American Horror Story: Roanoke 6×10: Chapter 10 [Season Finale]

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Não deveria surpreender as pessoas que em American Horror Story, as noções do que é o amor e do que se faz em nome dele sejam obscuras e distorcidas.

Vamos direto ao ponto: Chapter 10 da sexta temporada de American Horror Story não agradou todo mundo. Curioso que numa temporada em que tantos paradigmas foram quebrados, um deles (correspondente a nossa realidade) não tenha sido: a série nunca vai ser uma unanimidade e talvez Asylum seja o fantasma que “morreu” na propriedade do FX e nunca vai deixar de nos assombrar. De alguma forma, as decisões de Ryan Murphy Brad Falchuck acabam sempre saindo do campo de visão de uma grande parte dos espectadores e boa parte disso é  “culpa” do valor estético e dramatúrgico do show.

Faz sentido para mim que o Chapter 10 tenha sido o mais rejeitado da temporada (que seguiu com elogios por todos os lados), porque ele foi o que retomou (mesmo que por apenas 10 minutos) o controle dos acontecimentos por uma perspectiva onisciente. Ou seja, os dez minutos finais não foram captados por nenhuma câmera de nenhum programa de TV. Ali eram os autores novamente, conduzindo sua história sem o escudo da metalinguagem. Roanoke respondeu sua grande pergunta: sim era tudo verdade. E trouxe com isso a boa e velha ambiguidade que ronda a reputação da série.

Também é importante dizer que depois de uma temporada com narrativas tão centradas, a fragmentação do finale também acabou por incomodar. Passamos metade dessa season assistindo My Roanoke Nightmare e a outra metade assistindo Return To Roanoke. Para manter a unidade estilística desse ano, três blocos do último episódio foram ocupados, cada um, por um programa de TV diferente. A voraz abordagem desse finale pode ter incomodado alguns, mas é parte inerente à essência de AHS. Esse foi um ano tomado de metalinguagem e críticas ao showbizz americano e manter a jornada de Lee através de um olhar midiático continuado é uma questão de coerência. A estrutura dramatúrgica de Roanoke é histórica porque é única. E isso independe do resultado final.

American Crime Story

Começar essa última hora com a participação do elenco no Paley Center foi outra jogada metalinguística muito interessante. Todo ano o criador da série sempre faz alguma revelação importante no painel, mas esse ano isso não aconteceu por conta de todo o sigilo que envolvia a trama. A mitologia de Roanoke passa pelo evento e deixa tudo com um tom de Twilight Zone. Sarah, Evan, Kathy… Todos ali para falar de uma série, mas não a série deles enquanto atores e sim enquanto personagens. Há um senso de deboche no meio disso tudo, claro… As perguntas tolas da plateia, as respostas prontas dos atores, os clichês do criador na hora de falar sobre o futuro do produto, tudo ali para ser destrinchado. E não adianta dizer que é antipático retratar esses detalhes dessa forma, porque só é incômodo porque é verdadeiro.

American Horror Story: Roanoke --- Chapter 10 [Season Finale]
American Horror Story: Roanoke — Chapter 10 [Season Finale]
Esse painel também serve para estabelecer que My Roanoke Nightmare foi um imenso sucesso, o que torna os eventos de Return To Roanoke ainda mais intensos e espetaculares. Esse registro de grandiosidade é importante, porque ele se correlaciona com a forma como Lee passará a ser julgada pelo público. E é nesse ponto que começam a surgir as desavenças entre a interpretação do roteiro para o que aconteceu e a forma como o público reagiu ao que foi visto. É preciso olhar a coisa toda de modo bem panorâmico, porque tudo na TV é uma questão de recorte. Isso explica, inclusive, porque Lee não é o centro da narrativa de My Roanoke Nightmare, embora seja a protagonista da temporada. Os executivos do canal que o transmitiu queriam que o casal Matt e Shelby fossem as estrelas, porque tudo em narrativas comerciais diz respeito a um casal.

Me soa surpreendente que alguns não tenham entendido também que nós temos para julgar a Lee, o MESMO material que os personagens da temporada têm. Aí está outra GRANDE sacada de Roanoke: não existe uma narrativa estilizada que se imponha nos acontecimentos e mostre para nós, espectadores, pedaços de conhecimento que só nós teremos. O mesmo que eles – os espectadores dos programas – viram, foi o mesmo que nós vimos. Assim, qualquer surpresa, ojeriza, indignação, empatia, qualquer sentimento que nós tenhamos a respeito de Lee, parte da mesma liberdade de impressões que se tem quando as únicas informações são providas por programas de TV. Isso é extremamente inteligente e assim deveria ter sido mantido até o final (falaremos mais disso adiante).

Talvez um outro ponto delicado tenha sido o momento da entrevista com Lana Winters. Murphy sabe que qualquer menção ao mundo da toda-poderosa Asylum gera uma imensa expectativa. A promo do finale se apoiou toda nesse encontro entre ela e Lee e havia tanta tensão naquela cena das duas que acho que mais tempo de tela seria justo. Analisando bem friamente, a chegada do Polk tinha valor de choque, mas nenhuma relevância para a história. Foi bom ver Lana de volta, sendo esperta e sobrevivendo a qualquer custo, mas houve pouco tempo para que as correlações entre ela e Lee fossem feitas de modo satisfatório. E havia correlações.

A decisão de trazer Lana Banana de volta não foi aleatória. Lana foi uma personagem que fez TUDO para viver, mas que estava pagando o preço pela própria ambição, pela própria vaidade. Ela matou o próprio filho “porque tinha que ser feito”. Lee é a outra ponta dessas medidas. Ela fez TUDO para sobreviver, mas estava pagando o preço de um grande mal cometido: ela matou o pai de sua filha. Fez “porque tinha que ser feito”. Mas, nem as motivações de Lana e nem as de Lee passam incólumes pelo julgo mais conservador. Lana abandonou seu filho e depois o matou, Lee matou o ex-marido para não perder a filha e depois matou um monte de gente alegando estar sob influência de entorpecentes e traumas… Nós sabemos o que contorna esses eventos. Nós sabemos que nenhuma dessas atitudes drásticas vieram do simples desejo da morte. Mas, ainda assim, é morte, o maior pecado que um ser humano pode cometer na própria existência. É absolutamente coeso colocar uma diante da outra.

Re-Return To Roanoke

No penúltimo bloco, assistimos ao terceiro programa do dia, um desses shows com caçadores de fantasmas. Há quem argumente que foi só uma maneira de trazer Lee de volta à casa, mas se isso era necessário e se manter a unidade do olhar midiático era essencial, nada melhor que um programa com caçadores de fantasmas, que são comuns na TV por assinatura. Notem como o roteiro se preocupa em estabelecer que os fenômenos são parte de uma regra: a Lua Sangrenta precisa estar no céu. Se um, dois, três ou nenhum dos fantasmas vai aparecer é uma questão aberta. Aprendemos em Murder House que todo mundo que morre em lugares assim, fica. Mas, a decisão de aparecer é pessoal e intransferível. Sendo assim, acho preguiçosas as críticas ao fato de não vermos fantasmas de outros que morreram na propriedade rondando por ali.

Outro ponto importante é entender que ter comido o coração da Bruxa da Floresta em um determinado momento, não significa estar sob efeito dele para o resto da vida. Ele pode gerar o impulso, mas o que vai dentro do coração de cada um (e a correlação é proposital) é imprevisível. A Bruxa ter escolhido Lee para agir a seu comando é parte de uma evidência absoluta: Lee era capaz de matar em um contexto mais amplo, flexível, já tinha provado isso (e a profissão escolhida para ela também faz parte desse cálculo). Mas, ela não era como Thomasin, a Açougueira, que se deleitou da própria existência obscura (assim como Agnes deleitou-se em existir poderosa como jamais tinha sido). O retorno de Lee ao seu estado racional, contudo, não muda o fato de que ela continuou a tomar decisões erradas por uma interpretação de amor que nós, seres humanos que vivem fora do universo soturno do show, não conseguimos compreender.

American Horror Story: Roanoke --- Chapter 10 [Season Finale]
American Horror Story: Roanoke — Chapter 10 [Season Finale]
É quase como se AHS não resistisse a um pedaço de lirismo. Exatamente por Roanoke ter sido toda feita pela perspectiva midiática, considero um ponto fraco que os últimos minutos tenham quebrado essa unidade. O diálogo entre Lee e Flora era necessário, porque Flora e ela ainda estavam vivas e sabemos que só pode haver UMA Final Girl. Além disso, se todas as atrocidades que rondavam Lee partiam de seu amor pela filha, precisávamos ter mais detalhes dessa perspectiva. Adina Porter não tinha uma personagem fácil nas mãos, mas abraçou as complexidades de Lee com sensibilidade. O texto foi delicado em estabelecer o distanciamento de Flora, em mostrar Lee pedindo apenas por uma chance de se redimir, de conseguir fazer com que a filha tivesse a experiência da vida até que “se sentisse diferente sobre a mãe”. Murphy e Falchuck tomaram a decisão de dramatizar esses últimos momentos e cada um precisa decidir também como se sente com relação a isso.

Emily, a outra filha de Lee não apareceu, mas a existência desse detalhe é outro fator de construção para as atitudes da personagem. Já ter perdido uma filha torna o impulso de não perder outra – mesmo que em qualquer tipo de perda – incontrolável. Emily existia não para que soubéssemos o que aconteceu com ela, mas para que as motivações de Lee tivessem substância. Não houve uma “grande revelação” nesse finale, mas quando colocamos a história completa em panorama, realmente havia o que revelar? A ansiedade por um twist num Season Finale é legítima ou voluntariosa? E há os que esquecem até mesmo que o mundo de Roanoke ainda estará vivo nas temporadas posteriores.

Terminamos com Lee aceitando a resposta kármica de seu destino: ela fez tudo para ficar com Flora, mas precisou morrer para merecer o mínimo contato. Priscila conseguiu sua mãe alegórica (que ela quer não para protegê-la, mas para ser uma companhia pacífica), Lee conseguiu sua filha translúcida. Flora, nossa Final Girl, poderia ser uma nova versão de Priscilla e acho que o roteiro quis dizer que isso não aconteceu porque houve, enfim, um sacrifício necessário, uma tomada de providências que foi impossível no passado, quando Priscilla conheceu o inferno de Roanoke. Tudo isso, mais a história da entidade da floresta, mais o mistério de Emily, tudo ainda pode ser acessado. A explosão da casa de forma alguma significa o derradeiro fim.

Ainda que Roanoke tenha tomado a decisão de ser lirismo nos últimos minutos, ela seguiu sua trajetória honrando o torture porn, o found fottage, o horror em sua estrutura mais plena (inclusive sendo cômico) e a crítica midiática ácida e divertida, que tornou essa temporada uma das mais bem organizadas do show. E sim, Roanoke também foi imprevisível, instigante, provocativa, desde sua controversa divulgação até agora. Foi também a temporada mais absolutamente americana que Ryan Murphy apresentou ao seu público. Esse público que se refletiu em vaidade, superficialidade, ego, cinismo, oportunismo mercadológico e doses cavalares de uma contemporânea personalidade niilista. A América pode estar perdida, mas ainda transmitirá isso em full HD.

> O futuro da Marvel depois de Doutor Estranho!

Roanotes: Uma atenção especial para quando Lee pergunta à filha o que ela comeria na floresta. Cheguei a ver a palavra “coração” passar pelo semblante da personagem.

Roanotes 2: A temporada só assumiu seu subtítulo no instante final, quando Roanoke apareceu na tela.

Roanotes 3: A drag apresentando o painel de My Roanoke Nightmare era Trixie Mattel, uma das participantes da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race.

Roanotes 4: Sarah Paulson (a dona da porra toda), interpretou três personagens diferentes esse ano: Audrey vivendo Shelby, Audrey sendo ela mesma e Lana Winters. Tatiana Maslany que se cuide.

Roanotes 5: Nessa temporada, os roteiros mostraram fãs sendo empalados e fazendo perguntas tolas em entrevistas. Como eu disse, é incômodo porque é verdadeiro e sabemos como tem fã cego de amor, fazendo idiotice nesse mundo. Se a temporada é uma crítica velada ao mercado, nada mais adequado que uma crítica a quem endeusa os produtos dele.

Roanotes 5: Mais uma cobertura chegou ao fim… E digo orgulhoso que estou aqui desde Murder House. Tem sido um prazer e espero todo mundo de volta no ano que vem.

American Horror Story: Roanoke --- Chapter 10 [Season Finale]
American Horror Story: Roanoke — Chapter 10 [Season Finale]

Hora de começar a especular… Qual o próximo tema?

  • xtrmntr28

    “orgulhoso”…kkkkk

  • Natanael Lucas

    Ótima review! Essa temporada foi espetacular em todos os sentidos. Ainda mais nessa perspectiva de viajar por diversos formatos televisivos e mostrar que edição é um fato decisivo para formular a opinião do público. Foi incrível e arrisco dizer ser a temporada mais criativa da série. Que venha o sétimo ano! ;D

  • Netto Baggins

    Parabéns Henrique, mais uma vez seu texto foi melhor que episódio em si.

  • Eu só senti falta realmente de uma explicação mais plausível do por que a bruxa da floresta precisou da Lee por tão pouco tempo…. é a unica das perguntas sem resposta que eu esperava mesmo ser respondida na finale (até pq ja sabemos de ante mão que a bruxa da floresta esta muito ligada a mitologia da serie).

    De resto, agora que a temporada acabou eu queria muito que a FX divulgasse aquelas promos com o elenco da serie passando pelos cenários que sempre são divulgadas e o poster com o elenco. Acaba que todo ano o poster com o elenco fica de papel de parede do meu celular um tempão mas esse ano não rolou =/

    • henriquehaddefinir

      hahahahahha eu faço a mesma coisa no meu celular. Tamo junto.

    • Walber Lima

      Acho que é porque acabava o terceiro dia da lua vermelha, logo depois dali não tinha mais o porquê de controlar ela.

      Para mim a unica coisa que faltou nessa temporada foi mesmo a abertura mas ja superei

  • by the way, pra quem quiser assistir mais uma mockumentario no mesmo estilo de My Roanoke Nightmare mas que ao invés de usar “atores” para as dramatizações eles possuem varias filmagens encontradas (o que torna na verdade uma mistura de MRN com RTR) eu indico muito o filme Lake Mungo. Além de ser muito bom ele brinca com anossa perspectiva de estar ou não vendo algo sobrenatural todo tempo e tem ótimos plot twists.

    https://www.youtube.com/watch?v=d2ISuVvP-XI

  • Maysa

    Foi um episodio mais fraco que os outros, mas eu gostei do final, fez sentido e não tira o brilho dessa temporada que foi sensacional.

  • Junito Hartley

    Como eu ja esperava o episodio foi o mais fraco da temporada, mais definitivamente foi a melhor temporada da serie entao pra mim o saldo é positivo e que as proximas temporadas sejam tao boas como essa.

    • Fabi Alves

      Mas como a lee ia enfrentar a açougueira ?

    • ♚ Lena

      Você está assumindo que já foi ver de má vontade? Me ajuda a ajudar sua análise, migo! kkk

      • Junito Hartley

        Onde foi que vc viu eu falar que fui ver de má vontade? Voce se apegou somente numa frase minha e esqueceu do resto que eu elogiei, alias, normal das pessoas isso.

        • ♚ Lena

          Realmente. As pessoas têm comportamentos previsíveis. kkk <333

  • Amei muito esse caráter de open ending e gostei bastante da finale. Mas ainda não supera o horror de Freak Show. Essa temporada ficou mais nos sustinhos e nas câmeras.

  • Felipe Lyra

    Asylum foi ótimo.
    Raonok foi fantástico, quebrou as regras, reutilizou a parte dos fantasmas de um jeito coerente.

    Na minha humilde opinião essa é a melhor temporada.

  • Matheus Brito

    Sabe quando absolutamente NADA te desagrada? Então, isso sou eu com essa season finale. Tudo que apareceu na tela, do PaleyFest até a última tocha dos colonos em cima do morro enquanto a casa explodia, me agradou demais. Achei inteligentíssima a decisão de dividir esses 40 minutos em vários blocos diferentes, pois, se Roanoke foi uma temporada com a mídia de pano de fundo, nada mais correto que a mídia tornar-se praticamente a protagonista da season finale.

    A parte dos fãs é a mais pura verdade, incomoda porque é real. Fãs loucos existem pra qualquer tipo de obra, e quanto maior o sucesso de algo, maior a quantidade de fãs descerebrados.

    A entrevista com a Lana, apesar de ter me deixado satisfeito, podia mesmo ter sido um pouco maior. Mas não em substituição a nada que passou no episódio, pois achei tudo absolutamente necessário. Ryan e equipe que podiam ter colocado 3 ou 5 minutinhos a mais, pois era a season finale, não ia machucar ninguém rs

    As reclamações sobre a ida dos Caçadores de Espíritos não se justificam. Nós mais do que ninguém sabemos como é difícil de acreditar de qualquer coisa que se veja na TV ou na internet. Temos o impulso de ir verificar com os próprios olhos, comprovar a veracidade ou a mentira de tal fato. Por isso, nada mais óbvio que aquele bando de caçador ter se enfiado na casa depois de tudo que havia ocorrido. E ainda foi inteligente por, além de ser o chamariz da polícia aparecer no local, fazer o link com Lee, que não poderia ser mostrada dentro da casa caso lá não tivessem câmeras. Ryan até quando não parece, tá sendo inteligente.

    E a parte final, sem câmeras nem nada, foi inteligente também, pois como dito na review, AHS sempre foi sobre quebrar paradigmas. E, se o paradigma dessa temporada era tudo estar sendo constantemente filmado, por que não quebrar isso nos últimos minutos, com uma visão onisciente dos fatos?

    Asylum sempre foi minha temporada favorita. Gostei de Murder House, mas a 2ª temporada me pegou de tal forma que eu me sentia envolvido com cada um daqueles personagens. Me decepcionei extremamente com Coven, adorei FreakShow e gostei de Hotel, mas tinha a convicção que nenhuma superava Asylum.

    SuperAVA. Porque Roanoke superou com louvores. A cada episódio que passava eu percebia um controle do Ryan, o que me surpreendia bastante, já que AHS sempre se caracterizou por zilhões de pontas abertas e poucas fechadas e aqui em Roanoke ele deixou tudo mais centralizado. Os furos que se apontavam num episódio, lá tava ele consertando no próximo, e sem soar forçado. Até o que ficou meio em aberto, como a Bruxa, temos a plena convicção que será mostrado numa temporada futura.

    Asylum sempre foi minha temporada favorita, mas fico extremamente feliz em dizer que Roanoke foi superior no conjunto da obra. Mas sem fazer distinções mais extremas, amo as duas temporadas e depois faço questão de revê-las mais quantas vezes possíveis <3

    • Juliano Guilherme

      Tirou as palavras da minha boca!

    • Lana

      Também tirou as palavras da minha boca. Concordei com cada palavra.

  • Juliano Guilherme

    Achei a Finale absolutamente fantástica. Fiquei o tempo todo boquiaberto e repetindo para mim mesmo que Murphy é louco e genial. Vibrei com os seguimentos televisivos diferentes e mesmo com uma final “não televisionado” achei um fechamento digno de uma das melhores temporadas de AHS.

  • GC

    Final mais suave que o resto da temporada, mas mesmo assim pertinente, a deixar poucas questões no ar. Gostei.
    A entrevista com a Lana Banana podia ter durado um pouco mais…
    Apesar de gostar sempre das aberturas, se fizessem uma este ano sem Adina Porter, seria muito mau,

  • Junito Hartley

    Alguem ai sabe porque aqui nesse site os caras param de fazer a critica da serie do nada? Tipo no meio da temporada os caras largam.

    • Juliano Guilherme

      Oi… bebeu @Junito_Silva:disqus? tem critica de todos os episódios da temporada!

      • Junito Hartley

        Nao nao bebi nao, as criticas de blacklist parou no meio da temporada, as de Dragon ball, as de containment, quem deve ta bebo é tu.

    • petunia

      As vezes acontece….eles casam ou simplesmente não têm mais tempo pra fazer. Não são obrigados….

  • Ricardo

    Acho que sou um dos poucos aqui que nao viu nada de interessante nessa temporada. E a atuação de Sarah Paulson nessa finale me deu vergonha alheia de tao ruim e forçado.

    Minha opinião sobre essa temporada de forma geral é fraca e esquecivel

    • petunia

      Tb não senti todo esse amor que vejo a grande maioria falando da temporada, mas de longe foi fraca e esquecível (isso eu diria para Freak show onde muitos episódios eu assistia, literalmente, quase dormindo de tão chatos).
      Acho que o que acontece com quem não gosto muito (no meu caso por exemplo) é que sempre ficava questionando a motivação dos personagens. Na primeira parte não fazia sentido nenhum eles continuarem na casa depois de quase serem mortos e assombrados por figuras bizarras (vide homem com cabeça de porco). E na segunda onde queriam passar a impressão de reality show com câmeras em TODOS os ângulos e lugares (inclusive no sítio de plantadores de maconha sujos e desdentados), personagens fugindo da morte com celulares ligados, baterias de celulares infinitas. Sei que são detalhes que não devemos nos apegar para não perder a graça do show, mas eu não conseguia.

      • ♚ Lena

        Você já viu a série de filmes “Faces da Morte”? Tiraria muitas das suas dúvidas sobre o fascínio mórbido de algumas pessoas por filmarem as próprias mortes.

        • petunia

          Não vi. Vou procurar. Valeu!!

  • André

    Esse foi com certeza o melhor episodio de toda a série! Foi tâo foda saber o que aconteceu com a Lee,toda historia dela sem duvidas foi a melhor personagem da série junto com a Lana Winters e colocar as duas melhores personagens da série junto foi a coisa mais incrivel que essa série fez,duas rainhas.
    Quase infartei na hora que o Polk entrou e deu uma espingardada na Lana,toda a parte dele segurando a arma contra elas foi a coisa mais assustadora que a série ja fez. Emocionante o final com a Lee decidindo se tornar um espirito por amor,pois realmente mesmo com todos erros que cometeu ela amava sua filha.
    E na boa gente Lee era inocente sim! Aquela bruxa vadia tinha jogado o pó magico na cara dela.
    Só senti falta da Lady Gaga pois poxa ela interpretou a bruxa e com todo escandalo que o programa fez ninguém entervistou ela? Deu a impressâo que ela nâo ficou muito famosa nâo.
    Parabéns Roanoke voce conseguiu ser tâo incrivel quanto Asylum,mas essa definitivamente foi temporada mais survival horror por isso eu a amo um pouco mais.

  • G Factor

    Uma temporada fantástica! Ryan se superou e provou que as vezes menos é mais.
    Que o nível continue assim na 7ª temporada (façam suas apostas sobre o tema)

  • Carina Z.

    Não gostei dessa temporada. A primeira parte até que funcionou, mas depois do “twist” do meio da temporada a coisa degringolou. A salada de reality show, found footage, slasher, ghost hunters, etc, não desceu bem, muita forçação de barra. O único personagem que tinha alguma coisa que lembrou um plot nessa história toda era mesmo a Lee. O resto só estava lá para morrer, como em qualquer filme slasher. E o final da mulher que morre e fica cuidando da criança fantasma eu já vi antes, em Dark Water e Os Órfãos, por exemplo.
    Esse deve ser o problema do Ryan Murphy, ele tem muitas idéias e quer fazer tudo ao mesmo tempo agora. Às vezes funciona, outras vezes não. Para mim desde vez não funcionou….

    • Carina Z

      Outra coisa… Grandes personagens fazem falta. A Sarah Paulson sempre maravilhosa, nessa temporada não teve muito o que fazer a não ser correr e gritar….

      • Ricardo

        Eu nao aguentava mais ouvir um ”Matttttt” com aquela voz quase chorando ja

      • ♚ Lena

        Sério que você acha que Sarah quase não trabalhou nesta temporada? kkkkk

        • Carina Z.

          Trabalhar ela trabalhou. Mas o personagem era fraquinho. Primeiro fazendo a professora de yoga chatinha, e depois a atriz que também era bem mala sem alsa. Pra quem fez Billie Dean, Lana Banana, Sally, Dotty e Bette, Cordelia…. esperava um pouco mais sim. Me acostumaram mal, fazer o que. Eu sei que estou na minoria aqui, que tudo mundo amou essa temporada, e se você gostou, legal. Eu queria ter gostado também, mas não foi o caso infelizmente.

          • Walber Lima

            Nossa, a mulher fez uma personagem que fazia uma outra personagem dentro do próprio show, botou drama e até sátiras e você fala isso? rsrs

            Para mim ela arrasou como sempre, assim como Kathy Bates e a que mais amo Lily Rabe,

    • ♚ Lena

      Tá.

  • Samantha Pistor

    Primeira coisa: Trixie Mattel abrindo o episódio simplesmente gave me life. Obrigada por isso Ryan, te amarei eternamente.

    Segunda: eu gostei do final. Vamos lá gente, era impossível que o final fosse atender as expectativas de todo mundo. Se tudo fosse armação, “seria previsível”. Se tudo fosse real e ninguém contestasse, “não seria crível”. Até os minutos finais, eu não achei que estava vendo a vida da Lee após Roanoke, mas achei que o programa continuava em sua terceira temporada. Genial a sacada de abrir o episódio com o elenco, dando a sensação de que tudo foi armado. Genial a continuidade por meio da mídia, como se a lenda urbana pudesse persistir e o programa ainda estivesse passando. E genial, por fim o final, que precisou de apenas cinco minutos de onisciência para dizer que a porra era aquela mesmo e que tudo foi real.

    A sexta temporada foi incrível. Eu sou uma das fãs de Asylum, mas essa temporada me atingiu mais. Sendo bem franca, tirando o Freak Show, que eu particularmente não gostei tanto (mas gostei) por ter personagens demais e pontas soltas demais, eu amo todas as temporadas de AHS.

    Que venha a sétima temporada.

    Nota da tia: espero que com o fim iminente de Scream Queans (Ryan para mim errou feio e errou rude nessa série), espero que a Emma Roberts volte para AHS. Adoro ela. Também espero que Kathy Bates continue cadeira cativa. Amo ela desde sempre, mas a atuação dela nessa temporada foi espetacular.

    • henriquehaddefinir

      Eu adoro a primeira temporada de Scream Queens, mas essa está indefensável. Ainda rio, mas só com as piadas avulsas.

      • Fabi Alves

        Eu tb ;((( gostei e defendi tanto a primeira e dai eles vem com esse monstro do lago Ness e n deu

        • ♚ Lena

          Concordo TANTO com vocês, Henrique e Fabi. Assino aqui embaixo! kkk

      • Samantha Pistor

        Fui para uma ilha sem internet e perdi toda a discussão aqui. Uma pena. Com relação a Scream Queens, a primeira temporada foi assistível, mas a segunda credudeuspai. Não deu, e olha que eu sou o tipo de pessoa que ainda assiste The Walking Dead #corre.

        Lamentei todos os dias que a Emma tenha saído para protagonizar essa série.

    • Fabi Alves

      Amo emma e já quero de volta tb! Temporada coven com murder house já quero ela roubando o evan da taissa rsrs

    • petunia

      Sim!! Por favor, Emma em AHS de novo! Não consegui engolir Screen Queens…e olha que tentei muito, mas essa 2a temporada não ta ajudando =(

  • Marcos

    Essa foi a primeira temporada de AHS que assisti, isso iniciando apenas no 4º episódio. Mas até que gostei bastante.
    E achei esse último episódio bem inteligente.
    As cenas da Paleyfest foram fantásticas: as perguntas bobas, o ego de Andrey, o ciúmes dela, a loucura de agnes começando a aparecer.

  • Igor

    Temporada magnifica, os cinco primeiros episódios foram ótimos, do seis ao oito achei mais ou menos, o nove foi com certeza o melhor de todos e o final apesar das criticas achei bem satisfatório. A mancha negra que Hotel deixou foi lavada com uma Roanoke esplendida.

    Para possível tema eu adoraria uma American Horror Story: Conspirancy. Sobre as principais teorias da conspiração dos EuA. Seria incrível.

  • Matt

    Ué, por que essa temporada foi menor que as anteriores?

    • AMMC

      porque foi ruim

  • AMMC

    Lady Gaga fez o que nessa temporada? mal vi a pessoa na série

    • Fabi Alves

      Arrasou no episódio em que ela foi o centro ué

      • AMMC

        devo ter dormido porque só vi uma mulher com uma galinha na cabeça, meio assustadora que parecia ser ela, mas achei meio insignificante

        • petunia

          kkkkkkkkkkkkkkkkk
          Acho que dessa vez não tem Globo de Ouro pra ela.

        • Fabi Alves

          kkkkkkkk eu adorei o ep e achei ela incrível mass gosto é que nem vc já sabe o que né kkk

    • ♚ Lena

      Graças aos bons deuses fez uma micro participação! Que continue assim! Já chega o estrago que ela fez na temporada passada.

      • dilds

        O estrago de Hotel veio mais do próprio Ryan Murphy do que da atuação forçada dela.

  • Bruno

    Achei bem ruim a maquiagem da Lana. Parecia muito falsa a velhice dela.
    A peruca da Lee tbm me deu agonia.

    Achei que a Lee poderia ter dito algo sobre a semelhança da Lana com a Audrey, mas nenhuma referência a isso.

    Aquele início com todos no festival me deu uma ponta de tristeza por achar que a segunda temporada tinha sido falsa, mas só depois me liguei na data (março 2016).

    Ainda tinha esperanças que nesse último episódio a série tivesse uma abertura oficial, mas ficou só no desejo mesmo.

    Sou um grande fã de Asylum e me dói no coração dizer que achei Roanoke a melhor temporada até agora. Mesmo com essa season finale meia boca

    • alexandre12000

      Mas dentro do universo da série NÃO EXISTE semelhança entre Lana e Audrey, assim como não existia entre Elsa e Irmã Jude, Para eles os personagens, eles são pessoas totalmente diferentes. A semelhança é só para nós, pelo o fato de tratarem dos mesmos atores, óbvio. Então não tem porque a Lee mencionar isso. Isso é uma licença poética da série.

      • ♚ Lena

        Exatamente! Do contrário, a Pepper não sofreria tanto pela falta de Elsa porque teria Irmã Jude. kkkk

    • Capitã Marvel

      Ninguém achou a Sally parecida com a Billie Jean. No universo da série não tem isso, licença poética.

  • Igor Lisboa

    Olha pra começar… Queria dizer que eu amei essa temporada, foi diferente, ousada, nada como as outras, o estilo mockumentary/reality/found footage foi realmente criativo, gostei das atuações da Sarah, Lily e Kathy… A Adina foi um achado esse ano, realmente surpreendeu e se destacou, espero que ela continue e seja promovida no mundinho do Ryan.
    Agora esse episódio… A estrutura dele foi tão desnecessária, teve parte tão desnecessárias, 3 programas dentro do episódio, tornou o que era ousado e criativo, em algo maçante e sem importância. O “primeiro programa” (Crack’d) não tinha porque existir, todas aquelas informações sobre os julgamentos da Lee poderiam ter sido dadas no programa da Lana, que sim tinha que ter tido MUUUUITO mais espaço.
    Agora de resto, apesar do re-return to Roanoke, na forma de um novo programa, apesar de ter me incomodado o fato de que alguém em são consciência queria gravar naquela casa depois de tudo o que aconteceu, eu consigo aceitar e ver o objetivo daquilo ter entrado no ep.
    No mais, essa temporada foi incrível, espero que na próxima eles consigam manter o nível de criatividade.

  • alexandre12000

    Uma das melhores season finale de AHS: que não fugiu ao estilo da série de encerrar a história. Geralmente o grande clímax acontece no penúltimo epi e no ultimo é apenas a consequência de tudo, tirando a camada de horror, e apenas deixando o roteiro brincar com tudo aquilo que foi construído durante a temporada. Já entendi essa pegada da série, por tanto nem reclamo e até me divirto.
    Se a história se encerrasse após o fim da entrevista com a Lana, já estaria mais que satisfeito. Quando começou o programa de caça fantasma confesso que fiquei “Ai vai começar tudo de novo, haja paciência”. Dispensaria tranquilamente essa parte. Acredito, que seria mais interessante que toda a sequencia da Lee retornando à casa fosse toda “fora das câmeras”, não precisaria deixar isso nos minutos finais. Daria um equilíbrio melhor, sem excessos. Enfim… de qualquer forma, no geral, foi um final digno!

  • Fabi Alves

    Meu senhor pirei muito nesse ep ! Facilmente o melhor ep da série toda parabéns mim !! Foi tudo perfeito e quando acabou eu queria mais uma hora de finale !!! Que temporada maravilhosa !!

  • petunia

    Lendo a resenha e me perguntando quando vc falaria da Trixie Mattel (sim, sou uma dessas fãs bobas quando se trata de RuPaul`s Drag Race kkkkk). Mas ela ganhou uma Roanotes exclusiva pra ela….tá valendo <3<3

    • henriquehaddefinir

      Eu quase morri quando vi ela lá, rsrs

  • ♚ Lena

    A temporada “sempre foi sobre Flora… e Lee”. Não sobre Lana. Achei a minutagem adequada. Muito melhor que fizeram com a Queenie na temporada passada. Aliás, aquilo foi um horror… no pior sentido! kkkk

  • Vine

    Irônica essa Roanote nº 5, hoho.

  • Marcelo

    Melhor temporada sim, e já era desde o primeiro episódio!

  • João Carlos

    Por mais que esse episodio seja inferior ao resto da temporada eu gostei desse episodio.
    E a Roanoke aparecendo no final, só a Flora sobreviveu. Final Girl.

    É uma experiência completa assistir o episódio e depois ler suas reviews Henrique. Parabéns.

  • Ana Oak

    Sempre curti AHS desde Murder House e vou assistir até enquanto existir. Minha season favorita sempre será Hotel, achei Gaga e Bomer fenomenais, AMEI! Sarah Paulson é a rainha da porra toda mesmo, por ser uma atriz muito versátil e ironicamente odiei a hypodermic Sally. Enfim, cada um com sua opinião! Até a próxima.

  • EmersonF

    Gostei da temporada, mas esse season finale ODIEI MUITO.
    Tudo aconteceu por causa da Flora gostar de uma menina que nem a história foi contada direito? Sério? AFFFFFF
    Podiam ter feito o Polk sequestrar a Flora e levar ela pra casa, seila. Qualquer coisa menos esse final

    • ♚ Lena

      Pro final que você sugeriu já tem outro seriado: Criminal Minds. kkk

  • Capitã Marvel

    Sinto que só reclamaram desse final as pessoas que não entendem realmente a essência de AHS. Quase todas as finales foram assim. Não simplesmente continua de forma linear como um episódio comum, semper tem uma mudança de tom, uma espécie de continuação poética.

    A história principal de Murder House acaba quase toda no episódio 11, com o final sendo um episódio totalmente diferente mostrando o “futuro” e a resolução final dos personagens, de uma forma que parece estranha, mas que de certa forma parece o mais certo a se fazer. Asylum, mostra a Lana no futuro, décadas depois, com um filho adulto, algo de certa forma desconexo de todo o resto da trama em Briarcliff, Hotel, Liz se matando, os fantasmas resolvendo uma forma de ficar ali pra sempre, e uma formula parecida com Murder House de que o ciclo continua, no geral, as finales de AHS são sobre o que acontece depois do fim, e acho estranho que não tenham se acostumado com isso ainda.

    Ainda acho que só nesse ultimo, devia ter tido uma abertura rs.

    • André

      Eu gostei mais justamente dos finais de Roanoke,Asylum e Freak Show pois foram os mais poéticos!
      Os de Hotel,Coven e Murder House achei mais ou menos

  • Paola Di Castro

    Eu achei meio.. frustrante. Tanto impacto nas promos pra ter o que? 30 segundos de Lana banana? O final ficou muito embaralhado, corte pra eles achando a casa, corte pra Lee no tribubal, corte pra Lee sendo absolvida, corte pra Lee no tribunal de novo e assim em diante. A história da Flora e o que aconteceu ficou muito no ar, fora do contexto, assim como a razão de Lee ter voltado a casa, Flora some e ninguém da conta? E como ela foi parar la? Só acho que misturaram elementos demais em um unico ep tentando fechar todas as arestas. Se fosse apenas a quase redenção da Lee(melhor personagem EVER) teria sido ótimo.

  • Walber Lima

    Particularmente gostei do final, podendo falar que essa temporada é tão boa ou melhor como Asylum (precisaria rever pq tem mt coisa que esqueci ja). Saí bem satisfeito com a temporada, e isso foi ótimo depois do fiasco que achei Hotel.

    Pontos Negativos: Mt estranho terem exibido em rede nacional toda a segunda temporada, com todo mundo morrendo e queria ver mais da reação do povo sobre ele, já que morreram todos atores de um programa/realiy, de forma misteriosa, seria algo beeeeeeeeeeemmmmm escandaloso se acontecesse no mundo real. Achei o final de Lee meio boring, e sempre acho que criança atrapalha em filme/série de terror/horror, toda a historia de Flora, e seus pensamentos e motivações foram o que me incomodaram no show.

    A presença de Lana foi só um fanservice, fiquei indiferente mas feliz por ela ter sobrevivido como sempre rsrs

    Por fim, a temporada foi espetacular, fechou bem, adorei toda a critica a mídia e aos fãs bestas, adorei a primeira cena da finale, essa crítica é a cara de Ryan e Brad total. Seria bem interessante ver a reação do publico quanto a exibição. E só nao concordo com a review qnd fala que tudo que vimos do Lee foi o msm do publico no reality, mt coisa não foi ….
    Adorei principalmente o destaque a essa atriz que só conhecia de True Blood.

  • dilds

    ja eh tradição AHS contradizer toda sua mitologia, de forma com que torna momentos chaves (nesse caso, o big finale) difíceis de se engolir.

    A Lee logo depois de morta apareceu como fantasminha camarada, nos moldes de MH e Hotel, por que o mesmo nao aconteceu com os demais mortos da Lua de Sangue? Por que a alma inquieta da Agnes não se juntou aos colonos pra ajudar no massacre?

    Eu tava relevando os atores mortos durante a Lua de Sangue não reaparecerem, afinal, foi uma maldição da bruxa e poderia funcionar diferente as regras, mas…

    O Ryan Murphy quis fazer uma temporada onde as mortes são pra valer, como ele mesmo disse, numa mitologia onde isso não e exatamente possível. hehehehe parabéns pra ele. Roanoke termina inovando, mas mantendo a maior tradição da serie: ser mais furada que peneira.

    …Ou teria o coração de porco que a Lee comeu algo a ver com isso? Cabe aos fãs de AHS elaborarem suas teorias tapa-buraco agora.

    Mas entre mortos e feridos, literalmente, Roanoke foi bem divertida e bem feita, muito superior as 3 anteriores. Com certeza, a narrativa focada e a menor preocupação de fazer fã-service foram os ingredientes que mais contribuíram pra isso.

    Nao sei bem o que penso da esquizofrenia metalinguística que foi mostrar 4 programas diferentes dentro do mesmo episodio. Talvez fosse melhor usar a narrativa tradicional dos últimos minutos no ep inteiro, mas…enfim.

    Foi muito engraçado ver os cinegrafistas da Lana gravando meticulosamente todo o embate com o ultimo Polk, pra só depois o programa sair do ar hahaha. Ou o fato de que 3 horas de vídeo snuff foram ao ar (!) como um programa normal, e ainda assim, tinham pessoas se perguntando se o que aconteceu foi real (com cadáveres bem palpáveis como prova).

    O problema desse formato, e que as vezes fica difícil se ajustar a conveniências narrativas de forma convincente. Mas, como eu penso sobre Coven: fica bom se você não levar a serio.

    • dilds

      PS: o melhor episodio continua sendo o dirigido pela Angela. Se depois de Marie Laveau ela so ganha personagens fillers, que pelo menos arrase na direçao.

  • Marco A

    Estava indo muito bem, mas essa finale foi decepcionante, é como se tivesse colocado 4 episódios em um só. Tudo muito corrido e porque não dizer, bobo.
    Tá ruim de superarem Asylum hein…

  • yuji kuroda

    Eu amo AHS, ela é toda única em seu formato, e em todas as temporadas anteriores sempre senti que, apesar de tudo, a série finalizava com um saldo super positivo.

    Então…nessa 6 temporada, pouca coisa funcionou pra mim, as atuações estavam ótimas como sempre, a ideia toda foi inteligente e ousada, mas senti que a execução como um todo deixou a desejar. Não consegui comprar as motivações dos personagens, ou seja, eles nunca me pareciam “reais”, suas atitudes também não ajudavam nem um pouco :/. O final achei uma bagunça enorme, com diversas coisas acontecendo, um apelo para a 2 temporada (é de se pensar que até o show considera a 2 como uma das melhores temporadas, por sempre procurarem linkar personagens dela/nela), e não consegui sentir nenhuma empatia pela Lee ou por qualquer outro personagem.

    É isso, me baseio apenas na minha opinião aqui. Enfim, aguardarei a próxima temporada.

  • Luke

    Ótima review, eu por favor, agradeceria se me esclarecesse uma coisa, Henrique.

    Atenção, pessoas sensíveis à SPOILER, caso não tenham assistido as seis temporadas (e eu nem assisti a primeira e à quinta) NÃO LEIAM esse comentário. Estão avisados, não tenho paciência com choro.

    Então, eu pensei em umas coisas e ‘tava bem curioso quanto a algumas coisas. Todas as temporadas se passam em um mesmo universo, não é? Porque, vamos para para pensa, por parte:

    * Tivemos crossovers entre a segunda e a quarta, em Freak Show, e entre a segunda e a sexta, em Roanoke. Sendo assim, creio ue a quarta e a sexta também dividam o universo.
    * Crosover entre a primeira, terceira e quinta em Hotel, além do futuro crossover Murder House/Coven.

    Acontece que uma coisa me chamou a atenção: a Bruxa da floresta é a primeira suprema, então, sem dúvidas, Coven e Roanoke dividem o universo. Sendo assim, Roanoke também divide seu universo com Hotel e Murder House, o que significa que todas as temporadas se passam em um mesmo universo/linha cronológica.

    Até aqui foi só pra dar sentido à dúvida: se eles dividem universo, isso significa que Cordelia contou ao mundo sobre as bruxas, não? Se sim, porque toda essa descrença quanto aos fantasma de Roanoke, por parte do mundo exterior? Eu sei que são detalhes, mas eu fiquei coçando a orelha por isso desde que Murphy falou sobre a primeira Suprema.

    • ♚ Lena

      Cordélia pode ter contado sobre o universo das bruxas, mas algumas pessoas podem colocar em dúvida. Da mesma forma, os sobreviventes (Lee, seu irmão e sua cunhada) disseram a verdade sobre o que passaram e tentaram prevenir novos massacres, porém não conseguiram.

    • henriquehaddefinir

      Luke, imagina que você tá sentado em casa vendo TV e uma mulher aparece num programa de TV dizendo ser a Suprema de um clã de Bruxas modernas. Cê acha que ela vai ser tão levada a sério assim? Além disso, mulheres que se denominam Bruxas temos até hoje e as pessoas comuns que viram a entrevista de Cordélia não presenciaram os fenômenos. Então, acaba tudo ficando no campo do “somos cultuadoras das forças da natureza”.

  • Diego Rocha

    Melhor temporada depois de Asylum, lidem com isso.

  • João

    1 ASYLUM ( não adianta, foi a mais insana)
    2 Murder House ( clássica, indispensável, amor a primeira vista)
    3 Freak Show ( maior audiência da série, pode parecer meio deslocada pra alguns mas na verdade foi icônica em todos os sentidos, aceitem)
    4 Roanoke ( enredo incrível, tinha tudo pra estar lá em terceiro lugar, faltou aquele humor e alguns capítulos foram um pouco exagerados).
    5 Hotel ( Jessica Lange fora e o pessoal não tava acostumado, a temporada mais claustrofóbica, bons personagens, zzzZz amores da Condessa, o enredo não empolgou muito, infelizmente)
    6 Coven ( personagens brilhantes, locação ótima mas faltou limite pra essa temporada, não teve um grande clímax, pode ter sido icônica em alguns aspectos mas a história por fim deixou MUITO a desejar

    Tchau bjs