei dos filmes de uma maneira… juro a vcs que não lembro o ultimo filme que vi. Desde janeiro baixei aquele ‘The Room’ e ate hj não vi, nao por fala de tempo, mas de interesse. XD

    É ate curioso quando eu digo que nao suporto passar 2 horas vendo um filme, mas vejo 10 episodios seguidos de uma serie. Pode nem fazer sentido né? Mas ao meu ver as séries tem a oferecer muito mais que os filmes. So de pensar na quantidade de personagens incriveis de series nos ultimos anos, e suas construções (e desconstruções, ah Dexter…) como personagens. Sempre estou a procura e novas series ao inves de filmes, mas acima de tudo estou sempre atras de uma boa historia, tanto é que acabei de ver o anime Monster (que quase virou serie pela HBO) e é um dos melhores enredos que ja vi na vida, faz inveja a qualquer serie e filme da atalidade e tem um dos viloes mais bem construidos que ja vi, enfim…

    O Aaron é um cara que conhece muito de cinema, e se eu tivesse essa visão, talvez nao pensaria como penso hj. Deve haver muita coisa boa no “underground” do cinema sim. Mas quando alguem vem me citar filme de super-heroi, ou releitura de filme antigo… esse cinema pra mim ta morto.

    Agora vou começar minha maratona de The Wire XD

    • Vine

      Eu achei Monster o maior cão-perseguindo-o-rabo que já vi. História bacana e que sabe te prender, mas não consegui ver evolução alguma nos personagens.

      • Cesar

        Realmente vc tem razão, e senti falta disso no protagonista. Monster peca nisso, apesar de eu achar 97% dos personagens extremamente bem feitos e que te conquistam em pouco tempo. Mas ainda assim tem na figura de seu antagonista um dos mais fascinantes personagens que ja vi

  • Viviana Galeno

    Muito bom seu texto arrasou!
    Filmes e séries é aquela coisa quando se tem um bom enredo, atores qualificados, fotografia, locações bonitas em territórios desconhecidos e o mais importante escritores e diretores o sucesso é garantido.
    Só faço uma reclamação quanto ao preço dos ingressos e a disponibilidade de filmes aqui no Brasil ser muito limitado, se não fosse a bela e boa internet, Jesus eu não acompanhava nada inclusive seriados, serve até uma dica para esses empresários donos de cinemas vamos colocar filmes de outros países, tem muita coisa boa sendo produzida nesse mundo afora com artistas desconhecidos.
    Vamos abrir as mentes e apostar no novo, um filme ou um seriado sobre temas novos são muito bons para questionar e nos fazer refletir, adoro comentar sobre filmes e séries e quando a gente gosta se empolga tenta convencer o outro é o maior barato.

  • Cesar

    Eu me desapeguei dos filmes de uma maneira… juro a vcs que não lembro o ultimo filme que vi. Desde janeiro baixei aquele ‘The Room’ e ate hj não vi, nao por fala de tempo, mas de interesse. XD

    É ate curioso quando eu digo que nao suporto passar 2 horas vendo um filme, mas vejo 10 episodios seguidos de uma serie. Pode nem fazer sentido né? Mas ao meu ver as séries tem a oferecer muito mais que os filmes. So de pensar na quantidade de personagens incriveis de series nos ultimos anos, e suas construções (e desconstruções, ah Dexter…) como personagens. Sempre estou a procura e novas series ao inves de filmes, mas acima de tudo estou sempre atras de uma boa historia, tanto é que acabei de ver o anime Monster (que quase virou serie pela HBO) e é um dos melhores enredos que ja vi na vida, faz inveja a qualquer serie e filme da atalidade e tem um dos viloes mais bem construidos que ja vi, enfim…

    O Aaron é um cara que conhece muito de cinema, e se eu tivesse essa visão, talvez nao pensaria como penso hj. Deve haver muita coisa boa no “underground” do cinema sim. Mas quando alguem vem me citar filme de super-heroi, ou releitura de filme antigo… esse cinema pra mim ta morto.

    Agora vou começar minha maratona de The Wire XD

    • Vine

      Eu achei Monster o maior cão-perseguindo-o-rabo que já vi. História bacana e que sabe te prender, mas não consegui ver evolução alguma nos personagens.

      • Cesar

        Realmente vc tem razão, e senti falta disso no protagonista. Monster peca nisso, apesar de eu achar 97% dos personagens extremamente bem feitos e que te conquistam em pouco tempo. Mas ainda assim tem na figura de seu antagonista um dos mais fascinantes personagens que ja vi

  • Viviana Galeno

    Muito bom seu texto arrasou!
    Filmes e séries é aquela coisa quando se tem um bom enredo, atores qualificados, fotografia, locações bonitas em territórios desconhecidos e o mais importante escritores e diretores o sucesso é garantido.
    Só faço uma reclamação quanto ao preço dos ingressos e a disponibilidade de filmes aqui no Brasil ser muito limitado, se não fosse a bela e boa internet, Jesus eu não acompanhava nada inclusive seriados, serve até uma dica para esses empresários donos de cinemas vamos colocar filmes de outros países, tem muita coisa boa sendo produzida nesse mundo afora com artistas desconhecidos.
    Vamos abrir as mentes e apostar no novo, um filme ou um seriado sobre temas novos são muito bons para questionar e nos fazer refletir, adoro comentar sobre filmes e séries e quando a gente gosta se empolga tenta convencer o outro é o maior barato.

  • Clay Davis

    A questão da TV é a liberdade e criatividade né?? Coisa q o cinema tá em falta e tem zero. Tudo é aposta em q dê dinheiro, reboots, remakes, sequels, prequel então fica difícil.
    E vc tem q ter as pessoas certas pros projetos certos.

    • Anderson Reinert

      Clay, me permita discordar de você.
      Eu não acho que o cinema está em uma crise de criatividade/ liberdade.

      Nos dois últimos anos acompanhei algumas obras excelentes, que foram incríveis, porém, em sua grande maioria, estes filmes eram independentes.

      Hoje os grandes estúdios americanos encontraram a fórmula do sucesso (justamente isso que vc comentou: reboots, remakes, sequels, prequel ) e estão ganhando muito dinheiro com isso. E em time que está ganhando (dinheiro) não se mexe, portanto, em termos de grandes estúdios, não espere mudanças a curto prazo.

      Tente procurar obras independentes e você verá que a qualidade ainda existe porém, não está sendo devidamente divulgada, chegando à poucas pessoas. Acredito que nós somos o público alvo destes filmes e é uma pena que eles não estejam tão acessíveis onde muitas vezes acabam passando desapercebidos.

      • Clay Davis

        Sim claro. Mas a gnt assiste tudo né?? Seja independe, seja blockbuster. O importante é ter conhecimento. Vai q Kong seja bom?? Ou Blade Runner 2 tbm seja bom?? Né??
        Imagina uma estória do Rei Arthur nas mãos do Guy Ritchie?? É uma estória manjada, mas q nas mãos do Ritchie pode ficar interessante.

        • Alan

          Guy Ritche eu já desanimo todos filmes sao muito semelhantes, não me empolgo com obra dele.

          Cinema coreano é o que há, já vi mais de 100 filmes de lá, tem obras primas. Cinema tailandês e filipino também são excelentes.

          • Clay Davis

            Oq?? Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes é o primeiro filme q todo cineasta gostaria de fazer. Ou esse ou Os Duelistas do Ridley Scott ou Encurralado do Spielberg. Eu não conheço ninguém q não gostaria de fazer um primeiro filme assim. Até meu professores de cinema gostariam.
            Snatch é ótimo tbm.
            É o estilo dele né?? Pra vc ver é saber q é o Guy Ritchie q dirigiu aquele filme. É q nem David Lynch, David Fincher, irmãos Coen e Paul Greengrass por exemplo. Vc bate o olho e sabe q são filmes deles.

          • Alan

            Os dois primeiros filmes dele eu gosto, mas depois parece mais do mesmo. Lynch, Fincher e os demais citados parecem, ao meu ver, que eles se reciclam dentro da sua assinatura, sempre tem algo a mais nos filmes.

      • vinland

        Na verdade, esse assunto de fazer filmes lucrativos, eu acho que nem vai mudar, nem a curto, e nem longo prazo Anderson.

        Querendo ou nao, sao esses filmes que sustentam Hollywood, e permitem que a industria continue funcionado. Se o cinema fosse depender apenas de filmes, como Spotlight por exemplo, eles jamais conseguiriam viabilizar outros projetos, menores.

        Como vc mesmo disse, existem muita coisa boa independente rolando por ai, e com total liberdade criativa. Acho que tem que saber procurar. Mas acho que as pessoas tambem vivem pedindo coisas diferentes, e quando alguem faz uma coisa diferente, ai todo mundo fala ser uma porcaria, como foi o caso de um filme recente, A Bruxa. As pessoas falam da falta de criatividade do cinema, mas muito poucos se arriscam em tentar algo diferente, independente de o filme ser ruim ou nao.

        Sem falar que tem muita coisa boa no cinema estrangeiro, e nao precisa ficar se prendendo apenas ao cinema Americano/Britanico. 5 dos melhores filmes que vi o ano passado, era Turco/Frances, que foi Mustang.

        Mas como vc mesmo disse, esses filmes tem uma pessima divulgaçao, principalmente aqui no Brasil, que se nao fosse pela internet, eles passariam ainda mais despercebidos, do que ja passam.

  • Roberto Aprigio

    Uma coisa é certa: As séries hoje estão conquistando um espaço enorme na sétima arte. No começo do século XX tínhamos algumas duzias de séries com a HBO sendo um dos poucos canais a trazerem séries grandiosas. Hoje depois de 15 anos temos uma centena de séries, com dezenas de séries de qualidade de variados canais. A tendência é termos cada vez mais estrelas do cinema, quer da direção, quer da atuação na TV. Já temos séries que pagam 500 mil por episodio a atores com orçamento de mais de 40 milhões por temporada.. Outra coisa super importante e relevante no debate é a liberdade criativa: Canais a cabo, principalmente, dão uma liberdade incrivel aos showrunners, o que possibilita as séries extraírem o melhor dos atores, enredos e cenários.

    O cinema em termos técnicos vem evoluindo cada vez mais e vem cumprido muito bem sua função como entretenimento. A cinegrafia de alguns filmes são espetaculares.

    Gostaria de ver um Hibrido dos dois: Algo como Game of Thrones, que tem trazido o melhor dos dois. Os canais poderiam ver outros meios de arrecadação, como passar season finales em cinemas, para conseguir mais verba ainda para séries desse naipe. Imagina os episódios de Batalha do Bastardos e Ventos do Inverno de GoT em cinemas de todo mundo…Lotaria e só a bilheteria dos dois episodios pagariam a temporada toda sem dúvidas

  • Roberto Aprigio

    Uma coisa é certa: As séries hoje estão conquistando um espaço enorme na sétima arte. No começo do século XX tínhamos algumas duzias de séries com a HBO sendo um dos poucos canais a trazerem séries grandiosas. Hoje depois de 15 anos temos uma centena de séries, com dezenas de séries de qualidade de variados canais. A tendência é termos cada vez mais estrelas do cinema, quer da direção, quer da atuação na TV. Já temos séries que pagam 500 mil por episodio a atores com orçamento de mais de 40 milhões por temporada.. Outra coisa super importante e relevante no debate é a liberdade criativa: Canais a cabo, principalmente, dão uma liberdade incrivel aos showrunners, o que possibilita as séries extraírem o melhor dos atores, enredos e cenários.

    O cinema em termos técnicos vem evoluindo cada vez mais e vem cumprido muito bem sua função como entretenimento. A cinegrafia de alguns filmes são espetaculares.

    Gostaria de ver um Hibrido dos dois: Algo como Game of Thrones, que tem trazido o melhor dos dois. Os canais poderiam ver outros meios de arrecadação, como passar season finales em cinemas, para conseguir mais verba ainda para séries desse naipe. Imagina os episódios de Batalha do Bastardos e Ventos do Inverno de GoT em cinemas de todo mundo…Lotaria e só a bilheteria dos dois episodios pagariam a temporada toda sem dúvidas

  • Anderson Reinert

    Aaron, você foi muito feliz nesta sua analise.
    Como dito, ambas as mídias tem seu espaço e esta é conquistada com algo conhecido como qualidade. Acredito que com o tempo esta migração de atores será ainda mais acentuada justamente pelo sucesso que as antologias vem conquistando, não deixando os atores presos a seus papéis por anos.
    Parabéns mais uma vez, nos falamos por aí…

  • Anderson Reinert

    Aaron, você foi muito feliz nesta sua analise.
    Como dito, ambas as mídias tem seu espaço e esta é conquistada com algo conhecido como qualidade. Acredito que com o tempo esta migração de atores será ainda mais acentuada justamente pelo sucesso que as antologias vem conquistando, não deixando os atores presos a seus papéis por anos.
    Parabéns mais uma vez, nos falamos por aí…

  • Patrick Soares

    Eu prefiro séries por causa das possibilidades que elas podem ter ao longo do tempo, enquanto um filme é uma experiência mais “fechada”. Isso é questão de preferência também, e muitas vezes os fãs se decepcionam pelo rumo que algumas séries seguem, mas eu gosto de especular o que vai acontecer e ficar envolvido na história por mais tempo.

  • Patrickzzz

    Eu prefiro séries por causa das possibilidades que elas podem ter ao longo do tempo, enquanto um filme é uma experiência mais “fechada”. Isso é questão de preferência também, e muitas vezes os fãs se decepcionam pelo rumo que algumas séries seguem, mas eu gosto de especular o que vai acontecer e ficar envolvido na história por mais tempo.

  • Walber Lima

    Sempre fui TeamSéries, até hoje vejo poucos filmes, inclusive blockbusters mais da metade nem vejo, só os que mt me interessam ou vejo ocasionalmente depois na tv ou no cinema.

    Eu nunca me importei tanto com efeitos especiais, e a grandeza que o cinema proporciona, sempre me interessei mais pelas histórias, geralmente gosto de dramas ou comédias que não exigem muito disso, logo prefiro acompanhar uma série e ver os personagens desenvolvendo, apegar a eles e tudo.

    Não consigo mt me apegar em filmes, e acho o formato em geral parecido, filme de comédia então é clichezento ao extremo, suspense e terror apesar de serem sempre a mesma coisa tmb curto, mas prefiro uma boa série, depende da preferencia mesmo.

    Falando nisso sou contra adaptação de filmes em séries.

    E discordo do texto quanto a internacionalização do cinema, porque assim como séries, filmes internacionais fora de Hollywood raramente vc verá nos cinemas, canais de tv a cabo e mt menos tv aberta, só pela net, assim como séries.

  • Walber Lima

    Sempre fui TeamSéries, até hoje vejo poucos filmes, inclusive blockbusters mais da metade nem vejo, só os que mt me interessam ou vejo ocasionalmente depois na tv ou no cinema.

    Eu nunca me importei tanto com efeitos especiais, e a grandeza que o cinema proporciona, sempre me interessei mais pelas histórias, geralmente gosto de dramas ou comédias que não exigem muito disso, logo prefiro acompanhar uma série e ver os personagens desenvolvendo, apegar a eles e tudo.

    Não consigo mt me apegar em filmes, e acho o formato em geral parecido, filme de comédia então é clichezento ao extremo, suspense e terror apesar de serem sempre a mesma coisa tmb curto, mas prefiro uma boa série, depende da preferencia mesmo.

    Falando nisso sou contra adaptação de filmes em séries.

    E discordo do texto quanto a internacionalização do cinema, porque assim como séries, filmes internacionais fora de Hollywood raramente vc verá nos cinemas, canais de tv a cabo e mt menos tv aberta, só pela net, assim como séries.

  • Ruth Aparecida

    OFF:

    Aaron, você vai fazer críticas dos filmes que vão ser escolhidos no Festival de Veneza??

    • Com certeza. O problema é que até um filme de Veneza chegar ao meu alcance vários meses podem se passar. Estou até hoje procurando alguns títulos de 2015. Veneza é um festival que, com exceção de competidores ao Oscar, apresenta o maior número de obras desconhecidas ao público cinéfilo.

      • Ruth Aparecida

        Ok, então. Vou acompanhar por aqui 🙂 valeu!

  • Ruth Aparecida

    OFF:

    Aaron, você vai fazer críticas dos filmes que vão ser escolhidos no Festival de Veneza??

    • Com certeza. O problema é que até um filme de Veneza chegar ao meu alcance vários meses podem se passar. Estou até hoje procurando alguns títulos de 2015. Veneza é um festival que, com exceção de competidores ao Oscar, apresenta o maior número de obras desconhecidas ao público cinéfilo.

      • Ruth Aparecida

        Ok, então. Vou acompanhar por aqui 🙂 valeu!

  • edujakel

    parabens pelo texto.
    hj em dia nao tenho ido ao cinema por pura falta de tempo. trabalhando e cuidando de crianca pequena, acaba limitando. Quando minha filha comecar a ver filme em cinema, pelo menos terei chance de ver alguns desenhos, mas por enqto é raro.

    o q me resta sao séries q posso baixar pro celular e assistir no metro…rs
    e alguns filmes nesse mesmo esquema.

    nao vejo motivo pra ter uma briga entre as midias, como explicado no texto, sao apenas diferentes.

  • edujakel

    parabens pelo texto.
    hj em dia nao tenho ido ao cinema por pura falta de tempo. trabalhando e cuidando de crianca pequena, acaba limitando. Quando minha filha comecar a ver filme em cinema, pelo menos terei chance de ver alguns desenhos, mas por enqto é raro.

    o q me resta sao séries q posso baixar pro celular e assistir no metro…rs
    e alguns filmes nesse mesmo esquema.

    nao vejo motivo pra ter uma briga entre as midias, como explicado no texto, sao apenas diferentes.

  • Fernando d.S.

    Excelente texto.

  • Fernando d.S.

    Excelente texto.