Agents of S.H.I.E.L.D. 4×02: Meet the New Boss

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Muito papo, pouca ação, mas muita qualidade em Agents of S.H.I.E.L.D.

Meet the New Boss é o típico episódio exibido após um piloto. Lento, cheio de exposição e muito desenvolvimento de relações entre o elenco, a principal função dele é a de situar o telespectador no período atual que cada membro daquela equipe se encontra. Só que estamos falando do segundo episódio da quarta temporada de uma série, e não do segundo de uma recém-estreada produção. Como mencionado na review anterior, este é um dos grandes problemas quando analisamos o maior trunfo de Agents, sua capacidade de sempre apresentar algo novo, anualmente.

Para criar algo novo é preciso ser ousado, é necessário ir além e romper algumas barreiras. Só que também é mandatório tirar o pé do acelerador e posicionar claramente o que está acontecendo atualmente, para não terminar injustificável e confusa. Este segundo episódio serve exatamente para isso, utilizando a imagem do novo diretor e as contínuas consequências de Guerra Civil para explicar exatamente onde estamos e possivelmente para onde vamos.

Coulson é um homem de sacrifícios, mesmo que alguns deles tenham surgido pela força da situação e não por seu desejo. Enfrentar Loki foi um sacrifício pensado, perder a mão não. Abrir mão do controle da S.H.I.E.L.D. encaixa na primeira opção, algo que está cobrando dele e da equipe um preço altíssimo. Ao decidir sair do cargo Coulson fez a coisa certa. Tudo o que a agência precisava após seus dois anos agindo “clandestinamente”, era de uma renovação. Uma renovação e união que somente um homem burocrático como o Jeffrey poderia oferecer, um novo rosto adorado por políticos.

Reuniões, tour para agradar possíveis investimentos do governo, decisões e compartimentalização, nenhum destes pontos foi explorado pelo antigo diretor, afinal, a agência não mais existia e operava com uma missão bem pessoal, parar a Hydra e descobrir o que estava acontecendo com Coulson após sua ressurreição. Só que o mundo continuou girando e os inumanos surgiram, assim como a cisão de heróis da Guerra Civil e os Acordos de Sokovia. E para um bravo novo mundo é preciso um rosto inofensivo e bem tedioso. E Meet the new Boss entregou exatamente todas as justificativas para a mudança, além de um pequeno e satisfatório twist a respeito da inumanidade do diretor.

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O que a série fez durante este episódio e em relação a presença de elementos ainda inexplicáveis através da lógica, foi nos fazer lembrar de uma frase específica pronunciada por Thor, em que magia é apenas um tipo de ciência ainda misteriosa. De fato, muito do que hoje explicamos como ciência no passado foi visto como algo, no mínimo, místico – ou atribuído a alguma divindade. E será sim muito divertido acompanhar Fitz e Simmons procurando diversas explicações e desenvolvendo inúmeras teorias para justificar a presença de fantasmas e magia. Nós como telespectadores sabemos que a Marvel está adentrando no terreno do místico, só que tanto nós, quanto eles (personagens), ainda estamos conhecendo este novo terreno e as oportunidades são infinitas. É aquele tipo de benefício que somente quem acompanha a série tem, diferente daqueles que optam por apenas assistir aos filmes. Nossa compreensão desse mundo, neste universo unificado, é muito maior.

Também é interessante notar como funcionam as particularidades de cada personagem ao ser confrontado pelo desconhecido. Enquanto Fitz e Simmons procuram compreender a misteriosa tecnologia, Mack pergunta se aqueles não seriam fantasmas, o que é recebido como ‘uma teoria’ pelo casal cientista. Em um episódio mais lento e cheio de diálogos como Meet the new Boss, é essencial ter o máximo possível de interações válidas entre os personagens, do tipo que Agents sabe como fazer e diversificar.

Já estamos bem acostumados com a dinâmica entre Mack e ‘Turbo’, mas não tem como não se divertir com os dois juntos, lidando com fantasmas e a presença do Ghost Rider. Além deles, o episódio também foi direcionado para oferecer algumas novas saídas para uma personagem que até então sempre agiu de maneira bem uniforme, Melinda May. Vê-la completamente fragilizada foi um golpe severo para Coulson, que permanece lutando para conseguir ter pelo menos um pouco da vida que teve enquanto diretor, através do relacionamento com seus amigos. Novamente é um assunto que só veremos se desdobrar mais na frente, mas definitivamente cheio de potencial.

É sempre muito bom quando os roteiristas também percebem em que aspecto cada ator e atriz do elenco se destaca. Chloe Bennet sempre entrega boas cenas quando não está sendo forçada a sentir extremos, ou a agir em determinadas situações de descontrole emocional. Drew Z. Greenberg soube muito bem dosar os diálogos sem deixar o episódio extremamente carregado, ou forçado. O que este novo horário permite vai além de algo mais sombrio, e tem toda relação com o tipo de diálogo a ser desenvolvido, muito mais maduro e bem menos bobo, apesar de não imune a comédia e sarcasmo.

Meet the new Boss é um capítulo com poucas cenas de ação memoráveis, sendo o pulo da Daisy e a pequena cena no carro de Robbie o único momento de alta adrenalina. Contudo, mesmo com um ritmo menos acelerado, o episódio conseguiu utilizar o diálogo como base de desenvolvimento emocional para a própria agência e a situação atual de Coulson e seu antigo time. Entre um novo chefe e o crescimento de uma temática sobrenatural, a proposta foi a de mostrar que não existe mais uma união e que será necessário, primeiro, reconstruir o que foi separado antes de qualquer coisa, independente da burocracia por trás dessa atitude.

Easter eggs e outras informações

– Foi de partir o coração ouvir o Coulson dizer que muitos dos feitos de Peggy Carter nunca foram registrados. Um cancelamento que ainda me causa dor e desconforto.

– Outra coisa que também me destruiu foi o diálogo entre Mack, Daisy e Fitz, assim como a constatação de que YoYo estava trabalhando para os dois lados. Para o Mack, um cara que sobreviveu o surgimento da Hydra dentro da S.H.I.E.L.D. e perdeu amigos por causa de agentes duplos, não foi nada fácil receber o baque, e transpareceu.

– Uma coisa muito interessante aconteceu neste episódio e tem relação com o tio de Robbie Reyes. O homem não chegou a ganhar um nome, mas sua influência na vida do Ghost Rider é bem grande nas histórias em quadrinhos e aparentemente na televisão também. Lá na nona arte o tio de Robbie, Eli, foi um satanista, que futuramente se tornou o espírito de vingança que possuiu Robbie e o transformou em Ghost Rider.

– Na série os espíritos estavam sempre fazendo referência a um ‘Ele’, alguém que teria envolvimento direto na morte daqueles indivíduos. Imagino que esta pessoa seja o tio de Robbie, algo que o conectaria a sua contraparte nos quadrinhos ao explicar a presença de outro nome, o livro Darkhold.

– Darkhold é um diário escrito Chthon, um Deus Antigo da Marvel. Também conhecido como os Pergaminhos de Chthon, Livro Shiatra dos Amaldiçoados e o Livro dos Pecados, o objeto é uma coletânea de feitiços e feitos da poderosa entidade. Mephisto já teve contato com o livro e também já o mencionaram como possível personagem a receber uma versão em Agents of S.H.I.E.L.D.

– Um ponto muito interessante é que o Darkhold foi utilizado para criar o primeiro vampiro do mundo, Varnae. Há um tempo Wesley Snipes deu algumas entrevistas falando que a Marvel estava interessada em voltar a trabalhar com Blade e ele estaria envolvido, algo que ele voltou a fazer recentemente. Bom, a Casa das Ideias anunciou o cancelamento de uma série em quadrinhos que seria estrelada pela filha do vampiro. Boatos anunciaram que o cancelamento estava envolvido com o fato de que existem planos para trazer Blade, e não sua filha, de volta para o holofote.

– O novo diretor da S.H.I.E.L.D. atende pelo nome Jeffrey e também foi mencionado como o novo e necessário rosto após a queda do Capitão América em Guerra Civil. Uma das informações liberadas pelos produtores da série a respeito do novo diretor da agência era que ele estaria conectado ao começo da Marvel, lá nos anos 40. Bom, nos quadrinhos Jeffrey Mace foi um jornalista que se inspirou nos feitos do Capitão América e adotou o codinome Patriota.

– Jason O’Mara ator que está interpretando o novo diretor da S.H.I.E.L.D. é a voz do Batman em várias animações recentes da DC Comics.

  • Junito Hartley

    Achei o episodio legal, mas a Dayse pra mim ja saturou, essa insistência dela em ficar atras do ghost rider foi muito forçado, a mina ta chata de mais! Deviam dar um sumiço nela.

    • Acho que não chega a ter filme do Blade com o Snipes, Junito. Se decidirem reviver o personagem ele deverá aparecer como outro personagem, em alguma participação especial. A Marvel não é de fazer referência a personagens de filmes seus que não fazem parte do MCU, e Snipes já tem 54 anos hahahaa

  • carla machado

    Me surpreendi de quanto eu gostei deste episódio. Achei que este lance místico fosse me desagradar, mas até que fluiu bem.
    Definitivamente pra mim , o clímax foi o diálogo entre Mack, Daisy e Fitz!
    Gostei do Diretor.
    E gente…como eu gosto do Coulson… Não sei porquê… Mas como eu gosto dele.

    • Não tem como não gostar do Coulson, ele é tipo filhote de cachorro KKKKKKK

    • Alex DAvila

      Pra mim o ator que faz o Coulson mereceria premiações pq ele eh mto mto bom!!! tb gosto mto do personagem!!!

  • Jackson Douglas

    Adorei o novo diretor, ja me conquistou, se o trabalho dele é esse ,está bem feito!

  • Luciano

    Que episódio maravilhoso. O texto de MAoS é muito bom, os diálogos são excelentes, não senti falta da ação em nenhum momento. Pensei que não gostaria desse tal novo diretor mas ele desempenhou o seu papel muito bem, é extremamente cativante a forma como ele fala e se comporta, e mesmo que ele seja um FDP como foi com o Coulson no fim do episódio ainda não tem como não admirar o sujeito. Bacana quando fazem isso com os personagens.

    Acho incrível a facilidade da série de criar laços entre os personagens. Enquanto a maioria tenta sempre vincular os laços com um personagem principal, Shield por não ter um personagem tão central acaba fazendo rodízio e os personagens vivem interagindo entre si, e essas interações são sempre bem abordadas, todos os personagens crescem.

    PS: Uma um detalhe que eu adorei nesse episódio foi a trilha sonora. Não sei se é o tema do Ghost Rider ou não, mas aquela trilha que toca no começo do episódio quando ela tá saindo de casa é incrível. Me lembrou muito da trilha do filme Sicario.

    • Marvel nunca foi muito forte no quesito trilha sonora, com exceção de Guardiões da Galáxia e Luke Cage, tudo é sempre bem genérico, mas também percebi esse tom. Vamos ver se eles continuam usando.

  • Gabriel

    Gostei que deixaram a alcunha do novo diretor já estabelecida com aquele quadro contendo o obelisco de Washington sem precisar que alguém o chamasse de Patriota. Sem falar que foi uma excelente ideia torná-lo um inumano. Assim estabelece um vínculo ainda mais forte entre a agência e esta raça além de dar uma solução para os problemas apresentados pela ‎Jiaying na segunda temporada.

    Achei interessante que esta temporada não ignorará completamente o tio satanista do Robbie. Provavelmente ele era a pessoa que os fantasmas queriam matar e que possuía o livro que buscavam. Deve ter tentado fazer um acordo com Mephisto usando Gabe como sacrifício e Robbie fez um outro acordo para recuperar o irmão. É possível que ele seja o grande vilão desta primeira metade da temporada ao invés de Mephisto. Talvez se aproveitem dele se fundindo ao Robbie nos quadrinhos para criar o Motorista Fantasma e o façam se unindo a outra pessoa na série para criar uma ameaça a altura de Zarathos.

    E que cena excelente do Mack e Fitz dando um sermão na Skye. As duas pessoas que ela tentou matar na última temporada mostrando o quanto se importavam com ela e que aquilo que mais os aborrecia era que ela os tenha abandonado.

    • Belas colocações, Gabriel.

    • Douglas Damacena

      baita sacada,grande chance da origem do Robbie ser essa mesmo, um pacto pra salvar o irmão mais novo.

  • André

    Interessante essa informacao de um possivel retorno do Blade, vamo ver no que dá.

    Achei que vcs iam dar mais atencao ao que o Fitz disse sobre Daisy, pq krl, ele falou exatamente o que eu estava pensando na hora. A Daisy ta chata demais nesse negocio de querer se punir, coisa e tal, tomara que essa fala do Fitz faça ela começar a pensar nisso.

    • Foi muita coisa para cobrir, acabei deixando de lado mesmo, André.

  • AlexSanders

    Fiquei em dúvida se o novo diretor é um inumano ou se é um experimento do tipo que fizeram com o capitão América…

    • Gabriel

      Ele diz que prefere ser chamado de inumano na cena da luta contra a May.

    • Deu a entender que é inumano, Alex.

  • Erick Souza

    Gente, não creio que ngm tenha percebido a clara referência, aliás, foi um tapa na cara, uma homenagem a Supernatural na abertura do episódio, ngm acompanha Supernatural não? Eu pulei quando vi, até o logo foi inspirado.. Palmas para a ideia, extremamente bacana!

  • Danilo Zanon

    Gostei do episódio.
    Uma pena essa fase mais madura estar na TV aberta. Seria ideal a partir dessa temporada migrar para a Netflix e juntar com as outras séries. Espero que não demore a ‘começar pra valer’.
    A Daisy já tá enchendo…
    O diretor pareceu uma boa inclusão.
    Agora a atuação da ‘May’ foi espetacular. Aquela cena no final dela foi de dar medo. Muito bom!

    • Gabriel

      A Netflix nunca priorizou efeitos especiais em suas séries e eles seriam imprescindíveis em Agents of SHIELD. Não daria certo por lá.

      E não vejo o problema que algumas pessoas tem com a Skye. Que parte desta temporada seria sobre ela superando a sua culpa já dava para prever desde o final da última temporada.

      • Danilo Zanon

        Gabriel, você acha que não daria certo na Netflix né… Afinal não é porque ela não fez que não daria certo. É uma suposição. Afinal quase eu sua totalidade de investimentos a Netflix acertou. E se a Marvel quisesse e apoiasse acho que poderia dar certo sim.

        Agora o que é certo é que em TV aberta tramas adultas não costumam funcionar… É só ver a audiência do 2º episódio… Se seguir o rumo das outras temporadas, ela vai terminar com 0,5 na demo… Ainda mais nesse horário. Ainda mais com 22 episódios…

        Sobre a Dayse (na minha opinião) o que enche é o fato dela estar sempre em ‘dilemas’. Já foi com seus poderes, com o Ward, com o pai, com a mãe, com o namorado, com a Shield agora… Sempre tem um dilema. Tem gente que não liga. Mas prefiro personagens como o Coulson, a May ou o Mack. Que tenham decisão. Certos ou errados…

    • Criamos um padrão muito alto para as produções da Marvel Netflix, Danilo, mas acho que Agents of S.H.I.E.L.D. está no lugar certo com a ABC. O novo horário permite um tipo de abordagem similar a da Netflix, com uma classificação indicativa mais madura, mas dentro do padrão, até porque, nem lá ela é rated R.

      • Danilo Zanon

        Diego, espero de verdade que você esteja com a razão. Pois acredito que se for uma temporada mais lenta (como está sendo e sei que é necessário de início), adulta e até mística não sei se a audiência vai se segurar.

        Esse episódio já fechou com 0,9 na demo. Foi uma queda de 30% em relação ao primeiro. Se isso continuar será difícil uma renovação…

    • Flavio Batista

      Daisy ta um pe no saco mesmo. Adorei qdo o Ghost Rider deu uma porrada nela com o escapamento e quebrou o braço. Patcha mina chata.
      Ela era minha personagem favorita ate a 2a. temporada. Depois foi ficando cada vez mais chata

    • Douglas Damacena

      Eu ja havia dito isso no episodio anterior kkk a Sky ta insuportável demais,mas até que foi de boas nesse.

  • Kelly

    Super decepcionada. Estava querendo acreditar que havia uma explicação científica para os fantasmas e tudo isso. Mas se é realmente algo mistico, é algo que eu não quero ver e paro por aqui.

    • Gabriel

      Se tivesse explicação científica para os fantasmas seria a maior burrada que esta série já fez. Podem até criar um mecanismo que os capture mas a origem deles precisa ser mística. Seria o mesmo que transformar o Motorista Fantasma num inumano ou experimento secreto do governo. Poderia ser feito mas estaria desperdiçando uma parte muito importante do universo Marvel.

      • Kelly

        Entendo completamente. Mas disse que é uma pena porque é algo que não me interessa ver.

    • Compreendo sua insatisfação, Kelly, mas ainda está muito cedo e precoce para saber exatamente como a Marvel irá lidar com esse lado místico. Ainda é o começo, talvez não seja como eu penso e coloquei na review. Desiste ainda não, espera pelo menos o mid-season finale.

  • Flavio Batista

    Diego, vc nao ta achando esse diretor muito bonzinho nao? ou ele sera aquele cara bonzinho q morre no fim da temporada?
    Sei q ele é inspirado no Patriota, mas em AoS, ninguem é o q parece ser.
    E a cara de “Oh, stop you…” do Coulson, enquanto era elogiado pelo novo Diretor no tour? chorei de rir https://uploads.disquscdn.com/images/94b295632ea9d36d5ab78277bbfc57a68eb14df78c06ade756650bba7d680018.png

    • Eu não confio em nenhum novato, para ser honesto. HAHAHAHAHA mas não sei se colocariam um diretor sacana depois de terem queimado a trama da Hydra e pessoas infiltradas. Acho que no caso dele serão só conflitos mesmo.

      • Flavio Batista

        Entao velho… mas nem conflito ta tendo… ele ta sendo super de boa com o Coulson. Ate disse q releva q ele perde a linha qdo tem a May ou Daisy envolvidas. Sei la
        Ta me parecendo aquele bonzinho, q a gente fica desconfiando, dai ele mostra q é bonzinho mesmo e acaba morrendo. Sei la

        • É uma possibilidade, mas ele já começou a entrar em conflito com o Coulson, quando o barrou de acompanhar a May ou de saber o local para onde ela foi transferida. Mas acho que vão fazer esse tipo de confronto, algo mais burocrático.

          • Flavio Batista

            nao tinha me ligado nisso. no geral, gostei dele. Acho q é o q mais me assusta haha

  • Flavio Batista

    Diego, esqueci de te perguntar uma coisa: qual o seu personagem favorito na serie?

    • Que difícil. Eu gosto bastante de todo o elenco, mas na série mesmo eu tenho uma paixão especial pela Daisy.

      • Flavio Batista

        Era a minha tambem. Mas ela ta chatinha demais, velho.
        O meu personagem preferido é o Fitz. Acho ele o personagem q mais cresceu de todos.
        Ele era o mais comum (apesar de genial) e conseguiu romper varias barreiras pelo amor q tem pela Jemma. E aquela paulada q ele deu na Daisy foi coisa linda de ver/ouvir.
        Só nao gostei desse lance de esconder a Aida da Simmons, vai dar m… isso

  • Matheus

    MAOS consegue se renovar sem soar cansativo, mesmo com eps mais “calmos” a série se sobressai e mantém o nível, espero muitas surpresas ainda nesse novo ciclo e é claro plots twist que só essa série sabe fazer…

    • Exatamente! A capacidade de renovação da série é muito grande.

  • Letícia Menezes

    Mal conheço o Diretor e já odeio haha
    Acho que ele será o cara que impedirá várias missões para o team com sua burocracia e cara de bom moço. Isso não quer dizer que ele seja traíra, mas espero que trabalhem bem estes momentos para não soarem cansativos e repetitivos.

    • Eu não odeio, mas também não gosto, ou desgosto, sei lá kkkkkkk

  • Douglas Damacena

    Confesso que gostei muito mais desse segundo episodio do que do primeiro,o dialogo,a apresentação do novo diretor,que achei muito bom diga-se de passagem,a muito tempo a palavra de Coulson era lei,não mais,assim sendo legal ver o seu lado emocional e ponto fraco sendo a may,sem poder fazer nada alem de cumprir ordens,as cenas suaves da Sky e o “batepapo” com o ghost pilot sem aquela coisa forçada do ep. anterior,e a cena mais legal pra mim sendo o Fitz falando umas verdades pra Sky na cara dela e por fim a introdução do misticismo a 1 mês da estreia de Doutor estranho,ótima Review e muito interessante os easter Eggs e outras informações,continue assim.

    P.S.: esqueceu de mencionar a Melinda derrubando geral,e o Novo Diretor mostrando quem manda,essa cena foi muito boa kkk

  • Fábio Santos

    “Foi de partir o coração ouvir o Coulson dizer que muitos dos feitos de
    Peggy Carter nunca foram registrados. Um cancelamento que ainda me causa
    dor e desconforto.”
    FATO!!!