Os 13 Melhores Episódios de Horror do Ano

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Nada melhor para fechar o projeto #MêsDoHorror aqui no Série Maníacos do que um ranking, não? Pensando nisso, decidi elencar os melhores episódios do gênero explorado por aqui em outubro. Como é muito difícil separar horror, mistério e crime — e colocar “elemento sobrenatural” excluiria séries importantes ao gênero —, decidi estabelecer algumas regras para séries que teriam ou não episódios elegíveis ao TOP.

REGRAS:

É elegível qualquer episódio que foi ao ar entre 01/10/2015 e 30/09/2016, o que justifica o nome do TOP. A data válida é sempre a de transmissão de acordo com a emissora original, no país original. Se um episódio for adiantado, indo ao ar na internet, vazado, etc, mas a data oficial de sua transmissão for mantida, ainda assim, será considerada esta. Apenas um episódio por série. De cada série será considerado o episódio que mais se aproximar do ideal do ranking, mesmo que haja algum melhor no período de recorte. Para comparar as séries, foi definido uma forma de pontuação, com a nota máxima de 40 (pontos, 3 bônus) em critérios que investigaram desde o lado mais técnico aos aspectos de horror/mistério/fantasia.

Série que tenha qualquer elemento de sobrenatural e horror já se torna elegível. Série de crime/mistério se torna elegível se sua temporada girar em torno de um mistério único e este for solucionado em seu final. Sendo assim, o que se analisa no momento de classificar a sério ou não ao TOP é seu foco. Séries que mantenham foco no drama desenvolvido a partir da morte e nas consequências, e não em responder as perguntas “quem”, “por quê?” e “como” não serão consideradas. Maiores exemplos: How To Get Away… e The Night Of. Séries procedurais-um-crime-por-semana não serão consideradas também. Séries que sigam essa fórmula, mas tenham elementos sobrenaturais na composição de seus casos são, entretanto, como Supernatural.

Séries tecnicamente de ficção científica e fantasia podem ser classificadas dependendo do modo como se desenvolverem. Caso a história dialogue com horror de alguma forma, a série se torna elegível: Doctor Who e Black Mirror são os melhores exemplos. Qualquer série, mesmo drama ou comédia, pode eleger um episódio ao ranking contanto que siga as demais regras. A série precisa ser ficcional. Ou seja, documentários e biografias não são elegíveis — a ótima Zé do Caixão, por exemplo, está fora. Séries sobre desaparecimento não são consideradas. Episódios duplos e divididos em mais de uma parte podem ou não ser considerados juntos de acordo com a idealização dos produtores da série e se forem escritos pelas mesmas pessoas.

Animes não foram considerados simplesmente porque, honestamente, não assisti a um número suficiente para elencar os melhores do gênero. Próximo ano há a possibilidade de eles entrarem.

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Esse ano foram mais de 400 episódios elegíveis e que atendiam a todos os critérios. Depois das regras estabelecidas e de tanto deliberar com 28 episódios finalistas, o TOP 13 é:

13BrainDead 01×01: “The Insanity Principle: How Extremism in Politics Is Threatening Democracy in the 21st Century” (13/06/2016)

Escrito por: Robert King & Michelle King    Dirigido por: Robert King

BrainDead é uma completa mistura que às vezes se torna bagunça, mas é uma mistura que funciona. Não poderia ser muito diferente quando reparamos em quem criou, escreveu e dirigiu a série. A partir do primeiro episódio já percebemos aonde a produção quer chegar e por que utilizou de um argumento tão absurdo para construir sua narrativa. Ela se afirma poderosa e debochada dentro dos debates políticos que mesmo aqui no Brasil estão ganhando ares extremistas ao ponto de realmente acharmos que as pessoas estão sendo vítimas de insetos comedores de cérebro.

Fora a importância que BrainDead tem de jogar no ventilador as merdas proferidas em entrevistas pelos candidatos à presidência de seu país de origem, ela investe em um trash refinado demais, mas bem feito. É o horror acontecendo nos lugares mais inusitados e celebrado até por produtores celebrados pelo drama. Temos um episódio dinâmico, personagens carismáticos desde sua primeira aparição, cenas nojentas e cabeças explodindo… É uma história de horror sendo contada na estrutura de The Good Wife: não dá para ter um molde mais elegante.

12Supernatural 11×04: “Baby” (28/10/2015)

Escrito por: Robbie Thompson / Dirigido por: Thomas J. Wright

Supernatural tem um papel fundamental na forma como o horror é retratado atualmente na televisão. O sucesso da série, e que dura até hoje, foi capaz de abrir portas para diversas outras séries e criadores que gostariam de falar sobre os temas que ela aborda. Sendo assim, seria necessário lhe deixar um dos lugares desse ranking reservado. O roteiro de Robbie facilita muito a tarefa e entrega um episódio criativo, divertido e, de certa forma, despretensioso, por mais que pareça ousado demais em teoria.

O formato do episódio, além de homenagear um objeto tão presente na vida dos protagonistas e no imaginário dos fãs, ainda revigora uma temporada divertida de uma série que todos esperam que termine logo. Certo é que outros episódios poderiam estar aqui, afinal, a décima primeira foi muito divertida de acompanhar, mas o carinho desenvolvido pelos quarenta minutos de Baby é o suficiente para consagrá-lo como a minha grande lembrança da temporada.

11Preacher 01×01: “Pilot” (22/05/2016)

Escritor por: Seth Rogen & Evan Goldberg & Sam Catlin (história), Sam Catlin (roteiro) / Dirigido por: Seth Rogen & Evan Goldberg

Preacher é outra série que passeia por diversos gêneros e, tal como as anteriores, utiliza muito da comédia para estabelecer sua história. O primeiro episódio tem uma linguagem que não se repete nos outros, não só nas cenas de ação inacreditáveis, mas na transição de cenas feita no modo mais cinematográfico possível — linguagem que às vezes chega muito bem e contribui muito bem à televisão.

Mesmo tendo muitos finais, e sendo um episódio longo e que poderia ser encurtado aqui ou ali, o Piloto faz um bom papel de introdução à história, principalmente no que diz respeito aos personagens secundários — cada um tem uma cena de se impressionar, seja no céu ou na terra. Nenhuma delas pode ser considerada para elencar melhor o episódio nesse ranking, mas o final, quando um filho resolve abrir seu coração à mãe, mostra que o horror é parte essencial de Preacher.

10Doctor Who 09×09: “Sleep No More” (14/11/2015)

Escrito por: Mark Gatiss / Dirigido por: Justin Molotnikov

Esbarrei em Mark Gatiss esse ano quando assisti ao documentário da BBC sobre a história do horror no cinema. Ele entende muito do assunto, percebemos, além de ser apaixonado pelo gênero. Entre as viagens do  Doctor, esbarramos em uma equipe que não é acostumada a dormir. O tempo de repouso deles é, no máximo, cinco minutos. Foi criado uma máquina para isso, que economiza o tempo que se gasta em sonhos. O que acontece, entretanto, é que um monstro é criado a partir da poeira dos olhos das pessoas.

Dá para cavar uma crítica social no roteiro do episódio ou dá para apenas se divertir com a forma como ele é feito. O foco vai mudando de acordo com as imagens nas câmeras de cada passageiro da espaçonave, dando um ritmo dinâmico à edição. Não só há momentos bizarros presentes, como o humor do Doutor e o carisma de Clara, quando ele ameaça se tornar intragável por nós.

9Trapped / Ófærð 01×10: “Episode 10” (28/02/2016)

Escrito por: Sigurjón Kjartansson e Clive Bradley / Dirigido por: Baltasar Kormákur

Como eu mencionei em meu texto sobre a série por aqui, Trapped é uma série que não se enfeita e seu desfecho, nesse décimo episódio, é a prova disso. É no decorrer dele que percebemos o quanto o enredo foi elaborado e a necessidade do foco dado a certas questões que achávamos que não tinham importância. As novas descobertas chegam para acompanhar as anteriores, quando Andri, nosso protagonista, viveu o dilema de ir contra alguém que era muito próximo de si e que deveria assumir a culpa por um dos acidentes da cidade.

O décimo episódio da temporada de estreia de Trapped está aqui, acima de tudo, por saber concluir sua história com a mesma grandeza utilizada para criá-la. Os atores então entregues, a cena de confissão, quando a série remonta o assassinato e revela o destino do torso encontrado no mar, é de perturbar o telespectador, principalmente porque acabamos entendendo tudo o que aconteceu, por mais que a pessoa envolvida não tivesse pensado na melhor maneira para resolver o seu problema. Trapped representa bem as séries de mistério, e nos assusta ao utilizar o lado mais terrível de todos na retratação um assassino: o humano.

8American Horror Story: Hotel 05×11: “Battle Royale” (06/01/2016)

Escrito por: Ned Martel / Dirigido por: Michael Uppendahl

Hotel foi uma temporada estranha. Até então, Roanoke nem sequer passava por nossas cabeças e talvez só existisse na mente de seu criador. Durante os dez primeiros episódios, a minissérie não conseguiu firmar uma história que trouxesse o ar original das outras temporadas. A sensação era de que a produção estava se desgastando ano após ano. Devemos reconhecer, entretanto, a criatividade de algumas escolhas no roteiro, desde as crianças macabras à Sally e sua melancolia. Ela, aliás, foi responsável por um dos momentos mais difíceis de assistir da história de AHS até aqui.

Battle Royale não salvou uma temporada regular, mas conseguiu transitar por tudo o que fora criado até ali e nos entregar quarenta minutos interessantes, divertidos, ousados e cruéis. Esse episódio parece ser o momento em que os atores mais se divertiram em cena e seus personagens brilham, cada um tendo direito a pelo menos uma cena memorável. AHS conversou com outras temporadas de forma mais direta também, mas sabemos que aquela morte não era necessária.

7Les Revenants 02×08: “Les Revenants” (19/10/2015)

Escrito por: Michael Uppendahl / Dirigido por: Fabrice Gobert, Frédéric Goupil

Durante suas duas temporadas, Les Revenants nomeou seus episódios com as personagens que participam da história. Para o segundo season finale, entretanto, o título do roteiro foi o próprio nome da série. Sendo assim, já imaginávamos que ela fecharia as histórias de seus protagonistas, diferente do que aconteceu na primeira temporada. E realmente é isso que acontece: na hora necessária para fechar sua história, a produção investe muito em seu desfecho.

Em Les Revenants, temos uma prova de como o horror pode se associar ao drama para criar bons momentos, principalmente causado pelo humano — ou o que parece humano. Há diversos momentos cruéis na temporada, e aqui eles acontecem, mas há espaço para o romance, para a fantasia e para o mórbido. Não há respostas, por mais que cheguemos ao fim de algumas trilhas, mas isso não incomoda.

6Bates Motel 04×10: “Norman” (16/05/2016)

Escrito por: Kerry Ehrin / Dirigido por: Tucker Gates

Goodnight, Mother, o segundo episódio dessa temporada, também poderia aparecer por aqui pelo nível de tensão que nos causa. O escolhido é este, entretanto, pelo efeito que pode causar no telespectador mesmo após o episódio ter acabado. Vai depender muito de sua experiência com a série, é claro, mas é bem capaz que haja um buraco em seu peito por algumas horas, no mínimo — no meu caso foram dias. O destino de Norma, principalmente depois da vida e do passado que teve nos deixa mal pela ideia de que ela esteve em negação até o último instante.

Bates Motel já foi muito imaginativa, mas nessa season finale o horror está em coisas muito reais, como  solidão, loucura e suicídio. Fica ainda mais terrível quando percebemos que não é culpa de Norman, ele é vítima da própria mente. Fica ainda mais terrível quando a série flerta com o grotesco e, como em O Morro dos Ventos Uivantes, há uma cena em um cemitério. Freddie Highmore está apavorante: depois de nos roubar nossa heroína improvisada, nos faz ter pena de seu ato. É daqueles episódios que eu dificilmente assistiria de novo.

5The Living and the Dead 01×06: “Episode 6” (02/08/2016)

Escrito por: Simon Tyrrell / Dirigido por: Sam Donovan

Depois de cinco episódios brincando com a ideia de vivo e morto, The Living and the Dead começa seu sexto e último episódio mudando o foco da narrativa. Em vez da época vitoriana, vamos ao presente e acompanhamos uma protagonista em busca de se livrar dos fantasmas que a perseguem. Diferente de outras séries, a abordagem para o fantasma aqui é que ele também se sente solitário, principalmente por ser um fantasma de uma criança, e, por isso, decide enlouquecer o pai a ponto de fazê-lo se suicidar e assim ter sua companhia.

Não bastasse essa ideia interessante, o passado e o presente começam a dialogar como se fizessem parte da mesma linha, do mesmo plano. O resultado é uma sequência inspiradora. Aproveitando o clímax da série, os atores estão em seus melhores momentos. A série, infelizmente (ou felizmente) cancelada, ainda nos deixou uma pergunta para pensar e investigar com empolgação.

4And Then There Were None 01×03: “Episode 3” (28/12/2015)

Escrito por: Sarah Phelps / Dirigido por: Craig Viveiros

Cinco pessoas foram assassinadas, cinco estão vivas. Entre elas, há um assassino que planeja eliminar o restante. Não há para onde fugir: estão em uma ilha, há uma tempestade lá fora e não há barcos por perto. O que fazer? Nos primeiros minutos, o grupo decide beber, ouvir música, distrair-se. Logo o tempo passa, e os fantasmas do passado aparecem para atormentá-los. Cada vez mais cansados, vão sucumbindo aos poucos e ao estranho senso de justiça do justiceiro entre eles.

Uma das melhores adaptações de uma história de Agatha Christie chega ao seu derradeiro episódio. A minissérie é corajosa e decide dar o mesmo final pessimista que o livro dá a suas personagens. Mesmo quem leu pode se sentir surpreendido por aquele clima melancólico que perturba os últimos quinze minutos em cena. O último diálogo tem aquela desesperança viva que só o horror pode instalar sobre nós. And Then é elegante, mas nos atinge como um soco no estômago.

3Ash Vs. Evil Dead 01×10: “The Dark One” (02/01/2016)

Escrito por:  Craig DiGregorio / Dirigido por: Rick Jacobson

Pode parecer inacreditável, mas, pelo menos se tratando de horror, Ash Vs fez uma das melhores temporadas de 2015/2016. A série é, ainda, uma das melhores adaptações e serve como continuação e complemento perfeitos para os filmes. Esse último episódio abusa de tudo o que funcionou nos filmes, desde banho de sangues a piadas bem colocadas e um ritmo muito ágil. Ash Vs aproveita tão bem seu tempo que fecha seu episódio com trinta e quatro minutos sem nada sobrar ou faltar.

Ash faz uma viagem bizarra que só funciona porque conhecemos o passado da série — ele já viajou no tempo no terceiro filme, então o que é uma alucinação? A cabana é bem explorada como elemento essencial à história, a série começa a explorar a mitologia que está construindo e o caos, sempre um ponto essencial nas histórias de demônios envolvendo o protagonista, é instalado com o desespero e deboche que se tem direito.

2Outcast 01×01: “A Darkness Surrounds Him” (03/06/2016)

Escrito por: Robert Kirkman / Dirigido por: Adam Wingard

Não dá para falar de horror esse ano sem falar de Outcast, possivelmente a série de maior expressividade dentro do gênero de 2016. Diferente de outras do ranking, aqui não há espaço para piadas e, conforme os episódios passam, a trama principal vai se complicando, e se tornando ambígua de um modo tão malicioso que começamos a duvidar da forma como olhamos certas coisas.

What Lurks Within, oitavo episódio, também poderia estar aqui, mas escolhi esse cuja primeira cena é difícil de esquecer, mesmo depois de uma temporada tão boa. Temos cenas de exorcismo durante o episódio, mas Outcast faz questão de mudar a forma como esse processo é retratado nas séries. O protagonista não é o mais carismático do mundo, mas, mesmo assim, é muito fácil sentir empatia por sua história e pelo seu casamento. Outcast é cru, não te deixa ficar confortável e tem a seriedade que uma história assim precisa para ser contada. Tornou-se uma necessidade aos fãs do gênero.

1Penny Dreadful 03×04: “A Blade of Grass” (22/05/2016)

Escrito por: John Logan / Dirigido por: Toa Fraser

A Blade não é só o melhor episódio da terceira temporada de Penny Dreadful, como o melhor episódio da série. Há alguns fortes concorrentes, mas creio que esse tem certa vantagem. Seus cinquenta e cinco minutos são irretocáveis, e não consigo apontar um defeito. A série nunca esteve tão inteira, tão inteligente, com diálogos tão afiados e com sua protagonista ainda mais entregue tanto à nossa empatia quanto à dedicação da atriz que a interpreta. É sempre um tormento ver Vanessa sofrendo.

Por mais que haja efeitos em alguns momentos, o episódio se estabelece através da performance e do roteiro dentro de um cômodo, provando que não é preciso muito para deixar o telespectador interessado. Bons roteiros não precisam de muito enfeite. Em A Blade, Vanessa começa a ceder, e não é possível culpá-la. À época, sua alma era o mais valioso de tudo, mas ninguém consegue lutar para sempre.

O episódio se passa em um ambiente, mas isso não o limita e não nos aborrece. Não sentimos também que estamos atrasando nada… Tudo ali é necessário.

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COMPLETA O TOP 20:

#14. Z Nation 02×05: “Zombaby!” (09/10/2015)

#15. River 01×01: “Episode 1” (13/10/2015)

#16. Stranger Things 01×08: “Chapter Eight” (15/07/2016)

#17. Houdini and Doyle 01×05: “The Curse of Korzha” (07/04/2016)

#18. The Walking Dead 06×03: “Thank You” (25/10/2015)

#19. Jekyll and Hyde 01×05: “Black Dog” (29/11/2015)

#20. The Kettering Incident 01×04 “The Mill” (18/07/2016)

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Séries Assistidas e Consideradas:

American Horror Story, And Then There Were None, Ash Vs Evil Dead, Bates Motel, BrainDead, Childhood’s End, Cleverman, Crow’s Blood, Damien, Dead of Summer, Doctor Who, Fear The Walking Dead, From Dusk Till Dawn, Houdini and Doyle, iZombie, Jekyll and Hyde, Les Revenants, Lucifer, Marcella, Midwinter of the Spirit, Outcast, Penny Dreadful, Preacher, River, Scream, Scream Queens, Slasher, Sleepy Hollow, South of Hell, Stranger Things, SuperMax, Supernatural, The Exorcist, The Kettering Incident, The Living and the Dead, The Strain, The Walking Dead, Trapped, Van Helsing, Wayward Pines, Wolf Creek, Wynonna Earp e Z Nation.

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#MêsDoHorror

E assim, com esse TOP 13, chegamos ao final do primeiro do #MêsDoHorror aqui no SM! Falamos sobre dezesseis séries individualmente em outubro, e todas podem ser acessadas a partir da hashtag. Agradeço a todos que comentaram, compartilharam e acompanharam os textos — é sempre recompensador receber algum retorno. Agradecimento maior ao Michel, por me deixar dar vida a essas ideias megalomaníacas.

  • Lucas Pires

    Como respeitar um lista que não tem o final de True Blood citado?

    • Leonardo

      “É elegível qualquer episódio que foi ao ar entre 01/10/2015 e 30/09/2016, o que justifica o nome do TOP.”

      True Blood teve sua finale exibida em 24/08/2014, por isso já não poderia estar na lista.

      Além do mais, um ranking é formado pelos critérios adotados pelo seu autor, nos cabendo sim respeitar as opiniões e gostos dos demais.

      • Lucas Pires

        já que a ironia não foi entendida terei que excluir o comentário kkkkkkk

        • Leonardo

          Putz, vou ter que responder o mesmo. Pensei que estávamos brincando de simular aquelas briguinhas chatas que sempre vemos por aqui, mas você interrompeu o ciclo. Poxa kkkk

  • Letícia Menezes

    Amei Doctor Who e And Then There Were None. Hugs.

    • Doctor precisava aparecer, por mais que, ao que parece, eu não tenha escolhido o melhor episódio para isso. And Then There Were None é sensacional. Daquelas que a gente se reúne com os amigos para assistir. Obrigado pelo comentário. 😉

  • Vitner Santos

    NEM TODOS ESPERAM QUE SPN TERMINE LOGO…

    • Foi só modo de dizer mesmo, Vitner, porque é o que mesmo os fãs comentam internet a fora. Para mim, enquanto estiver divertido e render bons episódios, está valendo. 😉

  • Murilo

    Penny Dreadful <3 Eva Green <3

  • whovian

    amo doctor who, mas esse episódio foi simplesmente horrível

  • Arya Ibelin

    Baby foi divino , um presente para os fãs. Eva green merecia todos os premio por sua atuação em Penny Dreadful.

    Adorei a dica de Trapped, uma serie com a fotografia , atuações e roteiro muito bons.

    • Trapped é sensacional! Nunca vou superar o fato de Eva passar despercebida todos esses anos, é muito absurdo. Espero que consiga toda a aclamação merecida em futuros papéis.

      Eu assisti Baby muito antes de diversos episódios mencionados. E fiquei tão feliz e me diverti tanto durante ele, que, após terminá-lo, eu só pensava “este precisa estar no Top!”.

      Obrigado pelo comentário. 😉

  • rocorby

    Caralho Welson, fiquei impressionado com o tanto de série de terror que você vê, cara, adorei. Adorei também o post, sempre é bom conhecer novas séries do gênero, que me instiga bastante

    • Eu vi mais algumas para o projeto, como The Night Of, por exemplo, mas que não se encaixam na descrição horror/mistério que eu fiz, então não as colei haha mas sim, são muitas! Dá uma olhada nas que te chamam atenção. Se não fosse por esse projeto, eu não teria visto várias que eu adorei, como Trapped.

      Obrigado pelo comentário. 😉

  • Caio Vinicius Viana Lima

    Sempre que vejo a nova temporada de uma série eu assisto a finale anterior pra me situar, com Bates Motel não vai rolar não!
    RIP Norminha 🙁

    • Pois é, Caio. No momento de pontuar o episódio e revê-lo para ver em qual posição ia ficar, eu fui só passando as cenas porque não aguentei haha Será que a próxima temporada será nesse clima melancólico? Espero que não.

      Obrigado pelo comentário. 😉

      • Caio Vinicius Viana Lima

        Mais triste que essa temporada impossível!
        Mas tô orando pra que um certo casalzinho fofo não caia nas garras do Norman, amém…

  • André

    Dessas séries assisto The Walking Dead,Fear TWD,Preacher,American Horror Story,Z Nation,Ash Vs Evil Dead,From Dusk Till Dawn,Scream Queens,The Strain,The Exorcist,Wayward Pines,Van Helsing e Stranger Things e fiquei feliz com algums eps mencionados principalmente o Battle Royale que foi realmente ótimo,adorei a cena da Condessa com a Ramona e a Sally custurando os rockeiros assim Zombaby que foi incrivel com o nascimento da Lucy e a Serena defendendo ela com unhas e dentes assim como o 6×03 que foi um dos melhores eps da seixta temporada de TWD,a cena da morte do Nicholas e de outros Alexandrinos foi incrivel.
    So tenho que corrigir uma coisa o episodio The Dark One de Ash Vs Evil Dead é o 1×10 nâo o 1×03

    • Corrigido, muito obrigado! 😉

      ps: Zombaby quase, quaaase entrou no TOP13. Esse episódio é maravilhoso.

  • Wesley

    Esse ep de Penny Dreadful foi espetacular, realmente mereceu ficar no topo, Bates Motel também não fica pra trás. Dois dos melhores eps que já assisti.

    • Concordo, Wesley! Este de Bates entra na minha lista de episódios que me provocaram uma reação muito forte após assisti-lo.

  • Eu só tiraria aquele episodio horrivel de Doctor Who da lista. Não sei se estava elegivel mas o penúltimo episodio da temporada (Hellbent) é infinitamente melhor e um dos melhores da serie desde a época clássica.

    • Com Doctor Who, eu fiquei entre este e o 09×03 Under the Lake. O Hell Bent não foi considerado por não se encaixar muito bem na proposta do ranking. Sleep está longe de ser o melhor, mas eu o acho divertido, principalmente por junta tantos gêneros em um episódio, e a ideia da câmera durante ele e sua resolução.

      Obrigado pelo comentário. 😉

  • Bruna Adair Miranda

    Salem não está na lista de séries assistidas, recomendo!

    • Então, Bruna, não está na lista de séries assistidas e consideradas somente para o TOP. Assisto Salém sim, e amo, só não concorreu por não ter episódio algum dentro do período — o que é um absurdo, né? Faz mais de um ano que estamos sem episódio da série. Que bom que já volta amanhã!

      😉

  • Fernanda :)

    Obrigada pelo projeto, foi ótimo acompanhá-lo!

    • Obrigado, você, Fernanda, pela companhia!