As 10 Melhores Séries da Netflix

67
1026

Com uma das estratégias globais mais agressivas do mercado, a Netflix em poucos anos já lançou mais de uma centena de programas originais em seu catálogo e conquistou uma verdadeira legião de fãs e adeptos. Aqui no Série Maníacos, nós já assistimos a todas as séries originais desse gigante do streaming e chegamos ao nosso top 10, as melhores produções que já foram ao ar até agora. É importante lembrar que foram consideradas apenas as séries originais da Netflix nessa lista, ou seja, Better Call Saul, que é licenciado do canal AMC, Making A Murderer que é documentário, não entraram. Vamos lá!

10Unbreakable Kimmy Schmidt – por Vinícius Barros

Após ter sido resgatada de um bunker onde viveu por mais de 15 quinze anos, a jovem Kimmy Schmidt (Ellie Kamper, The Office) tenta se adaptar a um mundo novo, totalmente diferente daquele que existia quando foi trancafiada. A premissa de Unbreakable Kimmy Schmidt, claramente inspirada em sórdidos fatos reais que eventualmente povoam os noticiários, pode parecer muito pesada para uma série cômica. Mas não para Tina Fey e Robert Carlock (mesma dupla por trás da saudosa 30 Rock), que conseguem fazer desse trágico acontecimento o ponto de partida para uma das séries mais aprazíveis de 2015. As piadas (aparentemente) bobinhas e o tom ágil, leve e veranil dos episódios fazem de UKS a definição de feel good.

Mas não para por aí: o melhor da série está no seu subtexto. Os que já conhecem a dupla Fey e Carlock sabem que eles criticam tudo e aqui não é diferente: os capítulos são recheados de mensagens sutis (ou nem tanto) estapeando comportamentos machistas, homofóbicos, racistas, xenófobos e babacas. Além disso, o elenco foi escolhido a dedo – é impressionante o entrosamento do ensemble. Ellie Kamper faz uma protagonista inocente, meiga e dócil – mas ao mesmo tempo determinada, assertiva e, claro, inquebrável. Tituss Burgess (como Titus Andromedon) foi a descoberta do ano, protagonizando clássicos instantâneos como o vídeo do pinot noir ou a cena do lobisomem. Até Jane Krakowski surpreende, mesmo fazendo uma versão mais velha (e mais maluca) da Jenna Maroney de 30 Rock.

Embora não tenha ficado tão popular, a série foi muito bem recebida pela crítica (com um invejável percentual de 95% de “frescor” no Rotten Tomatoes), abocanhando 7 nomeações ao Emmy em 2015, incluindo melhor série cômica, ator coadjuvante para Burgess e atriz coadjuvante para Krakowski (quem diria!). Então, aproveita que a segunda temporada acabou de estrear e corre para fazer a maratona mais divertida da sua vida, garanto.

P.S. Melhor. Música. De. Abertura. De. Todos. Os. Tempos.

9Bloodline – por Raquel de Menezes

Além de uma das 10 melhores da Netflix, Bloodline merece também o título de série mais subestimada desse serviço de streaming. Não teve muita promoção nem hype, mas teve roteiro e atuações brilhantes. Se você está aí atrás de uma maratona marota, dê uma chance pra Bloodline. Esse drama familiar é centrado num crime revelado logo no início, através do – velho, porém muito bem aplicado – artifício de flash-fowards. No desenvolver dos 13 episódios, a gente vai entender como, quem e porquê. Qualquer semelhança com Damages, não é coincidência. Os criadores são os mesmos.

Bloodline é cativante e linda de morrer, ambientada no paraíso tropical Florida Keys, onde a família de ovelhas negras Rayburn tem um resort que está comemorando 40 anos e essa festa promove a volta do filho nada pródigo, que há muito se mudou da ilha e pouco contato mantém com os pais e três irmãos. O desconforto desse reencontro é tanto, que tudo que havia sido enterrado e silenciado em nome da paz familiar, vem à tona. Segredos e assuntos proibidos são discutidos a altos decibéis, velhas feridas são cutucadas e tudo é fétido. Ninguém é todo bom ou ruim e essa dualidade é lindamente explorada em cada um dos personagens. Não há inocentes ali.

Os grandes destaques do elenco são sem dúvida Ben Mendelsohn e Kyle Chandler (velho conhecido de Friday Night Lights). A carga emocional que cada um imprime em seu personagem é fenomenal, lembro do quão fascinada fiquei em especial com Mendelsohn, que não conhecia até então. Sam Shepard e Sissy Spacek, os patriarcas da família, também estão excelentes, mas isso não é nada surpreendente se tratando desses dois. Norbert Leo Butz também merece menção honrosa, mas enfatizo que o resto do elenco é altamente competente.
O roteiro vai e vem entre presente, passado e futuro, tudo muito bem costuradinho. Os Rayburns provocam todo tipo de reação no espectador e uma vez que você embarca nessa montanha russa de emoções, é impossível não se envolver com cada um ali, seja o motivador qual for: fúria, pena, admiração, nojo, compaixão, medo, empatia. Só não rola ficar impassível.

8Master of None – por Ismael Schonhorst

Comédia cosmopolita e inteligente, Master of None reuniu a reconhecida marca pessoal de Aziz Ansari a um time de coadjuvantes não tão conhecidos pelo público geral. Em sua novidade de faces, cria bem um cenário seguindo a tendência de realismo fantástico das narrativas de humor intimistas e “auto-biográficas”. Com isso, conseguiu nos entregar algo mais do que o esperado: temos nela um charmoso comentário sobre aceitação das diferenças e sobre as complexas relações modernas.

Em seus 10 episódios acompanhamos a vida de Dev Shah, em sua busca por um bom emprego, por entender o que quer de um relacionamento, como estabelecer uma comunicação com o seu pai e sua carga do passado, e também pela aceitação do tempo e do envelhecer, etc. Pequenos momentos da vida de um ator que passariam por genéricos, se não fosse tão idênticos aos momentos banais de todos nós, como humanos. É isso que nos cativa, já que os episódios acham falando de tudo um pouco, com a sagacidade da sabedoria de um pretenso playboy; sem pesar a mão em nenhum momento. É humana, demasiadamente humana.

Toda a trama se passa num mundo real, com elementos reais, e pessoas reais. Dev tem amigos estranhos, mas que poderiam ser também nossos amigos. A situação dele é dada num local específico: Nova York — mas não difere muito da nossa situação dos jovens adultos em São Paulo, Rio de Janeiro, ou seja onde fora. Todos nós buscamos um momento de compreensão e reconhecimento na vida, e este é o buraco no peito dos personagens de MoN.

Esta série, portanto, não pode faltar no menu de quem assinar o Netflix, pois é uma das narrativas atuais que melhor entende o usuário deste serviço: a simplicidade dela é um espelho de cada um de nós — ao mesmo tempo em que ela é elegante como é Aziz, e por isso permite ser brincalhona como se fosse uma amiga íntima nossa — papel que o Netflix tem assumido também em nossa atualidade.

7Jessica Jones – por Iury Viana

Quando assisti Demolidor pela primeira vez, achei uma série “ok”, então fui assistir Jessica Jones com isso em mente, que seria só um seriado de super herói salvando o dia. Mas para a minha surpresa, a série se mostrou bastante densa do início ao fim. Mostrando uma protagonista que era uma “heroína”, mas ao mesmo tempo uma mulher frágil e um ser humano complexo. O fato de expor, de forma crua, que uma pessoa com superpoderes não é imune a problemas “humanos”, foi bastante bem-vindo. Ao passo que as protagonistas eram mulheres fortes, que conseguiam enfrentar qualquer homem em pé de igualdade, elas também tinham seus demônios internos, como o alcoolismo de Jessica ou o “excesso de proteção” de Trish. A sacada de mostrar que no mundo dos heróis, todos têm problemas, foi um dos grandes trunfos de Jessica.

O elenco foi um dos mais acertados até o presente momento nessa safra de séries da Marvel, pois todos tiveram o seu momento de glória. Mas tenho que destacar as brilhantes atuações de Krysten Ritter e David Tennant. A primeira conseguiu mostrar todas as camadas de Jessica de forma plausível, ao ponto de conseguir criar um ponto de identificação com a mesma. Já David, brilhou com seu Killgrave. A suas reações de amor e ódio, fazia o espectador também ter um sentimento de amor e ódio pelo “vilão”. A série conseguiu subverter todas as questões morais típicas desse gênero, e nos fez questionar se os “heróis” são tão corretos quanto aparentam.

6Daredevil – por Lucas Fernandes

Aplacando a alta expectativa dos fãs de quadrinhos, Daredevil despontou como uma das melhores adaptações da Marvel para o meio do cinema/TV. Ao dar vida a história de Matt Murdock (Charlie Cox), que quando criança ganha seus poderes e quando adulto assume a persona do Demolidor, a série mergulha de cabeça num campo mais adulto, criando uma contraparte interessante com o tom mais ameno dos filmes do mesmo universo. O retrato de uma Hell’s Kitchen que convive com suas próprias regras, em meio a violência e a corrupção, salta aos olhos no primeiro instante de admiração. E justamente o fator violência é que chama a atenção. Não que a série só se baseie nisso, mas o tom escolhido não poupa nem desvia o olhar do espectador. Serve como chamariz, mas ao mesmo tempo como um lembrete da banalização da violência.

A construção de personagens merece mais destaque ainda. Dos vilões aos sidekicks, todos estão bem embasados e entregam momentos icônicos durantes as duas temporadas já apresentadas. Falar de Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), Punisher (Jon Bernthal), Karen (Deborah Ann Woll), Foggy (Elden Henson) seria um trabalho difícil de resumir nesta pequena elegia. O primeiro dos Defensores é com certeza uma das melhores obras televisivas e quiçá a melhor do catalogo original da gigante do streaming. Seja interligando o terreno entres as séries companheiras ou em lutas com ninjas com o skyline de uma Nova York decadente, Daredevil demonstra todo o seu poder de criação e confirma que não é preciso amenizar o tom. Que algo voltado para um público mais adulto também é garantia de sucesso de audiência e crítica. A dualidade entre a figura civil e o vigilante nunca foi tão interessante de acompanhar. 

5BoJack Horseman – por Sr. Hericles

A animação protagonizada pelo cavalo BoJack vai além do que se propõe a fazer; mais do que uma fantástica comédia com momentos de puro brilhantismo cômico, este é um estudo de personagem extremamente sensível e poderoso. Através de um grupinho de figuras antropomórficas icônicas e divertidas pra caramba – todas igualmente bem encarnadas pelo elenco –, o showrunner Raphael Bob-Waksberg faz comentários afiados sobre Hollywood, sucesso, fama, depressão, amor e a esmagadora melancolia despertada pelo mundano. BoJack permite que você se apaixone pelos seus personagens, mas também que você tire as suas próprias decisões sobre como deve se sentir sobre eles. É uma série que muitas vezes te incentiva até mesmo a detestar o protagonista apenas para que a sua redenção tenha mais significado ainda. BoJack Horseman conquista o coração de qualquer um com o seu carisma e as suas bobeiras. É uma série com um humor inspirado e gracioso, que se contenta em abrir sorrisos de afeto ao invés de buscar desesperadamente por gargalhadas vazias.

4Sense8 – por Raphael Alves

A Netflix costuma a apostar em temáticas ousadas, mas podemos dizer que com Sense8 eles extrapolaram todos os limites. Primeiro porque as irmãs Wachowskis, que escrevem e produzem a série, não estão em uma fase muito positiva nos cinemas, segundo porque raramente uma série de ficção científica consegue se manter por muito tempo no ar.

Apesar dos obstáculos, Sense8 surpreendeu e foi muito bem recebida pelo público. Isso ocorreu por diversos motivos, mas não podemos deixar de citar a inventividade do roteiro, a direção eficiente, a edição cheia de estilo, as locações deslumbrantes e o drama na medida certa. Esses fatores técnicos são importantes, mas é na composição dos personagens e na capacidade de criar cenas inesquecíveis que mora o grande trunfo do projeto. O carisma e o bom desempenho do elenco foram capazes de criar personagens emblemáticos, como Nomi Marks, uma mulher transexual, lésbica, ativista e hacker, que é rejeitada pela família, mas não desistiu de lutar pela felicidade.

É claro que o enredo pode parecer confuso no primeiro momento e que alguns personagens podem soar caricatos, mas nem de longe isso prejudica a mensagem final e a qualidade do texto. Por se tratar de uma série que fala de libertação, é fundamental que a mente esteja aberta e disposta a se conectar com outros mundos, novas narrativas, muitas delas carregadas de dores e dúvidas, mas ainda assim repletas de positividade.

3Narcos – por Poli Mendes

Usar a história de um dos maiores traficantes do mundo é uma tarefa muito difícil e quando esse alguém é o Pablo Escobar, as dificuldades aumentam ainda mais. Porém, o projeto da Netflix não foi só bem-sucedido, como se tornou um fenômeno mundial. A escolha acertada em usar atores latinos para os papéis dos personagens colombianos, a opção de manter alguns diálogos em espanhol, a problemática de quem são os mocinhos e vilões, quando o assunto é guerra às drogas, a dimensionalidade dos personagens, o roteiro muito bem escrito e uma direção mais do que acertada, são algumas das grandes qualidades de Narcos.

Adentrar na história de uma pessoa que até hoje há mitos e verdades, é algo difícil, porém, a série consegue isso com maestria, misturando ficção com realidade na medida certa. Por mais que nomes brasileiros estejam nos créditos, como Wagner Moura, José Padilha, Fernando Coimbra, Rodrigo Amarante, entre outros, a série é uma produção americana da Netflix e isso só mostra como o Brasil possui pessoas talentosas e que só precisam de oportunidades em Hollywood (isso é pra você que reclamou do sotaque do Wagner Moura). O primeiro ano de Narcos (já renovada para a 2ª temporada), não foi só uma grata surpresa, mas uma constatação de que a Netflix não está à passeio quando o assunto é produzir séries de qualidade.

2Orange is The New Black – por Laio Andrade

Nem tudo é preto no branco, mas pode ser pintado de laranja, e foi assim que em 2013 fomos presenteados pela Netflix com Orange Is The New Black, mais do que uma série sobre o sistema carcerário feminino americano, o foco aqui é inteiramente na história de vida de cada personagem. Cada tema é tão rico de informações e de gama das emoções humanas trazidas de uma forma bastante viva, que fez merecedor do segundo lugar nessa lista, nada mais do que justo. A série não é só divertida em seus contextos, mas a carga dramática presente em cada personagem, mescla com o talento nato das interpretações brilhantes, que não ficam a cargo somente da protagonista Piper (Taylor Schilling), mas de cada identidade única e interessante ao seu modo. O Laranja não é apenas o novo Preto, é uma obra de arte e um presente que merece o reconhecimento do ótimo trabalho que tem sido feito.

1House of Cards – por Cléverton Bezerra

House of Cards foi um marco das séries. Não somente foi uma das primeiras produções originais de um serviço de streaming, como também foi a primeira a quebrar a lógica clássica da TV aberta e a cabo nas premiações, sendo indicada a todos os prêmios principais. Somente por essa razão, eu já colocaria House of Cards no topo das melhores séries da Netflix, no entanto a série vai além. Seu universo político pessimista, conflituoso, sarcástico e duro constrói uma atmosfera particular, resultado de uma equipe talentosa de roteiristas, diretores e primordialmente o elenco. Frank Underwood e sua quebra da quarta parede se tornaram um ícone os série maníacos de todo mundo, tornando-se um verdadeiro fenômeno cultural. O maior trunfo da série, porém, não reside no trabalho soberbo de Kevin Spacey e sim nas mãos da arrebatadora Robin Wright. Desde a segunda temporada, Claire Underwood foi ganhando espaço na série até chegar ao protagonismo absoluto na quarta temporada e House of Cards somente ganhou com essa elevação da personagem, evitando que o projeto recaísse em fórmulas e repetições excessivas. House of Cards merece encabeçar as melhores séries da Netflix: um projeto ambicioso, palatavelmente tenso e com um primor técnico e de atuação que poucas vezes é encontrado em qualquer série.

—-

E para você? Quais são as melhores séries da Netflix? Compartilhe conosco sua lista nos comentário.

  • Mariane

    Não imaginei que veria BoJack Horseman aqui. Não tô falando que é ruim, mas é que foram tantas as críticas…

    • jorge_lito

      Críticas POSITIVAS isso sim.É uma das animações mais elogiadas dos EUA…

      • Mariane

        Teve críticas negativas também, migo. Se todas tivessem sido positivas eu não teria comentado 🙂

        • jorge_lito

          A primeira temporada eu ainda fico quieto. O povo ainda estava se acostumando com o ritmo da série. No Metacritic em sua primeira temporada a série teve uma média de 59/100 e no Rotten Tomatoes teve 56/100.

          Mas a segunda temporada é incontestável. No metacritic teve 90/100 e no Rotten Tomatoes 100/100.

  • Vitner Santos

    Não

  • Jaime Guimarães

    Faltou Lilyhammer!

  • Cesar D’ mello

    Kd Love nessa lista :/

    • Welligton Silva

      A lista é sobre as melhores series, e não sobre séries lixos.

    • jorge_lito

      Aquele lixo…

  • Marcelo Silva

    Não posso falar sobre o ranking em si pois não acompanhei todas as produções. Mas dentre as que assisti meu top 5 ficaria assim:

    1) Daredevil
    2) Jessica Jones
    3) Sense8
    4) Marco Polo (Creio que seja original da Netflix)
    5) House of Cards

  • Lucas Augusto

    Pequeno erro em Daredevil.
    Não é Walter Fisk, e sim Wilson Fisk

  • ferrers405

    Netflix tá ótima mesmo tem também Love, Flaked, Fuller House, Marco Polo, continuações como Arrested Development, Black Mirror e Gilmore Girls e ainda GoT. 🙂

  • Rodrigo Izetti

    UKS e Orange são mesmo grandes destaques que me fizeram depositar confiança em tudo que a Netflix faz. Não poderia concordar mais com o texto! <3 só senti falta de Grace & Frankie, que trouxe um elenco de grande renome internacional e tem uma das melhores premissas de comédia do catálogo Netflix.

    • Vinícius Barros

      Grace & Frankie não entrou para o top pq o negócio tava concorrido e tem que dar uma conciliada na opinião de todo mundo, mas eu também acho ótima e por mim entrava aí!

      • Rodrigo Izetti

        Eu imagino como deve estar concorrido. Como meu forte não é séries mais “pesadas”, não me acho no ponto de julgar quanto às outras, mas amando UKS e G&F por exemplo, acho G&F um pouquinho melhor. MAS só de ter as comédias leves representadas no Top 10 já é ótimo.

  • jorge_lito

    Podem falar o que for, mas eu também gosto muito de Marco Polo…

    • João

      Marco Polo é legal, acho até melhor q Sense 8 q é bem chatinha!!!!

    • Mr. C4rlos

      Bem melhor que umas 3 dessa lista ai

  • jorge_lito

    Dessas só não tive paciência pra Sense8. Muito chata…

  • Saulo Lima

    Nem liguei pro resto da lista, só queria saber msm se House of CArds estaria em primeira <3

  • André

    São poucas por enquanto as séries que assisti do canal mas posso afirmar que das que vai Sense8 é fenomenal e Bloodline Muito boa. Sinceramente eu não sei como sés conseguem usar o site do Rotten Tomatoes como parâmetro para critica positiva ou negativa pois naquele site até as piores temporadas das séries mais terríveis tem nota alta

  • André

    Mesmo que eu goste, Não acho Sense8 tão boa assim, ela tem potencial pra ser muito boa, mas ainda não é.

  • Adalberto

    Que lista linda!!!! Todas as séries da Netflix que eu assisto aqui e todas merecem!
    Muito justo House of Cards estar no topo, uma das melhores séries atuais!

  • Bloodline é top 5 ali, Sense8 não.

  • Lucas Melo

    Mas gente, Kimmy é muito ruim, como assim

    • Lucas Melo

      Dou mais risada com GOT

    • Alysson

      Né não?!

  • Rodrigo Almeida

    1 – House of Cards
    2- Sense8
    3- Daredevil/Narcos

    By: Me 🙂

  • Jessica Gomes não mesmo. Bloodline merecia estar mais acima. E eu tenho que assistir Master of None.

  • rocorby

    Bloodline é maravilhosa demais! Ela ta facilmente no meu top 3 e é uma das melhores series underrated atualmente.

  • Rafa Silveira

    Kimmy é uma das coisas mais chatas que eu já vi na vida.

    N vi todas da lista, mas das que assisti, concordo com a ordem em que foram classificadas.

    • carla machado

      Me abraça, Rafa! – Kimmy é uma das coisas mais chatas que eu já vi na vida.2

      • Rafa Silveira

        *hugging*

    • RenanSP

      Eu só gosto de Master of None e Bojack (e esta a primeira temp é bem fraquinha) de comédia da Netflix, as outras são todas chatas. Pra mim o canal que mais acerta em comédia é o FX.

      • Rafa Silveira

        F is for Family, pra mim, é a melhor comédia da Netflix. Se n tiver assistido, dê uma chance

        • RenanSP

          Não curti muito, achei ok, mas nada demais. O mais legal é ambientação.

    • CoopLc

      Assistir Kimmy é uma experiência dolorosa.

    • Comments Analyser

      Mas vc é suspeito pra falar pq é rabugento, haha.

      • Rafa Silveira

        E fica me manjando pq, então?

    • Alysson

      Abraço em grupo

  • Marcelo

    Das que assisto:
    Narcos
    Sense8
    Daredevil
    Jessica Jones
    Orange…

    Marco Polo é uma boa série mas abaixo dessas.

  • dan_atwood

    Bom sobre Sense8 é essa a questão, ngm q passa por ela tem opinião neutra, ou é positiva ou negativa, isso mostra o quando ela é importante e controversa, acho que ela ainda tem mtu a melhorar, mas msm assim amo demais.
    Bojack aqui <3 comecei vendo odiando tudo, mas entrei no clima e a segunda temporada é fantástica.
    Kimmy não é para todos, o jeito da série e seu foco, não é algo que todos vão entender e curtir, mas pra qm curti é sensacional.
    Bloodline sempre falo q vou fazer maratona e nunca faço hehe.
    Netflix aproveita q está com a Krysten e faça uma ressurreição da vadia do aparmento 23 .

    • Rerison Justo

      Por favor!!! Se trouxerem Don’t Trust the B—- in Apartment 23 eu vou ficar muito feliz hehe

      • dan_atwood

        meu sonho seria esse haha

  • Rodrigo Tannuri

    Não concordei com o ranking. Sense 8 no top-5 ao invés de Daredevil foi o fim da picada! Pior foi ver Bloodline atrás de Jessica Jones e Master of None. #chateado

  • Douglas

    Bem questional as posições de Sense8 e Narcos
    Eu colocaria Master Of None no Top 3, por trazer um novo conceito de humor para a indústria de shows de TV.

  • Claro que House of Cards é a primeira colocada, não teria como ser outra.
    Mas Daredevil ficou bem para trás, ein….

  • CoopLc

    Boa lista, mas não colocaria Sense8 tão alto assim. Na verdade, nem entraria na minha lista.
    House of Cards é realmente do caralho.

  • Antony

    Concordo com a lista só colocaria Blodline em segundo e Sense8 em décimo, a Netflix está tão poderosa que as operadoras de internet vão diminuir a franquia de consumo para prejudicar eles e tbm o Youtube , para o pessoal voltar para TV a cabo fraquinha deles , claro que isso ainda não terminou vai ter protesto #InternetJusta

  • Lucas Pires

    A segunda temporada de Kimmy tá ESPETACULAR. De chorar de rir.

  • João Neto

    Eu achei q por Narcos ali em 3º foi pra preencher cota só por causa q é semi-br. É boa mas não deveria tá entre os primeiros, fora isso tá bem competente a lista.

  • João Neto

    Eu faria um top5, no meu caso:
    1 – Sense8 – primeiríssimo por vários motivos
    2 – House of Cards, sem comentários né…
    3- Daredevil, apesar dos problemas
    4 – Umbreakble Kimmy… , quem n viu deve dar uma chance
    5 – OSTNB, sensacional a n ser a 2ª temporada

    • cecília

      o que diabo é OSTNB? kkkk

  • Caio Vinicius Viana Lima

    So vejo Orange♡ e Demolidor, tão na lista pra ver Narcos, Sense8 e House of Cards.

  • Mr. C4rlos

    Marco Polo fora dessa lista só comprova o quão a série é subestimada, infelizmente. Série incrível.

  • Eliézer Ferreira Lima

    Sense8 acima de BoJack e Jessica? E Jessica perdendo para Demolidor? A única coisa que demolidor tem de melhor que Jessica são as lutas.

  • Ander

    Sense8 who???????????? lixão de serie Zzzz

  • Danilo Zanon

    JJ melhor que Bloodline?
    Tudo bem que tem o hype Marvel, mas é só. Não tem como comparar atuações, o suspense criado em ambas e as atuações então… Colocaria no top 3 fácil. O restante não assisti e não posso comentar… S8 comecei a assistir e parei (chato pacas)…

    Aliás, para mim o top 5 do que assisti seria:
    1) HoC
    2) Daredevil
    3) Bloodline
    4) Narcos
    5) Jessica Jones

  • LUIS HEBER

    Lista é lista. E é tão descartável quanto jornal de ontem. Mas sem Marco Polo foi demais…

  • Gabriel Campanha

    achei interessante a lista principalmente por conter apenas as produções originais de fato. muita gente acha que as séries feitas em parceria tipo Better Call Saul, Shadowhunters não entendem que não são da netflix. E sim, senti falta de marco polo

  • PuroOsso

    House of Cards não é só a melhor série da Netflix, como uma das cinco melhores séries do século, junto com The Wire, The Sopranos, Mad Men e Breaking Bad.

  • Carlos

    Assisti Sense8 e verei a segunda temporada, mas na boa, não sei porque raio superestimam tanto essa série. É uma série comum, talvez um pouco acima da média dos canais abertos(sendo que ainda perde para uma ou outra como Person of Interest) e só.

  • Da lista, só não assisti todinha BoJack Horseman, ainda vou ver.

  • oli

    Nossa, Sense8 em 4°? Podiam ter colocado logo Marco Polo em primeiro para ficar absurdo o top.

  • maria eunice oliveira matos

    marco polo estaria entre o top five.