Criminal Minds 12×05: The Anti-Terror Squad

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Parece que finalmente Criminal Minds conseguiu entrar nos eixos e na nova temporada, mas até tenho medo de comemorar demais. Foi um tema super contundente que foi abordado no episódio, principalmente para os americanos, onde a cultura do bullying é mais forte. Claro, no Brasil também existe, mas o que vejo fora daqui é perturbador.

O unsub da semana matava a família e deixava um membro sobreviver, sempre um adolescente. Até então eu imaginava que ele estava querendo que os sobreviventes sentissem a sua dor ao perder membros tão próximos. E a BAU também seguiu a minha linha de raciocínio.

Para não dizer que errei, até pensei que Amanda estava por trás da morte dos pais, no próprio interrogatório ela não passou confiança, tinha um olhar desconfiado e jurava que JJ e Prentiss ia na minha intuição. Somente com o segundo crime percebi que o foco era nos adolescentes.

Outra coisa no episódio que eu gostei bastante, e gosto dentro da série, são os flashbacks que desvendam o crime. Esse é um recurso dos tempos antigos de CM e que as vezes é esquecido. Tudo bem que não são em todos os casos em que esse artifício pode ser usado, mas acredito que por temporada deve acontecer uma ou duas vezes. Pouca coisa.

Mas em relação ao caso da semana, apesar da condução do episódio no primeiro momento nos levar a pensar que o unsub era um adulto, e até nos apontou um possível suspeito, o contexto da escola evidenciou que era um adolescente. A questão era o motivo do crime, ainda nebuloso.

E, sejamos francos, a série sabe tocar em pontos polêmicos com muita sutileza. Nesse caso específico, mesmo com Kyle destruindo a vida de quem o amedrontou, CM fez questão de se fazer entender que bullying é um crime e que pode gerar consequências devastadoras. Não é fácil viver com medo e ser ridicularizado dia após dia e ver que quem comete as atrocidades não são punidos e sim exaltados.

Mais uma vez, forçando a amizade entre Garcia e Luke. Se tem uma coisa que me incomoda na série é tentar substituir um agente. Não em relação a mais um membro na equipe e sim o personagem. Luke não é, e nem vai ser Derek, a relação da nossa baby girl com Morgan era única. Queria que os roteiristas entendessem isso e deixassem Luke entrar nas nossas vidas naturalmente e não forçando a barra.

  • Fabiana

    Gostei do episódio. Só que nem falaram do Hotch.

  • VALERIANA BARROS

    Garcia dando os presentes da Roxy foi muito bonitinho.Tenho gostado demais desses dois. Quero que a Roxy apareça mais.