Digimon Adventure tri: Confession

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O grande sacrifício dos Digimons.

Essa semana tivemos acesso a Confession, a terceira parte dos OVA’s de Digimon Adventure tri. Como feito anteriormente, os episódios focaram em dois digiescolhidos, dessa vez TK e Izzy, e em suas relações com seus digimons Patamon e Tentomon, respectivamente. A espera pelos episódios foi a maior de todas até o momento, totalizando um espaço de seis meses entre Determination (2ª parte) e Confession em si. Ao menos compensaram todo esse tempo de sofrimento com um episódio a mais que o padrão dos OVA’s disponibilizados.

Obviamente a grande fraqueza de Adventure tri. continua sendo a rapidez dos episódios, com apenas vinte minutos de duração. Isso consequentemente prejudica a qualidade de alguns fatores essenciais do anime como, por exemplo, as batalhas que terminam sendo mal aproveitadas. Acredito que esse é, inclusive, um dos únicos comentários negativos que sempre tenho com relação à continuação de Digimon. As batalhas são extremamente triviais, sempre reservadas para o último episódio de cada sequência, algo que certamente se diferencia das temporadas anteriores. Se souberam inserir momentos dramáticos (e mais adultos) na série, como a cena final ou o dilema entre TK e Patamon, apelando para o lado nostálgico dos fãs antigos, por que não investir em batalhas mais bem elaboradas, estratégicas e belas visualmente?

Essa é a grande incógnita que gira em torno do novo Digimon, algo que eu espero que seja modificado na próxima parte, onde os digiescolhidos estarão no Digimundo, totalmente vulneráveis a ataques. Entendo perfeitamente terem poucos confrontos até agora, afinal, a saga de Myotismon foi a única a conter tantos digimons no mundo real. Mas pelo menos no Digimundo é obrigatório ter mais lutas, não acham? Concordo com a ideia de inserir cenas nostálgicas nos episódios, mas acredito que o fator nostalgia já está ficando saturado. Agora é o momento de respostas, de mostrar a guerra que nós sabemos que está por vir e de ver as novas megas (que foram desvalorizadas no passado) enfrentando as dificuldades de um oponente em potencial, com novos golpes e novas estratégias de luta, assim como o foi na saga dos Mestres das Trevas em 01.

Confession foi a parte mais dramática e reveladora de tri. até o momento, com a surpreendente revelação de que Meikomon era a causadora da infecção dos digimons. Os três primeiros episódios focaram na história, iniciando com a repercussão da transformação de Meikomon, a súbita infecção de Patamon e a despedida de cada digimon com seu devido parceiro, enquanto os dois últimos deram luz à megaevolução de Kabuterimon e o retorno ao Digimundo. Falarei desses momentos subdivididos em dois grupos, do 1 ao 3 e, por fim, do 4 e 5.

A meu ver, a parte mais importante (e vale dizer, bonita) dos três primeiros episódios foi a exaltação do vínculo entre TK e Patamon, algo extremamente valorizado desde 01, só que dessa vez com uma visão mais adulta. Eu tinha a esperança de finalmente ver Patamon digievoluindo para Seraphimon, então ver que isso não aconteceria foi uma decepção gigantesca, mas que logo foi compensada pelo laço entre ambos, meus personagens favoritos desde pequeno. Fica cada vez mais claro, principalmente nessas cenas, que Digimon não é mais um desenho para crianças. O público agora cresceu, então nada mais justo que desenvolver e modificar seus personagens de acordo com o crescimento dos fãs antigos. Ver Patamon mordendo o braço do TK a ponto de sangrar, vê-los chorando pela situação que estão enfrentando e, principalmente, o pedido de Patamon de que deve ser derrotado para não prejudicar nenhum amigo foi surreal, de cortar o coração de qualquer um e emocionar até o mais frio dos telespectadores!

Como arrancar lágrimas e emocionar o público é o intuito dessa terceira parte não seria nenhuma novidade, então, finalizá-los da mesma maneira que iniciou. Confession apresentou não somente os melhores episódios até o momento, mas também o final mais elaborado e com um plot twist insano. Quem imaginaria que aconteceria um reboot dos digimons? Que todos eles teriam suas memórias apagadas? Que a chave para a salvação do mundo real viria de um grande sacrifício dos digimons, abdicando de suas próprias lembranças e momentos com seus parceiros digiescolhidos? Herculeskabuterimon, graças ao amor que sentia por Izzy, conseguiu evoluir, deixando por fim uma belíssima lição para seu parceiro, e impedir que os outros digimons pudessem machucar os digiescolhidos ou prejudicar o mundo real. A cena final do quarto episódio, colocada abaixo, teria sido o momento mais triste desses OVA’s se não fosse, é claro, o reencontro dos digiescolhidos com seus digimons na fase bebê.

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Deixando de lado todo o sentimentalismo que, confesso, os episódios me causaram, é necessário analisar toda a conjuntura das informações que Confession trouxe ou deixou de mostrar. Algumas respostas como, por exemplo, a origem da infecção dos digimons e a identidade do Imperador Digimon foram apenas parcialmente reveladas. Ainda restam várias dúvidas acerca do enredo de Tri como aonde ele planeja chegar, se ele é apenas uma homenagem ao Digimon clássico, sem a intenção de trazer uma trama real e que prenda o telespectador. Ou a causa de Meikomon estar infectada, o porquê de o Gennai estar se passando pelo Imperador, seu envolvimento com Maki e as reais intenções de ambos com os digiescolhidos, o destino de Davis e os outros e muito mais.

Confession respondeu algumas dessas questões, mas ao mesmo tempo em que plantava novas perguntas em nossas mentes. Eu ainda tenho a esperança de que Davis, Ken, Cody e Yolei podem guardar a chave para todas essas respostas. E se Gennai e Maki estiverem atraindo Tai e os outros para uma missão de resgate dos digiescolhidos da segunda edição? Por mais difícil que seja acreditar nisso, tendo em vista a ausência de interesse que TK e Karin têm no assunto, é uma hipótese válida, ainda mais se levarmos em conta a cena de Davis e os outros derrotados no digimundo. Mas, indo além, e se Maki e Gennai forem os verdadeiros vilões da nova série? Faz mais sentido que a ideia anterior se pensarmos que ambos podem estar planejando dominar o digimundo, por exemplo. Os digiescolhidos seriam uma ameaça óbvia para o plano, já que é através deles que os digimons podem evoluir à forma extrema. No entanto, onde se encaixam, então, Alphamon e Jesmon, os cavaleiros reais do digimundo? Estariam eles conectados à Gennai e Maki? O que falta em Digimon Tri é tirar um pouco o foco da nostalgia que as cenas nos passam e priorizar mais a trama que ele quer passar, dando as respostas que tanto percorrem os pequenos minutos de cada episódio.

Agora resta-nos apenas esperar mais cinco meses, no dia 25 de fevereiro, quando estreia Loss, o quarto capítulo da saga, protagonizado pela Sora e Piyomon. Fiquem ligados, pois o portal para o digimundo se abriu novamente e espera-se que esse seja apenas o começo dessa aventura nostálgica!

  • Eduardo

    “O que falta em Digimon Tri é tirar um pouco o foco da nostalgia que as cenas nos passam e priorizar mais a trama que ele quer passar, dando as respostas que tanto percorrem os pequenos minutos de cada episódio.” Perfeita descrição de um dos únicos pontos negativos de digimon tri.

    Confession foi o com maior carga emocional, e agora temos novas possibilidades, mas duvido muito que vai sair alguma missão de resgate de Maki e esse “Dark” Gennai. Digimon 02 tem seus problemas, mas o fato deles nem mencionarem mais os digiescolhidos da segunda geração, além do Ken, é algo que está incomodando muito. Isso sem contar que supostamente Davis e os outros estão presos no digimundo, então como funciona o lance do reboot com eles lá dentro?

    Só fevereiro pode responder.

    • Vinícius Fernandes

      Valeu pelo feedback e por ter lido, Eduardo! Me enrolei um pouco no final nessa frase (agora que fui perceber, me enrolei em algumas palavras ali nesse final), mas que bom que consegui passar a mensagem que eu queria.
      Te aguardo no próximo!

  • vitor

    DIGIMON TÁ MUITOOOO BOMMM

    1 – Gennai que vimos talvez seja um Gennai Dark e que isso pode ter haver com os esporos negros que acertaram ele na primeira temporada logo quando ele preparava os ditamas e brasões. Ele e Maki provavelmente são ruins

    2 – Takeru e Hikari tentaram entrar em contato com os outros 4, mas sem sucesso e Maki está encobrindo que eles estão desaparecidos e talvez por isso ninguém se perguntou o motivo de Maki ter um o D3 do Ken com ela

    3 – Takeru e Patamon mostraram que são os parceiros com a melhor dinâmica de longe

    4 – Hikari e Takeru…. apesar do epílogo do 02 eu estou na torcida que eles mudem o final e façam os dois ficarem juntos

    5 – Não sei se o final do epílogo pode mudar, mas muita gente ia adorar ver o Taichi e Sora juntos(alias no poster do próximo filme deu pra ver a Sora, Taichi e Yamato se abraçando em forma de triângulo

    6 – Provavelmente depois de Sora o foco será Hikari e Takeru(de novo) e nos posters teremos Magnadramon e Seraphimon(que com certeza devem ter um papel de importância afinal são os digimons que mais derrotaram vilões) e no último poster todas as formas megas juntos

    • Vinícius Fernandes

      Grande Vitor, muito obrigado por mais um comentário seu! Sempre acrescentando tópicos que eu esqueço, agradeço de verdade. Te aguardo nos próximos, abraço! 🙂

  • Galadriel

    Acho que você está analisando de forma errônea. Digimon Tri não foi planejado. como um anime comum, é um filme, um OVA, pra passar nos cinemas e não na TV. O Crunchrool ao dividiu pra ficar mas fácil, prático

    • Vinícius Fernandes

      Olá Galadriel, tudo bem?
      Então, como disse ali em cima eu analiso da forma que eu vejo. Dificilmente eu consigo ver todos eles seguidos (vira e mexe tenho algum trabalho pra fazer e tal) e acabo vendo-os de forma fragmentada. Por causa disso eu analiso eles separadamente. Não faz muito sentido analisar dessa forma, eu sei haha Mas no próximo OVA eu analiso como um filme só, faz mais sentido realmente. Obrigado pela dica! Te aguardo ano que vem! 🙂

  • Gabriel Pereira

    Acho que eles estão no caminho certo, mesmo com a falta de respostas em alguns pontos, esse OVA foi mais focado na evolução da historia e uma trabalhada melhor na Mei e Meicoomon, mas nada muito impressionante…
    Sobre Alphamon e Jesmon, não dá pra falar muita coisa sem sabermos o objetivo dos dois, o que sabemos é que Hackmon/Jesmon estava no pé de Meicoomon, mas não acredito que tenha alguém controlando ele ou Alphamon, os Royal Knights vivem em pé de guerra, então não me surpreendeu os dois lutando….
    Esse reboot me deixou confuso por 3 pontos: 1)Como Alphamon e Jesmon “sobreviveram” ao reboot e pq?(Foi com a ajuda da entidade de tomou controle da Kari?); 2)Como o apito da Kari foi parar com os digimons??E pq ele não sofreu com o reboot tbm?Se foi pela nostalgia foi um erro, e finalmente 3) A galera do 02 estavam no Digimundo quando foram derrotados, o que aconteceu com eles durante o reboot?Estavam no Digimundo ou a Maki tirou eles e os prenderam?(Maki tinha o d3 e o dterminal, só posso supor que é a 2 opção)…..o elenco do 02 continua uma incógnita, mas como vc disse eles provavelmente detém as respostas.E u dei a chance da dúvida para Maki mas depois de Confession fica claro que ela é vilã, só precisam explicar os motivos e qual a relação dela com o Dark Gennai (além dos motivos dele).

    PS:A Kari novamente ficou envolta em luz, queria entender o que exatamente ela tem de especial, não lembro de isso ser explicado no 01 e muito menos no 02, é a 3a vez que a Kari de algum modo se envolve nesse tipo de coisa.

    E TK e Patamon pqp, são os reis da destruição-dos nossos sentimentos kkkkkk-as cenas com eles são sempre de partir o coração.

    Não entendi o pq da ‘idiotização’ do Agumon, ele nunca foi assim tão estupido.

    No geral Digimon Tri está consistente, creio que a partir do próximo as batalhas ficaram mais frequentes, eu quero ver como vai se desenrolar a relação dos diescolhidos com os digimons, eles terão dificuldades com as digievoluções?

    • vitor

      Sobre a Hikari e a luz que envolve ela isso tem haver com o brasão da luz
      Foi explicado na segunda temporada por um dos deuses do digimundo (azulogmon acho eu) que os brasões da esperança e luz eram diferentes dos outros e tinham poderes especiais(tanto que eles são responsáveis por liberar vários poderes novos) e por isso que a Hikari é mais sensitiva e acaba sendo usada como porta voz dos poderes sagrados do digimundo

      • Gabriel Pereira

        Eu suspeitava que fosse devido ao brasão, mas sempre espero um algo a mais nisso kkkkk

    • Vinícius Fernandes

      Obrigado pelo seu comentário, Gabriel, ele foi bem esclarecedor! Você citou alguns pontos que eu nem tinha pensado. É legal ler os comentários por isso, as vezes vemos com tanta pressa que esquecemos alguns detalhes como esses. Te aguardo ano que vem, ok?

      • Gabriel Pereira

        Se eu não morrer nesses 5 meses (ansiedade é o mais provável) estarei aqui, já fiquei na expectativa da Review de Confession, não perderei as seguintes

  • Pedro Duzzi

    Apesar da maioria ter se derretido por esse filme, eu fiquei um pouco decepcionado. Realmente, foi um OVA bem mais dramático que os outros, sendo isso o ponto mais forte da série até aqui. Entretanto, isso é Digimon, não um filme do Lars von Trier (desculpem pela comparação babaca). Eu também senti falta de mais ação nesse OVA e as batalhas mostradas desde o primeiro me parecem insuficientes pelo que Digimon é. Eu realmente espero que daqui pra frente isso seja melhorado e que tenhamos mais confrontos.
    Essa fase de Digimon tem tanta pergunta e mistério que eu nem lembro direito mais quais são as coisas que já aconteceram, o que sabemos etc… Talvez seja o tempo de espera entre cada filme? Não sei… Mas precisamos de algumas respostas urgentemente, porque se ficar só no mistério e as respostas forem reveladas no último OVA vou ficar bastante decepcionado. Não é nem “ansiedade”, não me entendam errado, é manter o espectador interessado mesmo. Você precisa instigar a curiosidade, dando algumas respostas e entregando outros mistérios. Enfim.
    Também concordo com o pessoal de baixo que comentou sobre analisar o OVA de forma geral, não dividindo a análise em partes, igual o Crunchyroll. No Japão ele é exibido nos cinemas como um filme de 1h e meia + ou – e acredito que essa seja a melhor maneira de analisá-lo. Inclusive, se alguém for tentar ver por episódios, por exemplo 1 episódio por dia, a experiência vai ser bastante prejudicada, levando em conta que cada episódio não obedece a ordem natural que uma história é contada (começo, meio e fim).
    O segundo OVA, focado em Joe e Mimi, foi o meu favorito até agora. Achei o desenvolvimento deles muito melhor que o do Izzy. Isso me parte o coração, pois o Izzy é um dos meus personagens favoritos.
    Agora é aguentar até o fim de fevereiro. Eita nois!!!

  • João Carlos

    Entendo o que você quer dizer. Por mais que cada OVA tem um tema ainda faz falta uma trama central, saber aonde vamos chegar.
    Mesmo assim nao tem como nao amar.

    • Vinícius Fernandes

      É impossível não gostar, esse, por exemplo, me deixou louco. Gostei muito, apesar da ausência de uma trama central e tal.

  • César Rodrigues

    Parabéns pela resenha! mas eu gostaria de pontuar três coisas:

    1. Digimon adventure tri foi desenvolvido como uma série de filmes, e não como um anime de episódios sequenciais. Em razão disso é completamente compreensível a ausência de batalhas constantes. Todo filme é trabalhado em atos e em momentos específicos de clímax e reviravoltas. Dentro dessa estrutura, é totalmente normal que os conflitos de ação estejam presentes principalmente nos últimos episódios do OVA. Não faz sentido um grande confronto/batalha a cada 20 minutos de filme. E se há uma coisa que o formato busca é maturidade pra elaborar a jornada dos digiescolhidos e seus digimons. Eu particularmente tenho achado isso incrível.

    2. Acho cedo demais para ficarem exigindo respostas URGENTES (isso é mais focado a alguns comentários que li abaixo). Acabamos de chegar no meio do projeto. Temos mais 3 filmes pela frente. E sinceramente, todos os mistérios estão direta e indiretamente ligados, isso tem ficado cada vez mais claro. O anime normal (adventure e 02) é dividido em “eras” com subvilões até chegar no grande vilão. Muitos conflitos que precisavam ser solucionados dentro de eras num espaço de 54 episódios. Obviamente que as coisas corriam mais. O Tri é focado num só conflito e numa só resolução. Estamos acompanhando o trajeto ainda. Não há porque solucionar nada corrido porque quando acabar o grande confronto, acabou o projeto, não tem outro confronto maior em seguida. Então há de se ater ao que tem sido mostrado até então que já está ótimo.

    3. O projeto é uma comemoração do 15º ano do anime. Seria MUITO CONTRADITÓRIO não exagerarem no foco e ode à nostalgia. O Tri foi desenvolvido – teoricamente – única e exclusivamente pela nostalgia, bicho rs. Tem que exagerar mesmo.

    • Vinícius Fernandes

      Valeu pelo feedback, César! 🙂
      Então, explicando: eu sempre vejo o Tri por partes mesmo, raramente tenho tempo de ver todos eles seguidos. Vira e mexe tenho alguma coisa pra fazer, e esse 3 mesmo eu vi bem separado cada episódio, então, por isso eu termino analisando ele pela divisão de “cinco episódios”, não como um filme em todo. Sei que ele é um filme e tal, tenho perfeita noção disso, mas termino analisando da maneira que eu via mesmo. No próximo faço como um filme apenas!
      Concordo com tudo que você disse, até porque eu mesmo sou fissurado nas nostalgias de Tri, mas não dá pra viver só disso, sabe? A cada OVA eles entregam um mistério e os anteriores são ignorados. O maior exemplo disso é o paradeiro dos digiescolhidos de 02, são praticamente ignorados na história toda, TK e Karin sequer citam eles. Eu acho meio estranho. Mas também concordo que não dá pra questionar tanto assim, as respostas devem começar a vir no quarto episódio. Se passar disso aí sim vai ficar complicado de defender esse ponto haha
      Te aguardo no próximo, viu? Abraço!

  • Diego Fernando

    Cesar fez um bom apontamento, estamos vendo uma jornada sem subvilões até chegar no enfoque do principal, resolvendo acabou tri. Esse filme foi excelente pro Takeru e Patamon, já o Izzi ficou bem abaixo do esperado, principalmente quanto a evolução de Tentomon que mal apareceu, nem mostrou o seu ataque (esperava muito mais já que em tese ele seria o principal ante a megaevolução). Quanto ao pessoal que reclama da falta de ação, de fato poderiam ter colocado outros digimon/digimons/digimões infectados aparecendo no mundo real pra trazer lutas e tornar tudo mais dinâmico. Estou gostando muito dos filmes e esse em particular foi pra mim muito emocionante pelo plot do Patamon (como bem diz o nome do filme Confissão: confesso que chorei largado nessa parte kkkkkkkk). Mas aponto como parte negativa terem ignorado absolutamente os digiescolhidos de Adventure 2. Tudo bem que é uma season que não foi muito bem, o pessoal acha fraca e tals, mas poxa vida nem o TK e nem a Kari que eram integrantes da turma se preocuparam com o sumiço deles, o interesse em procurá-los/salvá-los foi ínfimo … esse furo no roteiro é lamentável. Por fim, parabéns pela review, que venha a Perda (não curti esse nome kkkkkkkk) e que finalmente no próximo pôster confirmem ou não Holydramon como a mega da Tailmon.

    • Vinícius Fernandes

      Muito obrigado pelo retorno, Diego! Concordo completamente contigo! E ainda adiciono: realmente esse “perda” não vai ser legal hahaha Já perderam tanto (a memória dos digimons) no 3, o que falta eles perderem agora? Não é um nome muito convidativo haha

  • Jackson Douglas

    Finalmnte digimundo, chorei muito com Patamon , coitadinho…mas realmente chegou a hora de desenvolver a história, chega de nostalgia

    • Vinícius Fernandes

      Quem não chorou? hahaha
      Pois é, acho que pode até ter mais nostalgia, mas que seja dividido com o desenvolvimento da história, senão fica estranho.